Слово пацана. Кровь на асфальте
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O que aconteceu?
Que ficou de joelhos?
- Eu não me ajoelhei. - O que vocês estão escondendo?
- Zima? - Me deitaram no asfalto.
- Eu não vi nada. - O que há com vocês?
Aqui está ela.
Desamarre-o.
Precisamos levá-la para os pais.
Aigul.
Como você está?
Um morto, e dois levados ao hospital.
Um correu. O vigia viu pela janela.
Ele disse que um cara e uma garota fugiram de carro.
Tem algo de beber aí?
Aigul!
Filhinha!
Está tudo bem, filha!
Fique calma, minha querida.
Não chore, querida!
Não se preocupe, vamos resolver isso.
Saia daqui!
Saia daqui! Vá se danar, maldito!
Que todos vocês se danem!
SLOVO PATSANA SANGUE NO ASFALTO - E06
Eu não sabia que existiam anjos da guarda tão lindos.
- Salvou minha vida de novo. - Já chega!
- Deveria ter procurado um médico. - Só teria um disponível amanhã.
Amanhã ele volta e o médico olha.
- Diga obrigado pelo menos. - Ele já disse.
Venha aqui.
Como foi isso?
O quê?
A neve estava muito escorregadia.
Você anda tentando se equilibrar e... bam!
Dei sorte de ter sido de leve.
Seus dentes estão intactos? Sorria.
- Minha nossa... - Estão bem.
Antes do casamento já vão ter crescido.
Tenho que ir agora.
Mas amanhã vamos ao cinema, tá bem?
Certo.
Conhece algum dos que te atacaram?
Consegue identificá-los?
Eu não vou conseguir te ajudar se ficar só chorando.
Você ouviu algum apelido?
Acalme-se, se recomponha.
Sua mãe disse que um garoto te trouxe.
Quem é ele? Você o conhece?
Por que mentir? Sua mãe disse que você o conhece.
Foi ele que fez isso?
Não tenha medo.
Se alguém estiver te ameaçando, me fale.
Olá. Sou o Rinat.
Podemos conversar um minuto?
Isso não será fácil.
Ela parece estar protegendo alguém.
Vamos deixar isso assim. Não daremos queixa.
Já estamos suficientemente envergonhados.
Desculpe ter incomodado.
E aí?
Me diga, o que exatamente ocorreu com ela?
Com a Aigul.
Se eu soubesse...
E se ela perdeu a honra?
Se o novato continuar com ela, ele estará fora.
Essas coisas fazem perder a moral.
Não importa se é ou não irmão do Vova.
De outra forma, todos nós ficaremos desmoralizados nas ruas.
Caras decentes só andam com garotas puras.
Entendido.
Isso aí.
Vova.
Amanhã cedo pode ligar pra Aigul?
Não me deixarão falar com ela se ouvirem minha voz.
Marat, escute...
Eu vou ajudá-la... em segredo.
Todos que estavam lá...
já foram punidos.
E o cara que...
fez mal a ela,
um tal de Kolik,
vamos encontrá-lo
e puni-lo. Eu te prometo.
O que quer dizer com "fez mal a ela?"
Pode dizer claramente o que aconteceu?
Uma coisa muito ruim.
Vova, eu e ela estamos juntos.
Se o pessoal descobrir o que aconteceu com ela,
eles...
vão expulsar você.
Talvez não tenha acontecido. Você viu? Viu?
Por que está gritando? Você estava lá?
Eu estava lá. Se eles te expulsarem, não tenho como te defender.
Olá.
Costeletas com purê.
Eles não se importam.
Estuprada ou não, só não querem que os vizinho saibam.
Você sabe como é. Eles ainda querem que ela se case.
Obrigado.
Colegas, desculpa perguntar durante o almoço, mas é necessário.
Do que vocês estavam falando?
Ontem à noite recebemos um chamado.
Mas o pai apareceu. E disse que nada havia acontecido.
Ela havia saído com amigos, e algo aconteceu.
- Em qual rua ela mora? - Silkin.
Quadra sete.
E qual o nome da vítima?
O nome dela? Ela estuda com minha sobrinha...
Espere... Akhmerova.
Interessante.
Vamos fazer assim...
Termine de comer
e você vai
falar com a mulher que presenciou o tiroteio no café.
Mostre a ela uma foto da Akhmerova, e de quem mora no prédio dela.
E dos prédios vizinhos também.
Ou seja, dos territórios da Dom Byta e da Universam.
Isso é um bocado de gente!
Você está cansado?
Melhor ir andando...
Muito bem.
Não vai querer?
Ei, sou eu.
Sei que você está aí.
Você não foi na aula de música hoje.
Abra a porta.
Aigul!
Aigulizinha!
Não aconteceu nada, né?
Diga que não aconteceu.
Só diga isso, e pronto.
Não aconteceu nada.
Pronto!
Assunto encerrado!
Ninguém viu nada, né?
Se você agir como vítima, pensarão que aconteceu algo.
É preciso agir ao contrário.
Escute, hoje à noite vai ter uma festa.
Vou te esperar lá embaixo às sete.
O que é isso? Já não basta? Quer que eu chame a polícia?
- Chame pra você. - Moleque atrevido!
Está doendo, me solte!
Eu vou chamar a polícia e prestar queixa!
Que cretino, hein?
Imagine isso! Ele teve coragem de aparecer aqui.
Foi ele? Diga logo.
Não foi? Se tivesse sido ele, não teria voltado aqui.
Você é uma vagabunda!
- Pare, pare! - Vamos, vamos!
E aí, pessoal?
Reunião geral.
Vova, o pessoal tem uma pergunta.
Ah é?
Queremos explicações.
O que aconteceu ontem?
E o videocassete?
Seu interesse é o videocassete?
- Bem... - Estou me lixando pro videocassete.
Aconteceu o seguinte...
Eles nos chamaram para uma conversa.
Nós fomos...
a gangue inteira deles apareceu
nos pegaram de surpresa e nos espancaram.
Mas acabamos com os veteranos da Dom Byta.
Calma, calma!
Parem, parem!
Por que estão comemorando?
É só o início.
Na volta eu vi...
eles estão com os dentes cerrados, todos nos odeiam.
Viram que somos fortes.
Que dominamos as ruas.
Que enfrentamos a polícia, que queremos fazer negócios.
Por que o atraso?
Venha aqui.
Eu tenho motivo.
Motivos válidos são a morte da mãe, ou preso.
- Sua mãe morreu? - Não.
- Você foi preso? - Não.
Quer dizer algo?
- Não. - Essa é nossa disciplina?
Hein? Vocês ainda não estão prontos.
Estou olhando pra vocês, ainda não estão prontos!
Um bando de moleques!
O que faremos quando a coisa apertar?
Enfiar o rabo entre as pernas?
Agora podem dar 30 voltas no pátio.
Quem não completar, vai ter sua punição, entendido?
O que estão esperando?
Não escutaram?
Vamos correr, rápido! Vamos, vamos, movam-se!
Você precisa de um convite especial?
Eu disse todo mundo. Vamos, vamos.
Onde está a cantoria?
- Sabem a "Sedaya Noch"? - Sim!
Um, dois, três!
E novamente a noite cinzenta
Por que essa moleza? Mais energia!
Mais forte! Olha o ritmo!
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