The first 200 lines.
Ótimo. Acha graça nisso, idiota?
Sabe, poderia tirar sua pilha e matar você.
Então não seja convencido.
-2707 para Controle. -Controle, 2707.
Checando. Espero um informante chamado Freddie.
Ele não pintou. Ligou para mim?
Controle, 2707. Nenhum recado.
Entendido. Quero pedir uma linha.
Ligue para 555-3312, por favor.
Ligar para sua namorada para dizer que vai se atrasar
não é comunicação essencial. Você deveria saber, 2707.
Limpo.
Limpo. Entendido. Valeu por nada, Controle.
Que ótimo.
Merda.
O amor é cego.
Oi! Polícia.
É uma emergência. Preciso usar seu telefone.
Desculpe pelo estofamento.
Finjam que não estou aqui. Não vou demorar.
Champanhe de US$ 100.
Ela merece. Droga, a secretária está ligada.
Vocês têm secretária? Detesto secretárias. Têm um Kleenex?
Deixa pra lá. Tudo bem. Vai sair.
Oi, Tracy. É o Dooley.
Liguei para avisar
-que vou chegar tarde. -O que é aquilo?
Preciso desligar, amor.
Não é da equipe do jornal de TV!
Acho que alguém está zangado comigo.
Sem dúvida, alguém está zangado comigo.
Ei, Dooley! Tem carona para casa hoje?
-Byers, preciso de um carro. -Posso perguntar uma coisa?
Depois. Preciso de um carro. Explodiram o meu.
Só uma pergunta. Uma pergunta.
Quantos tiras usam o dia de folga para arriscar a pele?
-Armaram para mim! -Quantos?
Olha, eu o peguei, está bem? Estou perto, Rog. Peguei Lyman.
-Dê-me um número. Vou escrever. -US$ 50 milhões.
Lyman vai mover US$ 50 milhões. É grande, Rog, e vou pegá-lo.
Mike, não tem provas contra Lyman.
Tem a roupa molhada, pavio curto e um carro destruído.
Isso. Foi o que eu disse. Preciso de um carro.
Quer um carro, arranje um parceiro. Leva os dois por um.
-Não, não quero um parceiro. -Davis. Pegue o Davis.
-Davis me odeia. -Está bem, o Spencer. Que tal?
-Eu odeio o Spencer. -Conhece a equipe. Escolha um.
-Lydecker. Ele é bom. -Lydecker está morto.
Por isso gosto dele. Não me empata a vida.
Rog. US$ 50 milhões. US$ 50 milhões e Lyman.
-US$ 50 milhões? -É.
Ouça, sabe-tudo, como sabe que a carga está vindo?
Intuição afiada de tira. Você se lembra, Rog.
Você tinha isso, lembra?
Antes de virar tira de escritório.
Tira de escritório. Gosto disso. Consegue dizer cinco vezes bem rápido?
-Tira de escritório... -Você é ridículo.
Tem inveja porque cheguei a tenente antes de você.
Tem razão. É verdade.
Estou roxo de inveja porque adoraria passar meus dias aqui
puxando o saco do comissário!
-Foda-se, Dooley! -Agora, Roger. Vamos! Bata.
-Não me provoque! -Faça o melhor possível!
Você fez.
Você me bateu.
Não acredito que me bateu.
-Ganho o carro? -Vai aceitar um parceiro?
-Não. Está bem. -Não ganha o carro.
Está bem. Não preciso da sua ajuda.
Pego o Lyman sozinho.
Querida?
Amor.
Merda.
Trace.
Trace, sei que está zangada. Tem todo direito.
Sei que era para ser uma noite especial.
O vinho, o frango ao alho, que é meu favorito.
Batata assada, ervilhas.
Ervilhas. Mesmo odiando ervilhas.
Fazem bem para mim, e isso mostra seu carinho, querida.
Sei que atrasei três horas. Sei. E...
-O que posso dizer? -Oi.
-Oi. -Oi.
-Oi. -Este é o Chad, Mike.
-Chad? -É, o Chad.
É um amigo do trabalho. Trabalha na Pan Am.
Um daqueles carregadores de malas?
Não, não exatamente. É um dos pilotos.
Querida, você é editora de livros. Como conheceu o sorridente aí?
Ele também escreveu três sucessos de vendas.
-Livros? Manuais? Instruções? -Tenho um voo cedo.
-Talvez eu... -Obrigada pelo cinema, Chad.
Disponha. Vamos jantar quando eu voltar de Hong Kong. Nós três.
-Nossa, que noite vai ser. -Boa noite.
-Boa noite. -Boa noite, Chad.
-Está namorando? Foi um encontro? -Ele é um amigo. Fomos ao cinema.
-Faça-me um favor. -Mike.
Faça-me um favor: quando for ao cinema, vá com caras feios.
Caras feios com empregos ruins.
-Você tem um emprego ruim. -Isso mesmo. Entendeu?
Por isso somos o casal ideal.
Por que não me esperou?
Porque se vivesse segundo seus horários, surtaria.
Seria uma atiradora num mês.
Já é difícil saber que fazer uma prisão
é mais importante do que estar comigo.
Amo você, Mike, mas não posso contar com você, então faço o que dá.
Coma ervilha. Faz bem para você.
-Sabe, estou num caso importante. -Sempre está.
É Lyman. Acho que eu o assustei.
-Ele tentou me matar hoje. -Grande notícia.
-Agora me sinto melhor. -Olha.
O que quer que eu diga? Vou dizer.
Não é o que você diz. É o que eu sei. Sei o que importa para você.
Eu não importo.
É a próxima prisão ou a próxima carga ou bobeira da América do Sul.
Eu sei disso.
E ou eu lido com isso, ou vou viver minha vida de outro jeito.
Está bem. Olha, se me odeia tanto, vá embora.
Pegue seus sapatos e vá embora.
A casa é minha. Você veio morar comigo.
É mesmo. É verdade.
Não poderia pagar por essa casa tão legal.
É de muito... Muito bom gosto.
-É linda. Você fez um bom trabalho. -Mike...
Esqueça, por enquanto. O uso da linguagem não é seu forte.
-Ah, é? Qual é o meu forte? -Não, não é esse também.
-Mentirosa. -Convencido.
Convencida.
Alô. Dooley.
Tem o endereço do Freddie? Não, me dê.
Não. Viaturas, não. Não quero assustá-lo.
Não.
Droga. Errei.
Puxa, sou velho.
-Ernie. Por onde andou? -Noite de merda.
-Por que não está com a sua namorada? -Por que você não está?
-Vim trazer sua pizza, cara. -De queijo e cogumelos?
-Como sempre. -Tome. US$ 7, certo?
-É. -E os guardanapos?
E a gorjeta?
A pizza está fria, porra.
Preciso de um micro-ondas aqui.
Avançou o sinal vermelho!
Bom dia.
-Freddie, meu amigo! -Não pode ser.
-Não pode ser! -Pensou que eu tinha morrido, hein?
Surpreso em me ver? Você armou para mim, Freddie.
-Não fiz nada! -Então por que está correndo?
Fazendo exercício.
Exercício? Posso ajudá-lo aí, Freddie.
Sabe, esse lance de correr, não entendo.
Dooley, o que diabos está fazendo?
Mas se não correr, não terá os benefícios aeróbicos.
Faça sinal à direita para mim, sim? Obrigado.
-Freddie, ouça. -Dooley, o que está fazendo?
-Nomes, Freddie. Preciso de nomes. -Não sei!
-Você é como Edwin Moses. -Qual é.
-Campeão de obstáculos. Sabia? -Qual é, cara!
-Não! -Para ser o melhor, precisa continuar!
-Dooley! -Vamos, amigo. Vamos.
-Está bem. Eram traficantes. -Traficantes? Cuidado com o poste!
-Não vá irritar a operadora! -Não faça isso!
-Nomes, Freddie. -Não sei!
-Foi o Lyman? -Não sei, eu juro.
Foi Benny, a Mula, que atirou. Jesus, Dooley, o que está fazendo?
Tem sapatos de pelica italianos?
Acho que isso é uma carona.
Dooley, você vai me matar! O que está fazendo?
Está bem! Você melou a carga grande de cocaína deles.
Agora quero saber, vão trazer mais drogas?
Vão trazer bem mais drogas, não vão, Freddie? O quê?
Vamos, me dê a real, Freddie.
-Vamos. Quero a verdade. -Está bem.
Tivemos uma reunião num depósito.
Quinta com a Presidio. Transworld Cargas, algo assim.
É bom que seja verdade, porque vou dizer uma coisa,
não vou perder a tarde revistando.
Vai passar a vida revistando aquele lugar.
-É? -É enorme.
Dava para esconder o dirigível da Goodyear lá.
-É melhor ter um bom faro. -Sei, sei.
-Acho que tem razão. -O que eu vou fazer?
Dirija devagar, não ultrapasse.
Polícia de San Diego.
Larguem as armas, ponham as mãos na cabeça
e saiam do prédio pela porta da frente.
Sou o Sargento Young da Polícia de San Diego.
Larguem as armas, ponham as mãos na cabeça
e saiam do prédio pela porta da frente.
-Qual é o lance? -Começamos agora.
Flagramos uma compra de droga.
Eles fugiram, pegamos um, os outros dois estão lá.
-Brannigan está lá? -Está.
Ei, Brannigan. Brannigan!
-Brannigan. Venha cá. Preciso de um favor. -Estou ocupado, Dooley.
-Preciso de um cachorro aqui. -Eles têm um show.
Só preciso deles por duas horas. Vamos, me dê o cachorro.
-Por que não posso ter um? -Falta treinador.
Sem treinador? Eu me viro.
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