Interview with the Vampire

Interview with the Vampire

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Interview With The Vampire 1994 1080p BluRay x264 DTS-FGT
A Commentary by Chromeman

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x264
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TS
Published on: 2017-07-16
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The first 200 lines.

ENTREVISTA COM O VAMPIRO

Quer que eu conte a história da minha vida.

Como eu disse, é o que eu faço. Entrevisto pessoas.

Sou um colecionador de vidas.

Rádio FM. KFRC.

Precisará de muitas fitas para a minha história.

Não há problema. Tenho uma sacola cheia delas.

Me seguiu até aqui, certo?

Acho que sim.

Você me pareceu bastante interessante.

Mora aqui?

É apenas um quarto.

Que tal começarmos?

Então, o que você faz?

Sou um vampiro.

É algo que ainda não tinha ouvido.

Devo entender isso literalmente?

Absolutamente.

Esperava por você naquele beco.

Observava você me olhando.

E aí começou a falar.

Bem, que golpe de sorte.

Talvez para nós dois.

Disse que...

estava me esperando.

O que ia fazer? Me matar, beber meu sangue, essas coisas?

Sim.

Mas não se preocupe mais.

Você realmente acredita que é um vampiro, não é?

Não podemos começar assim.

Vou acender a luz.

- Mas os vampiros não odeiam a luz? - Adoramos.

Só queria prepará-lo.

Cristo!

Não tenha medo.

Quero essa oportunidade.

Como consegue fazer isso?

Do mesmo jeito que você.

Uma série de gestos simples.

Só que me movo rápido, e não percebe.

Sou de carne e osso...

mas não sou humano.

Não sou humano há 200 anos.

Por favor...

Como posso explicar?

Devo começar como "David Copperfield"?

"Eu nasci...

"cresci."

Ou quando eu nasci para a escuridão, como chamo.

É onde devemos começar, não acha?

Não está mentindo, está?

Por que eu mentiria?

Aconteceu em 1791.

Eu tinha 24 anos.

Mais novo do que você é hoje.

Os tempos eram diferentes. Eu já era homem naquela idade.

O responsável por uma grande plantação em Nova Orleans.

Minha esposa tinha morrido ao dar a luz.

Ela e o bebê estavam mortos há 6 meses.

Eu gostaria de estar com eles.

Não suportava a dor da perda.

Queria me livrar dela.

Queria perder tudo:

Minha riqueza...

minha propriedade...

minha sanidade.

Quantos ases existem no baralho?

Está me chamando de trapaceiro?

Não, estou chamando de lixo humano.

Perdeu sua convicção, senhor. Faça!

Mais do que tudo, eu queria morrer.

Eu sei agora.

Eu a atraí.

Uma libertação da dor de viver.

Meu convite estava aberto a qualquer um.

À prostituta a meu lado.

Ao cafetão que seguia.

Mas foi um vampiro que o aceitou.

Me dê o dinheiro ou você morre.

Ainda quer morrer?

Ou já experimentou o suficiente?

Suficiente.

Ele me deixou lá, na margem do Mississippi.

Em algum lugar entre a vida e a morte.

Quem é você? O que faz em minha casa?

Vim atender à suas preces.

A vida não tem mais sentido...

certo?

O vinho não tem sabor.

A comida provoca enjôo.

Não há razão para mais nada...

certo?

Mas se eu devolver isso a você?

Acabar com a dor...

e dar a você vida nova?

Uma que nunca imaginou.

E seria...

para sempre.

Doença...

e morte...

nunca mais se aproximarão de você.

Não tenha medo.

Vou dar a você a escolha...

que eu...

nunca tive.

Naquela manhã, ainda não era vampiro...

e vi meu último amanhecer.

Lembro-me muito bem...

mesmo que não me lembre de nenhum anterior a esse.

Vi toda a magnitude do amanhecer pela última vez...

como se fosse a primeira.

Então me despedi da luz do sol...

e me preparei para me tornar...

o que me tornei.

Despediu-se da luz?

Drenei seu sangue até...

a fronteira da morte.

Se eu deixar você aqui...

você morrerá.

Ou...

pode ser jovem para sempre, meu amigo...

como somos agora.

Mas precisa me dizer...

você virá...

ou não?

Sim.

Sim.

Seu corpo está morrendo.

Não se preocupe.

Acontece com todos nós.

Olhe...

com seus olhos de vampiro.

O que viu?

Não há palavras para descrever.

É melhor perguntar como é o paraíso.

Nenhum humano pode saber.

A estátua parecia se mover, mas não se movia.

O mundo mudou, apesar de continuar o mesmo.

Eu era um vampiro recém nascido, lamentando a beleza da noite.

Talvez queira outro cigarro.

Sim, quero. Não incomoda, certo?

Não sei por que deveria. Não pode morrer de câncer, certo?

Acho que não.

- E sobre os crucifixos? - Crucifixos?

Pode olhar para eles?

Na verdade, gosto de olhar para crucifixos.

E sobre as estacas no coração?

Besteira.

E sobre os caixões?

Caixões.

Infelizmente, são necessários.

Não se preocupe.

Logo...

vai dormir bem como sempre dormiu.

E quando acordar...

estarei esperando por você...

como estará também, todo o mundo.

Sangue. Eu descobriria que era uma necessidade também.

Acordei na noite seguinte com uma fome enorme.

Depois de provar isso...

nunca mais irá a outra taverna.

Você acha?

Se eu preferir os seus lábios?

São ainda mais doces.

Meu amigo...

deve provar esses lábios.

O beijo...

dele...

é profundo...

como o seu?

Ainda mais, querida.

Não vou matá-la.

Fiz isso por você.

Ela está morta...

mesmo, meu amigo.

É tão fácil, que quase sente pena.

Se acostuma a matar.

Esqueça essa perturbação mortal.

Vai acostumar-se ás coisas bem rápido.

Não está com fome?

Pelo contrário, querida.

Ele comeria a colônia inteira.

Acabarei com isso.

Deixe-nos.

Não pode fingir, seu tolo.

Não entregue o jogo.

Temos sorte em ter um lar.

Finja beber, pelo menos.

Um cristal tão bom não deve ser desperdiçado.

Eu sei.

Esfria rápido.

Não podemos viver assim?

Com sangue de animais?

Não chamaria de vida, mas de sobrevivência.

É um bom truque se fica um mês em um navio.

Não há nada nesse mundo que não seja...

Fascinante.

Sim.

- Esta conversa está chata. - Viveremos sem matar.

É possível.

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