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Season 1

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Bookie 2023 S01E02 WEB x264-TORRENTGALAXY
A Commentary by sash35

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web
x264
720p
720
1080
Published on: 2023-11-30
Downloads: 13
Hearing Impaired: No

Portuguese subtitle preview

The first 180 lines.

- Oh, meu Deus! Oh, meu Deus! - Foge.

- Para onde? - Para longe!

- Alguém viu? - Continua a andar.

- O que faço com a arma? - Arranjamos um sítio para a descartar.

- Na floresta? - Vês alguma floresta por perto?

Tem lá calma!

Desculpa. Estou um bocado abalado.

Acabei de me mijar. Espera, a arma, a arma!

Achas que ele está morto?

- Provavelmente. - Gaita, matei um gajo.

Pois mataste.

Não é uma boa altura. Diz, 408.

Espera, a arma.

Sim, eu sei.

O jogo do Havai ainda não começou.

Sim, trezentas biscas no fim.

Está anotado.

Como se isso lhe salvasse o sábado. É uma má aposta!

Caguinchas de merda.

Não estás enganado.

- Foi fatela, Hector. - Eu sei.

Sinto-me mesmo mal.

Cintos de segurança.

A porra dos cintos de segurança são uma merda.

Escusado será dizer que não vou cobrar.

A tua sorte é eu não estar numa onda de massacre.

- Então, o gajo está morto? - Sim, provavelmente.

- Queres que passe por lá para ver? - Não, leva-me a casa.

- Tu também, Ray? - Sim.

- Qual será o caminho mais rápido...? - Primeiro o Ray e depois eu.

A sério?

Não seria mais rápido apanhar a 405 e sair em La Cienega?

Há obras na 405, vamos evitá-la.

Vocês tiveram uma noite em cheio. Eu e o Google Maps tratamos disso.

Obrigado.

- Alguém aceita uma água? - Conduz e cala-te.

Encosta.

- Porquê? - Faz isso.

- O que estás a fazer? - Estou a livrar-me da arma.

- Estás a brincar comigo? - O que foi?

- Ainda consigo vê-la. - Não deu para apanhar balanço.

Não podes deixá-la ali. Tenta outra vez.

- Abre o carro, idiota. - Culpa minha.

Estes sapatos são novos.

- Tenta outra vez, Alice! - Está bem assim.

Atira como se fosses para a prisão. Para sempre.

Odeio a minha vida.

Estás satisfeito?

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LIMONADA

Precisamos de falar.

- Podemos falar? - Tive uma noite difícil.

Pode ser de manhã?

De manhã tenho de acordar o Anthony, dar-lhe o pequeno-almoço,

levá-lo à escola, fazer Pilates, depois tenho de abrir a loja...

Está bem, fala.

Não, estás cansado.

Ia pedir desculpa por há bocado, mas que se lixe.

Vai-te lixar. Que se lixe tudo.

Está bem.

É possível que eu seja mais feliz na prisão.

Olá.

Como estás?

Ia preparar uma tigela de cereais. Queres?

Parece-me boa ideia.

Como estão a correr as coisas na escola?

Tudo na mesma.

- Eles deixam-te em paz? - Mais ou menos.

O que achas de arranjarmos um gato?

Não sei, parceiro. Sou bastante alérgico.

Já arranjaste um, verdade?

Sim.

- Bom dia. - Bom dia.

- Estás bem? - Sim, porquê?

Estás com olhos de carneiro mal morto como se alguém tivesse morrido.

Valha-me Deus Nosso Senhor, morreu alguém?

Não, claro que não.

- O que vais fazer hoje? - O mesmo de sempre.

Vou trabalhar com o Danny.

Não te chateia que aquele italiano possa estar a usar-te?

- Ninguém me está a usar, avó. - Toda a gente te usa.

As tuas ex-mulheres, os teus amigos reles

cheios de esquemas para ganhar dinheiro.

E não te esqueças que eu estava presente

quando aquele gordo sardento te convenceu a jogar em Provo, Utah.

Tive uma boa educação na Brigham Young.

Boa educação?

Quanto é que ganhaste na NFL? Nove, dez milhões de dólares?

Aqueles mórmones nem te ensinaram a passar um cheque.

- Já acabaste? - Estou só a aquecer.

Tens de despachar esse Danny Calamari.

Colavito.

- Esse nasceu para a corda. - O Danny é meu amigo.

Eu confio nele. Fim da história.

Fim de qualquer coisa.

- Queres rabanadas? - Sim, senhora.

É escusado seres estúpido e teres fome.

Como assim, a que cheiram? São cogumelos.

Cheiram a um bom risoto.

Não sei. Os cães do aeroporto devem andar à procura de bombas.

Se estás tão preocupado, pergunta à tua namorada

se está disposta a usar o rabo como mala.

Tenho de ir, diverte-te no Cabo.

Aqui estão as apostas de ontem à noite e desta manhã.

- Olha que caligrafia tão bonita. - Deixa-me ir para aí.

Porquê? O que queres?

O Classe G que aceitei como pagamento? Estou à procura do tipo.

- Porquê? - Foi rebocado.

Deixa-me adivinhar. Em vez de lhe cortares os tomates,

queres ter uma conversa com ele. - Eu quero que me paguem.

Os tomates não são moeda.

Um facto engraçado, ninguém na NFL usa coquilha.

- Todos os dias há tomates lesionados. - E isso é pertinente?

Desculpa. Só estou a partilhar uma informação.

Contribuiu para a nossa felicidade. Obrigado, Ray. Vamos.

- Quando lhe vais contar sobre nós? - Por mim, nunca.

É por isso que vocês se dão bem. São os dois coninhas.

- Vou ver a tua mais logo. - Podes crer.

Não te importas?

O que preferes? "Song Sung Blue"?

Algo com uma mensagem positiva e menos palavras começadas por "P".

Por falar nisso, há novidades sobre o nosso "P" morto?

Nada. Não percebo. Devia ser notícia em todos os canais.

Um drogado negro é baleado na baixa de Los Angeles.

Só passa nas notícias se ele sangrar para cima de um branco.

- Triste realidade. - É a realidade há 400 anos.

Os italianos também não tiveram uma vida fácil neste país.

Não vás por aí.

É verdade.

Estou?

- Sou eu. - Queres ser um pouco mais específico?

O Hector.

O que contas, Hector?

Estou aqui no... epicentro, se é que me entendes.

- E então? - Nada.

Nenhum polícia, nenhum cadáver, nenhum contorno de giz.

Nenhum daqueles cones de plástico que vemos nas séries.

- Isso é impossível. - O quê?

Ele está no sítio onde matei o tipo. Não há lá nada.

- Isso é impossível. - Foi o que eu disse...

E sangue? Vês sangue?

Não consigo ver daqui, mas parece que não se passou nada.

Espera aí. Disseste que eu matei o tipo.

Verdade seja dita, quando ele caiu, fechei os olhos e disse:

"Valha-me Deus Nosso Senhor!" - Meu Deus...

Ambos o vimos no chão, ele não escorregou.

Talvez o tenhas ferido e ele tenha saído dali...

Como se diz? Por vontade própria.

Caramba, se calhar não tenho sangue nas mãos.

- Obrigado, Hector, devo-te uma. - Boa. Dá-me trabalho.

- A fazer o quê? - Quanto dinheiro apostam em futebol?

Pouca coisa.

Porque vocês, meus amigos, não falam a língua do golo!

- Olá. Viemos falar com o Bobby Knox. - Quem devo anunciar?

Pode fazer-nos um favor? Queremos fazer-lhe uma surpresa.

É o grande dia.

Penthouse. O elevador é à esquerda.

Obrigado.

Eu guardo-lhe uma fatia.

Como queres fazer isto?

Saímos daqui com o dinheiro ou arrastamo-lo até ao banco.

Plenamente de acordo.

Será que detetei uma faísca entre ti e a miúda da receção?

Sim, havia ali qualquer coisa, certo?

Talvez ela possa ser a mãe do teu décimo primeiro filho.

- Porque disseste isso? - Estava a brincar.

Foi uma picadela, como se costuma dizer.

Dá para os dois lados. Experimenta.

Ando a comer a tua irmã.

Não lhe façam uma mamada, que ele não paga.

Está alguém?

Bobby?

- Lá fora. - Merda.

Talvez não fosse mal pensado sairmos daqui.

- Ele deve-nos 38 mil dólares. - Ele não pagou um broche, Danny.

- Achas que nos vai pagar? - Temos de tentar.

- Olá, Bobby. - Olá, Danny. Ray.

Olá.

- Qual é o plano? - O que te parece?

- Parece que vais saltar. - Danny.

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