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- Oi! Me atrasei? - Não, cheguei cedo.
Meu chefe me deixou sair algumas horas antes.
Eu viria mais cedo, mas não conseguia sair de casa.
Ficava voltando pra mais um abraço.
É a primeira vez que deixamos Aiden desde...
Sei, desde que ele desapareceu.
Mas um pouco de ansiedade é normal, certo?
Absolutamente normal. Ele ficará bem.
Especialmente com a Delia cuidando dele.
Sei que as sombras não apareceram mais.
Não sei, fico pensando que talvez estejam esperando abaixarmos a guarda.
Querida, isso não vai acontecer. Vai ficar tudo bem.
E o Aiden, também ficou ansioso?
Não.
Queria que eu saísse logo pra mostrar à Delia suas mágicas.
Isso é porque ele é como a mãe,
talentosa e alegre.
- Cadê o Eli? - Não me interessa.
Oi Eli. Estávamos nos perguntando onde você está.
Desculpe.
Os "behavioristas" ficaram se pegando com os "freudianos" durante a reunião.
Não foi muito legal. Estarei aí logo.
- Falei muito cedo. - O que quer dizer?
Estou sendo parado por um policial.
- O quê? - Tem um policial na minha cola.
Está sendo parado?
Provavelmente é por causa da sua lanterna traseira.
Nunca sobreviverei na prisão.
Estou te avisando a semana inteira pra consertar a lanterna.
Por favor fale que vai me visitar na cadeia.
Eli, não vai ser preso. Só vai levar uma multa.
Cadeiras Vip. Fantástico.
É.
Sabe por que te parei?
Se foi pelos filtros de café que roubei do escritório, vou devolvê-los prometo.
Não, senhor, é sua lanterna traseira.
Eu sei. Os filtros do café foram uma piada.
- Acha isso engraçado? - Um pouco.
Não?
Não.
Saia do veículo.
Um teste de sobriedade? Ele está bêbado?
Não. Ele é simplesmente "Eli".
Daria tudo pra saber o que ele está dizendo ao policial.
E eu gostaria de saber por que esse policial
tem um fantasma no banco de trás.
Já volto.
Então, eu passei ou...
Estou te dando uma multa pela sua lanterna.
Sério?
Não pode só me dar uma advertência e deixar que siga meu caminho?
Fale pra ele se calar.
- Quem? - Eu?
O que está fazendo?
Sou amiga do Dr. James.
Se afaste.
Isso não é da sua conta.
Faça o que ele diz.
Ele é um assassino com um distintivo.
--== The Whisperers ==-- Apresentam
GHOST WHISPERER S05E10 - Excessive Forces
Tradução Eowyn, YayaLee, Rhavena
Tradução Velhinho , Renata, Dani
Sincronia Velhinho
Revisão Ross
Bom episódio a todos! Não deixem de comentar e votar.
Obrigada por ter vindo.
Deixe-me adivinhar, a detetive Blair não tirou sua multa.
Acredita nisso? Ela nem diminuiu o valor.
Disse que eu deveria dar ao policial Ramsey
um desconto porque ultimamente ele teve alguns problemas.
Ela quis dizer o tiroteio que ele se envolveu.
Foi isso que aconteceu?
Blair não me deu nenhum detalhe.
Só disse que ele estava de licença. Como descobriu?
Liguei na delegacia e perguntei se ele já tinha
matado alguém no cumprimento do seu dever.
Simples assim? Minha nossa.
Blair realmente está me evitando.
Achei que tínhamos ficado amigos por ter contado a ela sobre nosso dom.
De qualquer forma, Ramsey não matou ninguém,
mais seu parceiro sim, e ele estava junto quando aconteceu.
Esse rapaz, Todd Moresco.
É o nosso fantasma?
Bem, não consegui dar uma boa olhada nele,
mas ele definitivamente parece com o fantasma.
" Viciado em metanfetamina, morto durante blitz rotineira contra o tráfico."
"O policial Luis Simon atirou e matou Todd Moresco
quando o suspeito apontou uma arma para seu parceiro, policial Ramsey."
Ramsey tirou licença do trabalho por 6 meses.
Acha que ele fez algo errado durante o tiroteio?
O fantasma acha. De qualquer maneira,
ele só voltou ao trabalho há algumas semanas.
Certo, se Moresco é nosso fantasma,
por que está assombrando Ramsey e não o policial que atirou nele?
Talvez esteja assombrando ambos.
- Agradeço muito pela ajuda. - Sem problemas.
Tínhamos uma vigilância maior na região, mas diminuiu.
É um mundo perigoso, até aqui.
Temos que manter Grandview segura.
E nós agradecemos.
Oficial Simon.
Desculpe. Não reconheci seu nome no jornal.
O viciado em drogas, aquele que você...
Você atirou nele, certo? E ele morreu.
Isso mesmo.
Deve ser difícil superar algo assim.
É o que é. Não me arrependo das decisões que tomo no trabalho.
Então não é assombrado por isso?
Não, não sou.
Estou certa que durante a investigação perceberam que não fez nada errado.
Meu parceiro e eu fomos ambos inocentados, foi um tiro correto.
Seu parceiro tirou uma licença do trabalho?
Sim, mas não foi uma medida disciplinar. Foi pessoal.
Ele não conseguia lidar com o que tinha acontecido.
- Mais do que você? - Foi diferente.
Não tive escolha. Tive que atirar.
Moresco tinha uma arma apontada pra cabeça do meu parceiro.
Mas para Doug, foi diferente. Era a arma dele.
- Eu não sabia disso. - Tudo aconteceu muito rápido.
Num segundo está dizendo ao viciado pra sair do carro.
No outro ele já está com a arma do Doug.
Posso imaginar.
A pior coisa que pode acontecer a um policial
é ter a própria arma apontada para sua cabeça.
Especialmente um cara como o Doug. Ele é durão, sempre em controle.
Se orgulha de que nunca teve que disparar sua arma em serviço.
O fato de ter sido a arma dele que me forçou a atirar...
Olhe, está tudo aqui. Está pronta pra ir.
- Obrigada. - Claro.
Anne-Marie.
Como está? Não percebi que era tarde.
Onde está o Doug?
Seu pai foi buscar um relatório de balística no laboratório.
Devia ter voltado há meia hora. Mas estará aqui num instante.
Ótimo.
Você não é uma policial aqui também, ou é?
Estou no colegial.
Essa é Anne-Marie Ramsey. É a filha do meu parceiro.
Oi. Sou Melinda Gordon.
Se terminamos aqui, por que não...
É muito legal que venha aqui e visite seu pai depois da escola.
É mais como me reportar.
Legal seria tomar um expresso de baunilha
na praça com meus amigos.
Tchau.
Polícia
Não, não, não! Espere!
Espere, é meu carro! Por favor!
É meu carro!
Não se preocupe com o carro.
Vou ao estacionamento do pátio e esclarecer o quanto puder.
Deve ter sido alguma confusão porque consta
que minha licença expirou, mas sempre renovo.
Lembro que o adesivo de registro veio pelo correio
e achei que o havia deixado no balcão da cozinha.
Talvez o tenha jogado fora por engano.
Não sei. É estranho ver seu carro daquele jeito.
E também, eu quase perdi isso porque...
o oficial Ramsey estava falando com o motorista do reboque.
- Ramsey estava lá? - Estava, por quê?
Nada. Provavelmente é só...
- uma coincidência. - O que quer dizer?
Não acha um pouco estranho você perguntar sobre um policial
e depois o mesmo policial aparecer quando o carro é rebocado?
Acha que o oficial Ramsey está me mandando uma mensagem?
Acho que a maioria dos policiais são dedicados
a um trabalho duro mas há o ovo podre ocasional.
- Sabe o que estou dizendo. - Sei.
Serei cuidadosa.
Que diabos há com você? Volte aqui!
Você não é Todd Moresco. Quem é você?
Ele queria vingança...
e conseguiu.
Você é o máximo.
É o mínimo que posso fazer depois de sequestrar seu carro
- o dia todo. - Obrigado.
Além do mais, preciso da sua ajuda em algo.
Encontrei meu fantasma. Seu nome é Dylan Hale.
É o garoto do colégio Grandview que morreu no mês passado.
- Tem certeza que é ele? - Sim, ele me deu uma visão ontem.
E sabe que entrou aqui antes de morrer.
Claro, e por isso preciso que pergunte por aí
e descubra o que realmente aconteceu com ele.
Acidente com skate. Bateu a cabeça.
Não havia skate na minha visão.
O que viu?
Dylan estava em um carro.
Estava passando na frente da casa do oficial Ramsey.
Ramsey estava nervoso e quero dizer, muito nervoso.
E estou começando a imaginar se essa história de skate é um disfarce.
- Para quê? - Não sei.
Mas se Ramsey é o cara que trouxe o garoto para o P.S.,
então talvez estejamos falando com a pessoa
errada sobre o que realmente aconteceu.
Acha que um policial machucou esse garoto?
Dylan parece achar. Ele é um policial, certo?
São pessoas. Pode haver os bons, os ruins.
É, mas, matar um garoto?
Ele voltou ao trabalho logo depois que Dylan morreu.
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