See

See

Download Portuguese Subtitle

Season 2

Release info

See S02E05 720/1080/2160p WEB H264-GGEZ | GLHF | ION10 | TORRENTGALAXY | MiNX | NOGRP | FLUX | DVSUX | MeGusta
A Commentary by RagnarLothbrok
Twitter >>> @RagnarLthbrok0

Tags

web
720
1080
Published on: 2021-09-24
Downloads: 67
Hearing Impaired: No

Portuguese subtitle preview

The first 200 lines.

Obrigada por terem comparecido.

Senhoras e senhores, obrigada pelas vossas juras de apoio.

Capitão Gosset, como está a contagem?

Os nossos postos em Hareburr e Currlye prometeram 25 soldados.

Lebnin prometeu mais 30.

Lebnin considera-o uma honra, não apenas um dever, Vossa Majestade.

Apoio-a, tal como o meu pai apoiou o seu.

Juntando-os às tropas de Pennsa…

Nada de Altoona? Será mesmo verdade?

Senhor Diego, é assim?

Vossa Majestade, Altoona dispensa mais 20 soldados.

Menos dez do que Lebnin.

A sua cidade tem o dobro da população.

Estamos a chegar à época de cultivo.

O conselho citadino achou que ou os agricultores continuam a plantar

ou enfrentaremos escassez de alimentos.

Senhor Diego, está ciente do que ocorreu em Kanzua?

Todos ouvimos histórias do vosso sofrimento.

Diga-me. Se eu destruísse a sua casa à sua frente,

afogasse todos os que conhecia e amava, assassinasse a sua mulher e filhos,

preocupar-se-ia com plantações?

Peço desculpa, Vossa Alteza.

Talvez devêssemos ir a Altoona para o descobrir.

Os Trivantians querem reunir-se.

Volto a perguntar. Quantos soldados promete?

Trinta, rainha.

Muito bem.

Capitão Gosset?

A contagem continua com assembleias em Monroe.

Alguma vez imaginas que o fogo fala contigo?

Quando estava sozinha, depois de o pai morrer e tu desapareceres,

jurava que me contava segredos.

Porque não disseste que Trivantes solicitou uma reunião diplomática?

Porque não interessa.

Imagina a reação do pai.

O poderoso Triângulo com medo de mim. A implorar-me paz.

- Temos de a considerar. - Porquê?

Temos a retidão do nosso lado. Com Deus a liderar o ataque.

Mesmo assim, no campo de batalha, os homens têm de acreditar.

- Em Deus? - Em ti!

Têm de acreditar que a rainha deles fez todos os possíveis para os proteger.

Os meus homens farão o que lhes mandar.

Sibeth.

Um soldado tem de acreditar na causa dele, tem de acreditar na rainha dele,

tem de a amar ao ponto de estar disposto a morrer por ela.

Imagina se conseguisses impedir Trivantes de invadir os nossos terrenos

sem sacrificar um só soldado.

Já tens a obediência deles,

mas, se conseguisses isso, terias o amor deles.

Nunca foi feito.

Quando foi a última vez que os Trivantians pediram para negociar?

- Nunca. - Exatamente.

Talvez ter Deus do teu lado signifique…

… que venças a guerra sem ter de a combater.

Os Trivantians não têm rainha nem rei.

Não posso negociar com políticos comuns.

Claro que não.

Mas eu posso ir como tua emissária.

Enquanto princesa e tua irmã, posso falar por ti.

Muito bem.

Obrigada, Sibeth.

Claro que qualquer tratado requererá um pedido de desculpa formal

e compensações pelo ataque contra Kanzua.

O quê? Sabes bem que isso não é possível.

Vamos vencer uma guerra sem ter de a combater, não é?

Diria que qualquer coisa é possível.

Pensavas que a tua mulher estava morta, mas não estava,

e agora vão encontrar-se de novo.

Deves estar empolgado. Eu estou empolgada e nem a conheço.

Claro que é complicado, sendo ela uma princesa.

Estranho, não é?

Ela nunca ter pensado dizer que era uma princesa.

É difícil não pensar que uma omissão dessas é uma espécie de mentira.

Se fosse comigo, pensaria que toda a relação era uma mentira.

Mas criaram dois filhos juntos.

Seria difícil mentir sobre tudo isso.

Se fosse comigo, estaria muito zangada.

E confusa e nervosa. Mas também feliz por ela estar viva.

Suponho que não saberia o que sentir.

Que sei eu? Nunca estive apaixonada.

Se calhar, é porque falas demasiado.

Eu acho que já está morto.

Podia fazer uns exercícios contigo.

Ver como te defendes contra algo vivo.

Só luto contra soldados.

E fardos de feno, pelos vistos.

Vá lá! Vai ser divertido. Nós…

Tens razão.

Foi revigorante! Obrigado.

Não vou arriscar a ira da princesa

ao magoar o filho dela.

Agora, vai-te embora.

Toad!

Não consegui salvar a minha irmã.

Não consegui ajudar o meu pai.

Tenho de ser capaz de defender a minha família.

Estou habituado a que os outros o façam por mim.

De certeza que a princesa pode escolher um treinador apropriado.

Tens razão. Vou pedir-lhe que te escolha.

E porquê a mim?

Porque nós nos damos tão bem.

Já chega de treinar por hoje.

- General. - Tenente? Venha cá.

- É afiado. - Sim.

É aço virgem, passou por um novo processo de forja.

Manejado adequadamente, não será parado.

Vou rearmar todo o batalhão.

Tome.

Esta é sua.

Não compreendo.

O Triângulo não ofereceu aos Payans uma proposta de paz?

A rainha não acusa falsamente outra nação

a menos que procure uma guerra.

As conversações pela paz falharão e nós garantiremos que assim seja.

Tem sido muito vocal com o Triângulo.

Se algo correr mal, eles culpabilizá-lo-ão.

É por isso que irá no meu lugar.

Se houver uma hipótese de haver paz com Paya, não devíamos tentar?

Estamos sobrecarregados na frente ocidental a lutar contra os Ganites.

Wren.

Wren.

A rainha Payan tornou-se ousada. Esqueceu quem nós somos.

É do melhor interesse da República que lho relembremos.

Certo, por aqui. Não se afastem.

É o Tamacti Jun.

Esperem aqui.

Vai.

Disse para esperarem enquanto recolhia informação.

Ela está aqui ou não?

A Princesa Maghra está aqui e em segurança, por enquanto.

Não nos estás a dizer algo.

Ela está com a rainha. É tudo o que sei com certeza.

E o Kofun?

Não sei de nada.

O Caçador de Bruxas que o escoltou não tinha os mapas da Bússola.

Se calhar, chegámos primeiro.

Vamos procurá-la.

Procurem a casa mais alta.

A rainha ter-se-á fortificado lá.

Não vens?

A rainha julga-me morto e é assim que terei de permanecer, por agora.

Tenho de contactar os Caçadores que me são leais

e garantir que continuam a cumprir o serviço deles.

Precisaremos do apoio deles se vamos confrontar a rainha.

- Como te encontramos? - Eu encontro-vos quando o momento chegar.

Tem cuidado com a rainha.

Ela é diferente de toda a gente que conheceste e estás no reino dela.

Eu sei cuidar de mim.

Sim, mas terás mais dificuldades sem a cabeça.

Continuo sem confiar nele.

Também eu, mas ele ainda não deu passos em falso.

Não podemos viajar com um grupo tão grande.

Paris, fica aqui com a Charlotte.

- Depois, vimos cá buscar-vos. - Eu tenho de proteger a Haniwa.

Quem protegeu a Haniwa nos últimos 17 anos?

Toma.

Protege isto.

Cuidado, Baba.

Deve ser ali.

Ela vai ficar felicíssima por estarmos aqui.

- Agora, é uma princesa. - Continua a ser a mãe.

E se não for? E se ter estado aqui a tiver mudado?

Nesse caso, vamos salvá-la.

Dois guardas, seis degraus.

Guardas, seis degraus.

Identifique-se.

Vim ver a Princesa Maghra.

A princesa não recebe visitas no palácio.

Vá-se embora.

- Ela receber-me-á. - Vá-se embora!

Haniwa!

- Maghra! - Mãe!

Parem!

Pai!

Parem!

Parem já!

Baba?

Não. Um urso.

Encontrei-te.

Sabia que me encontrarias.

- Mamã. - Haniwa!

A minha filha!

- Pensava que tinhas morrido. - Está tudo bem. Agora, estás bem.

Encontrei-te.

Maghra!

Não me disseste que íamos receber visitas.

Baba.

Este é o Senhor Harlan.

- Esta é a casa dele. - Querida, vá lá! É a nossa casa.

- O quê? - Baba, ouve-me.

Baba? É o Baba Voss?

Sou.

Eu sou o Harlan, Senhor de Pennsa.

E pode soar mal, mas estou casado com a tua mulher.

Baba, sobe comigo.

- Que está ele a dizer? - Sobe comigo e eu explico-te.

Anda.

Sim, vamos todos subir e beber um chazinho quente.

Tu… tu vais parar de falar.

- É improvável. - Não se te arrancar a garganta.

Comments

No comments yet. Be the first to leave one.

Keep it about this subtitle — sync, quality, typos.500 characters left