Слово пацана. Кровь на асфальте
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E vai levá-los pra onde? Não tem mais espaço.
Coloque onde quiser, eles vão responder à justiça.
Quem eu apontar, levante-se, fale o nome completo e o apelido.
Você.
Kiril Anatolievich Sumatokhin, Sambo.
Você.
Ilia Olegovich Stulin, Rambo.
Está me tirando? Seu apelido!
Exterminador, então.
Quem não colaborar, vai continuar preso.
- Olha o rato traidor! - Venha aqui, seu merda!
Te ligo depois, está um caos aqui.
O que faço com eles? Está de brincadeira comigo?
Todos serão fichados. Pegue os dados e depois solte-os.
Vim saber do Kolik.
Quem?
O verme que estuprou a Aigul.
Você disse que o encontraria.
Sim, é um acordo justo.
Você nos entregou o assassino
e nós te ajudamos a realizar sua nobre vingança.
Quer chá?
Esse é seu trabalho.
Sim, recebo pra isso.
160 rublos, e 40 dias de férias.
Só um minuto.
Pede para o garoto que está esperando entrar.
Eu me arrisquei.
Vocês pegaram o assassino.
Sim, você mandou bem.
Vou te dar uma condecoração.
Está na outra sala.
Eu compreendo você.
Sinto muito pela garota.
Eles são animais.
E eles serão punidos.
Mas cada coisa no seu tempo.
Primeiro vamos ver seu caso.
E com seus ex-amigos. Entre!
Entre, venha.
Não tenha medo, sente-se.
- Podemos seguir nossa conversa? - Claro.
Marat, escute.
Com quem você disse que estava o revólver?
Com o Valery Turbo, certo?
- Sim, com o Turbo, vocês viram. - É claro.
Mas o Kiril disse que viu a arma com o Vladimir Suvorov,
conhecido como Vova Adidas.
Que, por coincidência, é o seu irmão mais velho.
Certo, Kiril?
Vamos, quero ouvir da sua própria boca.
Acha que tenho o dia todo?
Tenho outros bandidos para interrogar, vamos.
Vova Adidas estava com a arma.
Ele atirou no Amarelo.
Não foi ele, eu garanto.
O pessoal da Dom Byta bateram nele por causa do videocassete.
Um ex-membro me contou.
O Amarelo também mandou cortar a orelha dele.
O Amarelo fez o irmão dele pedir desculpas.
Quem vai acreditar em você? Você é um cuzão.
Você também. Nós dois fomos expulsos.
Por que está protegendo esses animais?
Não sabe de nada, ninguém me bateu.
O turbo chutou sua cara.
E não fui eu quem plantou a arma.
Certo, Kiril, obrigado, pode ir.
Que beleza, hein? Chega, sente-se!
Deixa eu ver.
- Tudo bem, saia. - Desgraçado!
Saia.
Você acreditou nele?
Ele é um bosta.
Não acredito em ninguém, muito menos em você.
Você sabotou a investigação, Marat.
Me dá horror pensar nisso. Você realmente plantou a arma?
Apagou as impressões digitais?
Elas não ficam só na arma, nas balas também.
Lembrou de limpá-las também?
Certo...
A perícia vai ficar pronta logo, vamos descobrir.
Abra.
Andrei!
Acorde, vamos fumar um cigarro.
As coisas ganharam outra proporção.
Não posso mais lidar com isso.
Eu sinceramente tentei, mas é muito pra mim.
Sua mãe é uma boa mulher. Realmente boa.
Ela foi levada ao limite.
Mas pra mim não dá mais.
Sinto muito pela Yulia.
Bem... você pode ir.
Cuide-se.
SLOVO PATSANA SANGUE NO ASFALTO - E08
Olha só!
Meu querido! Venha aqui!
Ei, irmãozinho, veio malhar um pouco?
Precisa fortalecer o bíceps.
- Eu só... - Tire o casaco, sente-se...
Venha aqui.
Vamos ver quanto nosso atleta consegue levantar.
Te ajudo com a barra.
O Adidas não está aqui? Não! E como fazemos sem ele?
Alguém tem que apoiar os jovens.
Um... isso.
E o que veio fazer aqui? Procurar seus amiguinhos?
Eles já vazaram há bastante tempo. E não vão voltar mais.
E sabe por quê?
Porque vocês não valem mais nada.
Voltei pra pôr vocês pra correr.
A partir de hoje, a Universam está acabada.
Vocês são um bando de merda.
Porque vocês não seguem as regras!
Já chega.
Levante-se.
Me traga 100 rublos até amanhã.
- Sem chance! - O quê?
Quero o Casaco conosco.
Uau!
Marat!
E aí, irmão?
Como você está?
Escute bem.
Você pode ir no meu quarto,
meus documentos estão no armário. Pode buscá-los, por favor?
E umas calças quentes.
Tem uma sacola lá, jogue umas roupas dentro.
E alguma comida também. Pão... alguma coisa.
E um vidro de conserva também.
Imagine só...
tenho sonhado com pepinos em conserva.
Que coisa idiota.
Se achar outra coisas que valham a pena, traga também.
Pode ficar com meu soco inglês para você.
Ah, só mais uma coisa.
Amanhã é aniversário do pai.
Compre algo pra ele.
Não sei o quê...
uma colônia, talvez?
E esse é pra você.
Vá, irmão. Estou congelando.
Foi por sua causa.
Só se importou com o videocassete.
Ele a estuprou
enquanto você se desculpava de joelhos pro Amarelo.
Ela pulou porque você...
não teve coragem de falar em defesa dela.
Vaze daqui, mas sem os seus pepinos.
Maldito covarde!
E eu te esperei ansiosamente do Afeganistão...
E você...
Coma.
Mas não deixe farelo na cama, tá?
Está levando comida pra ele de novo?
Se ele quiser comer, ele que se vire.
Ele sabe onde fica a cozinha.
Não se levanta, né?
Muito bem, então.
- Ele se sente mal. - Ele está doente por acaso?
Não tem diarreia, nem febre. Só quer ficar à toa mesmo.
Comer, dormir e cagar. Não quer mais nada da vida.
- Precisa usar esse palavreado? - Qual?
"Fazer cocô", melhorou?
Quem é?
É o Dênis da Delegacia Juvenil, vim ver o Marat.
Polícia, de novo.
Mais problemas.
- Não abra. - Como assim "não abra"?
Temos uma condecoração pro seu filho.
Vim trazer pessoalmente.
- Olá. - Olá.
- O que você disse? - Uma condecoração.
Ele ajudou a prender um sujeito perigoso,
que andava armado, Valery Turkina.
Ele se sacrificou pra isso.
Ele parece ter uma base familiar muito sólida.
Ele pulou sobre o bandido jogando-o ao chão.
Ele nem teve tempo de sacar o revólver.
Simplesmente...
arriscando a própria vida,
e protegendo seus camaradas.
Com certeza ele também será homenageado na escola,
farão um mural com a foto dele.
Por isso achei que valia a pena vir entregar pessoalmente.
Bem...
Não, não. Me desculpe, eu não bebo.
Você se importa de eu e o Marat termos uma conversa?
Você vive bem.
Sua casa tem tudo.
O que você quer de mim?
Eu, nada.
Mas você, sim.
Vai comer?
Não quero merda nenhuma de você.
E use o mural da escola como papel higiênico.
Vou te falar o que penso então.
Eu acho que essa atitude desdenhosa da polícia com as vítimas
é simplesmente inaceitável.
Pelo que entendi, ela era sua namorada?
O que você quer de mim?
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