The first 134 lines.
Eles mudaram as regras.
Como é?
Se não conseguirmos um strike,
qualquer pessoa que estiver no mesmo lugar que um pino restante será morta.
O quê? Não...
Quarto, à frente!
Espera! Por quê? Por que você está fazendo isso?
A profecia diz que vidas não devem ser tiradas de forma leviana.
Em vez de sacrificar as princesas e o resto de vocês
se ao menos um pino permanecer,
agora devemos poupar o mesmo número de vidas que os pinos derrubados.
Os deuses são realmente muito misericordiosos.
Ele deve ter percebido nosso fingimento.
Ele percebeu que a Mai não lida bem sob pressão.
Mas as regras não mudaram de verdade.
Ele só nos expôs para colocar mais pressão sobre a Mai.
Estamos aqui para lembrá-la de que nossas vidas estão em suas mãos.
O verdadeiro psicopata não é o Kagetoki.
É aquele cara.
Que doente.
Mai.
Mai-chan, não se preo—
Quarto, à frente!
Capitã.
Hã?
Vamos garantir...
que todas nós voltemos para casa juntas.
Certo.
Estou manchada. O infortúnio recairá sobre você.
Eu sempre pensei o mesmo. Que todos seriam mais felizes sem mim por perto.
Mas agora...
Nós tivemos muita sorte, Akebi-san.
Então, algum dia, vamos tentar ser como elas.
Capazes de sorrir como elas.
Algum dia... Algum dia, nós vamos conseguir...
fazer a nós mesmas e aos outros felizes.
Então, Akebi-san, vamos aprender a sorrir também.
Espere!
Agora ferrou...
Ah não.
Sayuri! Suguri-san! Sayuri!
Desculpa! Desculpa!
Desculpa!
Rina-chan, não se preocupe! Vai ficar tudo bem!
Não, não vai! De jeito nenhum vai ficar bem!
Por favor! Por favor, me matem em vez dela!
Rina!
Não!
Não!
Pare!
Deixe-me jogar a segunda bola.
Os deuses dizem—
Não me importo com seus malditos deuses.
O que me importa é boliche.
E no boliche, sempre há uma segunda jogada.
A segunda jogada é o que faz ser boliche.
Mai.
Mai-san.
Mai-chan.
Capitã.
Ela vai escolher alguém?
Por favor.
Você diz que está disposta a compartilhar a responsabilidade com ela...
pela morte de uma amiga?
Muito bem.
Kagetoki-sama.
Quinto, à frente!
Capitã.
É 0,7%.
A probabilidade de ela derrubar os dois pinos.
Basicamente, sete em mil.
Essas são as chances em uma pista de boliche real no seu tempo, certo?
Aqui deve ser uma em mil.
Por quê?
Agora é mais como uma em dez mil.
Salve a Sayuri!
Sou eu quem deveria morrer nesta era! Por favor, salve a Sayuri!
Não! Salve a Suguri-san!
A Suguri-san ainda é necessária aqui nesta era!
Então, por favor, Mai-chan...
Derrube o pino número dez!
Sayuri.
Eu já me diverti bastante, Mai-chan. E tudo porque você estava comigo.
Então estou bem com isso.
Não olhe para os pinos.
Aqueles triângulos ali.
Sumomo-chan?
E, quando lançar a bola, imagine que está de mãos dadas com ela.
Mesmo depois de soltar.
Eu sei por que você está com medo, Mai.
Hã?
Você tem medo do que a espera se vencer.
Que as pessoas que mais se orgulham de você não estarão mais aqui.
Mas Mai, elas realmente irão embora?
Hã?
Quando chegar sua era, nós já não estaremos mais vivas, certo?
Quando você voltar para o futuro, nós já teremos desaparecido.
Não, eu não acho... eu não acho que vocês vão. Vocês nunca vão desaparecer.
De jeito nenhum. De jeito nenhum.
Sim. Nós não vamos desaparecer. Ainda estaremos aqui.
Ainda estaremos vivendo aqui, pensando em você e rezando por sua felicidade.
Nós nunca vamos desaparecer. Nem sua mãe e seu pai, Mai.
De jeito nenhum. De jeito nenhum.
Vou continuar segurando sua mão para sempre.
Mesmo depois de soltarmos. Para sempre.
Não olhe para os pinos.
Imagine que está de mãos dadas com a bola.
Eu consigo fazer isso.
É agora. Hora de vencer.
Mai-chan.
Vamos todas para casa. Juntas.
Sayuri e Suguri-san também.
Iremos juntas. Todo mundo.
Vamos para casa.
Não é?!
Por favor!
Isso foi ótimo, Mai.
Você é talentosa.
A profecia diz que agora devemos prosseguir—
Chega.
Mas, meu senhor...
Nós perdemos. Vamos libertar as princesas e deixar esta aldeia. Tragam meu cavalo!
Kagetoki-sama!
Um verdadeiro guerreiro honra sua palavra.
E os seus deuses não?
M-Meu senhor, espere!
Bem, podemos treinar mais um pouco.
Claro.
De novo?
Não queremos ficar enferrujadas.
Devemos estar prontas, só por precaução.
Muito bem, aqui vou eu.
Oh!
Hã?
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