The first 200 lines.
EPISÓDIO 44
Amor, o que há com aquele carro?
Não é o carro do meu irmão?
Por que seu irmão está aqui?
O que diabos?
Amor, é o carro do seu irmão!
Amor, cuidado!
Não… Jun Bum!
Jun Bum…
Isso é verdade?
Sim, é verdade.
Isso é tudo.
Então quem…
matou meu pai biológico?
Eu não sei.
Por favor, tente lembrar.
Por favor, pai.
Eu não tenho a menor pista.
Me deixe…
te contar uma velha história.
Quando seu pai e eu
tínhamos nove e 12 anos,
o seu avô nos fez ficar em pé de frente um para o outro.
Obviamente tínhamos feito algo de errado,
e, como meio de nos castigar,
ele nos fez estapear a bochecha um do outro.
Era para acordar o bom senso.
Em vez de nos apoiarmos no irmão,
ele nos mandou sermos fortes e ferozes.
Aterrorizado pelo seu avô,
eu estapeei meu irmão mais novo.
Mas o seu pai…
levou o golpe
e não me bateu de volta.
Mesmo com os gritos brutais do nosso pai,
ele…
se recusou a estapear o irmão.
Desde aquele dia…
eu vivi com a culpa
e me senti inferior, comparado ao seu pai.
Mas…
duvido que só isso
me faria querer matar meu próprio irmão.
Sabe,
na noite do acidente…
seu pai me disse uma coisa.
Ele disse que te queria de volta.
Nosso pai estava morto,
então ele disse que era a coisa certa.
Aquilo me assustou até os ossos.
Você era tudo que eu tinha.
Ele logo seria o presidente, mesmo,
então eu não podia o deixar levar
meu único filho também.
A alegria de criar um filho mais esperto e melhor que eu
tornou toda a humilhação válida,
mas ele pediu você de volta.
Na época, eu achei que seu pai
estava sendo egoísta e irracional.
Além disso,
eu não tinha coragem de te mandar de volta para ele.
Eu preferia morrer
a não te ter na minha vida.
Foi por isso que dirigi atrás dele como louco.
Em vez de te perder,
escolhi matá-lo e tirar minha vida.
Por que fez isso?
Eu continuaria sendo seu filho.
Se tivesse me contado antes,
eu teria chamado os dois de pai.
Também me arrependi disso.
Mas não podia te contar depois que eles morreram…
porque descobri
que sua mãe tinha um câncer terminal.
Seu pai não estava sendo ganancioso e egoísta.
A esposa dele estava morrendo,
e ele queria deixá-la abraçar você como filho
ao menos uma vez antes de descansar.
E eu entendi isso.
Pensando na sua mãe, que passou tantos anos
vendo o filho crescer de longe,
é claro que eu entendia.
Mas não fazia ideia…
Então, não me perdoe.
Se poupe de mágoas
e me mande para a prisão.
Você não a fez abdicar do bebê.
Os anos me ensinaram uma coisa.
Na vida,
nada supera a alegria de ter a aprovação dos seus pais,
nem a felicidade de ser respeitado pelos filhos.
Meus pais nunca me reconheceram,
mas fico feliz por ter sido respeitado como seu pai.
Quando meus pais não acreditaram em mim,
você acreditou, e isso foi bom o bastante para mim.
Quero encerrar tudo agora.
Eu só
estou exausto.
Alô?
Liguei logo cedo para te contar uma coisa.
O que é?
Tenho um encontro às cegas.
O quê?
Não só um encontro. É algo sério.
Do tipo que dá em casamento.
Ela é musicista.
Se formou em piano na Juilliard.
E daí?
Homens têm uma fantasia com mulheres artísticas.
Essa mulher, aparentemente, parece uma magnólia.
Uma flor de magnólia.
Eu tenho uma coisa por magnólias.
Tem mesmo?
Então a mulher esportiva que parece uma erva-mata-pulga
à beira da estrada vai desligar.
Pode entrar na brincadeira, em vez de ser tão fria?
Tae Ho.
Estou em outro lugar agora.
Onde?
Eu te digo depois, certo?
Pretendo visitar sua mãe depois.
O quê?
Se estiver ocupada, eu vou sozinho, e é isso.
Você queria que eu fosse lá para tentar ser aprovado de novo,
mas perdemos a chance porque o Hyo Jun furou a fila.
Isso foi há semanas.
Mas estávamos ocupados com questões familiares.
Tae Ho, estou ocupada agora.
Você pode passar tempo com a cara de magnólia
da Juilliard, não pode?
Era um amigo.
Ele ligou dos EUA ontem.
Se gabou sem parar da mulher com quem ia se casar.
Por isso estou de mau humor hoje cedo.
Tae Ho, estou num lugar muito importante.
Não ligo. Vou visitar sua mãe depois.
Preciso treinar um cliente também!
Tae Ho.
DIRETORIA
DIRETORIA
CONCURSO DE PIANO
Hyo Sung.
-Oi. -O que estava fazendo?
Só estava olhando por aí.
Descobriu algo?
Não exatamente. Não tem nada aqui.
É mesmo?
Que estranho.
Não sei por que o pai estava aqui.
É, nem eu.
Vamos. Preciso devolver a chave ao dono do prédio.
Certo, vamos.
Hyo Sung.
O que foi?
Como assim?
Você ficou tão sério.
Não é nada.
Em que estava pensando?
Eu falei que não é nada.
Vamos embora logo.
KONGJWI E PATJWI
Aqui está o juk de feijão-azuqui.
Bom apetite.
Senhora, quando nosso pedido chega?
Nos dê um momento. Já vai sair.
Kkeut Soon, depressa! Precisamos de mais juk.
Aqui está!
-Me dê. -Aqui.
Nossa!
Aqui. Bom apetite.
Podem mandar dois juks para viagem?
Pode esperar?
Kkeut Soon, não pode falar assim com um cliente.
Peço desculpas. Já vamos embalar a comida.
Eu falo assim porque estou cansada.
Por que está tão lotado aqui hoje?
E as pessoas enfileiradas no corredor?
Pois é. Por que o Sr. Park não está aqui?
A Ga On está gravando algum programa de TV hoje.
Quanto tempo mais precisaremos esperar?
Só um momento, por favor.
Eles já vão sair.
Venham se sentar. Por aqui, por favor.
-Sentem-se. -Certo.
Vou ajudá-los a pagar.
Vão pagar com cartão de crédito?
Não sei se somos uma cafeteria, um restaurante de juk
ou de panqueca.
Tchau.
Caramba…
KONGJWI E PATJWI
Como conseguiu meu número?
Peguei com sua filha.
Já almoçou, sogra?
Não tive tempo para almoçar.
Por que ligou?
Sogra.
Quando posso ir te ver?
Como ele é vulgar.
Você disse da última vez que eu podia visitá-la,
No comments yet. Be the first to leave one.