Worst Neighbor Ever

Worst Neighbor Ever

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Season 1

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Worst Neighbor Ever S01 1080p WEB h264-EDITH
A Commentary by LosChulosTeam

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webdl
Published on: 2026-07-01
Downloads: 24
Hearing Impaired: No

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The first 200 lines.

Geralmente, se seu vizinho está irritado

por causa do limite da propriedade,

é simples.

É uma questão civil.

Bem, até que se torne um assassinato.

Eu pedi ajuda!

Não posso mais viver assim!

Me diga o que está acontecendo. Onde está?

Nada justifica o que aquela mulher fez.

Me deixa em paz, caralho!

Não, escuta.

Fala comigo.

Alô?

A PIOR VIZINHANÇA

Em maio de 2018, levei um tiro no rosto.

A bala entrou pelo lado direito,

atravessou meu nariz e saiu pela orelha.

Tenho muita sorte de estar aqui hoje.

Eu e meu marido, Dave, nos mudamos para Mount Sterling em 2002.

Morávamos em Ohio,

mas meus pais se aposentaram e vieram para Mount Sterling

porque a família deles é daqui.

Então viemos também.

ENTRADA DAS MONTANHAS

Mount Sterling é uma comunidade pequena.

Fica a uns 60 km de Lexington.

Praticamente todo mundo se conhece,

e todo mundo é legal aqui.

Todos são simpáticos.

É um mundo à parte.

Quase toda a família da minha mãe é de Kentucky.

Meus avós moravam aqui, minhas tias e tios também.

Shawna é como uma filha pra mim.

Mesmo a Shawna sendo adulta,

eu queria ter certeza de que ela estava bem.

A família da Shawna é bem grande.

Todos moram perto uns dos outros.

Se analisar a região,

metade da família mora por ali.

As crianças correm de casa em casa,

batendo nas portas, pedindo doces.

Meus pais moravam bem em frente à nossa casa.

Era ótimo. Estávamos todos por perto e passávamos tempo juntos.

Eu tinha uma piscina no meu quintal.

Fazíamos muitos churrascos e jantares ao ar livre.

Eu e o Dave sempre estávamos rindo, brincando, felizes.

Ele não tinha uma família tão unida quanto a nossa,

então ele gostava de ter uma família grande por perto.

Minha mãe e Dave se juntaram quando eu tinha uns dois anos.

Sempre tive dois pais. Fui muito abençoada nesse aspecto.

Dave me viu crescer,

e ele estava lá sempre que eu errava ou fazia algo bom.

Ele estava lá.

E sou muito grata por isso.

Em 1995, eu morava em Franklin, Ohio.

Eu trabalhava no Conselho do Desenvolvimento dos Deficientes.

Eu era motorista de ônibus,

levava e trazia clientes todos os dias

para que pudessem trabalhar.

David trabalhava na mesma área.

Minha primeira interação com o David foi no primeiro dia dele.

Nós discutimos.

A gente discutia, ele reclamava de mim.

Mas todos os dias, eu levava um aluno complicado,

e ele tinha que ir comigo.

Então começamos a conversar de forma mais civilizada.

Ele ficou mais simpático, e as coisas foram acontecendo.

E a gente se deu bem.

Começamos a namorar e fomos morar na minha casa

com minha filha, Haley.

Uma das minhas primeiras lembranças da minha mãe e do Dave juntos

foi a gente indo para o Tennessee.

Fomos passar as férias em Gatlinburg.

Um dia, ele acordou e disse: "Quer se casar hoje?"

E eu disse: "Até parece."

Nenhum de nós tinha roupa para casar.

Estávamos de shorts. Eu estava com uma camiseta de cerveja.

Haley provavelmente era a única que estava com uma roupa fofa,

porque ela era novinha e eu a vestia de forma fofa.

Eles sabiam que queriam ficar juntos, então se casaram.

Depois minha mãe descobriu que estava grávida da minha irmã.

Nós dois decidimos confiar e seguir juntos.

Todo mundo no nosso bairro se dava bem. Éramos unidos.

Eu morei lá por 14 anos

e nunca tive problemas com vizinhos.

Até a Frances chegar.

Aí tudo mudou.

Frances tinha uma longa história com nossa família em Mount Sterling.

Mas ela era bem mais velha do que eu.

Eu não sabia muito sobre a Frances,

só que ela e minha prima eram muito amigas.

E ela morou com a minha avó quando era mais nova

porque a família estava com problemas.

Frances se tornou parte da nossa família quando uns tinha 15, 16 anos.

Ela não tinha um ambiente familiar bom na casa dela.

Ela nos disse que a mãe não era boa para ela,

mas eu nunca soube se era verdade.

Ela gostava de estar com a minha família.

Estava sempre lá.

Depois de um tempo, a apresentávamos como nossa sobrinha.

Ela ficou próxima de nós. Todos a amávamos.

Ela era engraçada. Era divertido estar com ela.

Não sei o que deu nela.

Eu não ouvia falar da Frances há anos,

até que, um dia, ela apareceu.

Ela estava se divorciando e voltando para casa.

Frances queria comprar um terreno e morar perto de nós

porque ela fazia parte da nossa família.

Quando ela chegou, tinha muito dinheiro.

Ela nos contou que, quando se divorciou do marido,

recebeu uma bolada no acordo.

Frances comprou a propriedade bem em frente à nossa casa

e ia se estabelecer lá para morar.

Mas tinha uma casa velha que precisava ser demolida,

e o quintal precisava ser arrumado.

Ela perguntou se podia morar comigo até a casa dela ficar pronta.

Eu disse: "Tudo bem. Pode ficar."

Eu me dou bem com todo mundo e pensei:

"Vou ajudá-la."

Minha ideia era estar lá

e tratá-la como família.

Era isso que eu pretendia fazer.

NOVEMBRO DE 2016

Frances se mudou para cá no fim de novembro.

Eu estava afastada por invalidez, não podia trabalhar.

E Dave trabalhava numa fábrica aqui em Mount Sterling

que fazia peças de carros.

David também trabalhava meio período na cadeia local

como ajudante do carcereiro.

Ele era muito trabalhador. Trabalhava o tempo todo.

Minhas duas filhas tinham saído de casa.

Achei que seria uma boa companhia

ter a Frances lá.

Eu e Frances saíamos para fazer compras.

Íamos comer fora.

Íamos ao cinema.

Fazíamos churrasco.

Íamos a uma boate no centro para dançar.

Nós nos divertíamos.

Mas aí começamos a ter problemas.

Ela era meio grossa comigo ou ficava chateada.

Mas eu deixava pra lá e não falava nada.

A personalidade da Frances ficou mandona.

Tudo tinha que ser do jeito dela.

Ela queria ter o controle.

Quem me conhece sabe que gosto de faxina.

Vivo limpando a casa.

Eu estava passando aspirador de manhã cedo

e ela chegou desligando a tomada, dizendo:

"É muito cedo pra aspirar."

E eu pensei: "Opa, a casa é minha."

Comecei a ver mais sinais de que não era uma boa ideia

ela morar comigo.

Ela me contou sobre um vídeo em que ela aparecia.

Assistimos juntos no YouTube.

Muçulmanos são tão satânicos quanto os outros!

É tudo a mesma coisa.

É o seguinte. Nem vejo o islamismo como religião.

É um culto à morte. Um culto à morte famoso.

É só isso. Sempre será só isso.

- Não gosto de você. - Não gosta? Por quê?

- Você é muçulmano. - Quem disse?

Se não for, é simpatizante do islamismo.

Não te falei. Sou judeu.

Acho que não gosta de Jesus.

É verdade.

Ou é judeu, ou muçulmano, ou ateu.

É viado também?

Sou viado também?

Sim.

Achei que era um pouco louco.

Mas ela achou legal que estava no vídeo protestando.

E comecei a pensar: "Talvez ela seja um pouco racista."

"Isso não vai dar certo."

David não gostava dela.

Ele disse que ela era problema.

Que era faladora e queria chamar atenção.

Ele era bom em analisar as pessoas.

BEM-VINDO A OHIO CONDADO DE ASHTABULA

Em 2016, eu morava em Ohio.

Eu tinha conhecido meu marido.

Meu filho Owen nasceu em 2013.

Então eu já tinha um filho quando conheci meu marido.

Eu visitava meus pais quase todos os fins de semana.

Dave e eu éramos doidos pelo Owen.

Owen era o amor da vida dele, porque ele tinha duas meninas.

Ele queria muito um menino na família.

Quando Owen nasceu,

Dave estava lá todos os dias,

colocando para dormir, segurando, assistindo à NASCAR com ele.

Parecia que tinham sido melhores amigos a vida toda.

Ele era o nosso mundo.

Tudo muda quando se tem um neto.

Haley veio com o Owen para nos visitar em um final de semana.

Quando chegaram, Haley perguntou: "Quem é essa?"

Eu disse: "É a Frances, ela está morando comigo."

Quando soube que Frances estava morando com meus pais,

foi uma grande surpresa.

Eu não conhecia essa mulher. Não sabia nada sobre ela.

Quando conheci Frances,

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