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12 HORAS ANTES
- Como está? - Estou bem.
- E o trabalho? - Sou grato. E o seu?
- Como vai? - Querido, como vai?
Não vou mentir, estou cansado deste trabalho.
E até dessas crianças.
- Continue tolerando-as. - Olha…
O que é isso na sua cabeça?
Deve ser pó de giz da sala de aula.
Vou poder te ver mais tarde?
- Quero ir falar com o pastor. - Não.
Só uma vezinha. Não vai demorar.
Safadinha.
Alô?
Como está? Já terminou na escola?
- Mamãe, olha o que eu fiz. - Que lindo.
Querido, por favor, me ajude a sacar
dinheiro no banco.
Não. Tenho muito trabalho.
O que vamos fazer?
Se não me ajudar a sacar, não teremos o que comer à noite.
- Está bem. Eu ouvi. - Como está?
Tem muitos clientes aqui.
Por favor, meu marido.
- Eu vou. Ouvi você. - Boa tarde! Como está?
Não vai demorar muito tempo. Só uma vezinha.
Deixe-me ir ver o pastor rapidinho.
Certo. Quando terminar com o pastor,
- me avise. - Está bem.
- Por que está demorando para terminar? - Meu chefe.
- É difícil, mas estou quase terminando. - É por isso que está demorando tanto?
Ei, você! Onde está o Lateef?
Não sabemos aonde ele foi, senhor.
Sabe que ele está sempre inquieto.
Ele só se acha porque é formado, engenheiro mecânico.
Está bem, deixe pra lá.
- Estou quase terminando, senhor. - Eu disse para deixar.
- Mas consigo, estou quase terminando. - Deixa o Lateef terminar.
Não estrague o carro do cliente.
RISI MELHOR AMIGA
7 CHAMADAS PERDIDAS.
Quem deve ser?
Pode ser o proprietário. Ignore.
- Quem é? Qual é o problema? - Lateef, abra!
- Quem é essa? - Meu Deus.
Eu perguntei quem é.
Deve ser minha mãe.
- Sua mãe? - Sim. Minha mãe.
Ela já não tinha morrido?
- Lateef, abra! - Calma.
Não é biológica, é só porque somos próximos.
Quis dizer que é como uma mãe para mim.
Levante-se! Não me implique.
- Estou procurando a chave. - Abra a porta, meu amigo!
Pegue isso.
Não sei onde estão minhas chaves.
Ainda estou procurando minha chave.
Iyabo. Achei que estivesse viajando.
- Onde ela está? - Quem? O que foi?
Não tem ninguém aqui, Iyabo.
Não há ninguém aqui.
Não tem ninguém aqui.
Não tem ninguém.
A porta desse banheiro está com defeito.
Lateef, abra esta porta.
A porta está com defeito.
- Até chamei um carpinteiro. - Abra a porta!
Falei que está com defeito, mas o carpinteiro vem só à noite.
Tudo bem. Sem problema.
- Vou quebrar… - Iyabo, espere.
- Tenho uma surpresa para você. - Me deixe em paz.
- Ai. - O que foi?
Quero usar o banheiro. Abra a porta.
A porta não abre.
É melhor irmos a um restaurante. Está com defeito.
- Falei que quero usar. - Juro por Deus. Está com defeito.
A porta está totalmente estragada.
Abra a porta, Lateef.
- Lateef. - Iyabo.
Me desculpe, posso explicar.
Honestamente, posso explicar.
Pastor. Minha vida está estagnada.
Não sou promovido no trabalho.
Até em casa, minha esposa faz o que quer. Só porque é mais rica do que eu.
Já estou cansado.
Você trouxe as 50 mil nairas?
Estão bem aqui.
Vai dar ruim para você.
Essa é a porcaria que vem fazer com os maridos das outras?
- Eu não fiz nada. - É? Por que se escondeu no banheiro?
Não me escondi.
Seus pais devem pensar que está na escola,
mas está aqui se esfregando em homens,
- perseguindo homens por aí. - Qual o problema?
- Qual? Vou falar. - Laide.
Está me insultando desde que chegou. Por quê? É seu marido?
Não está dormindo só com nós duas?
Lateef!
Olha como sua prostituta fala comigo.
Não sou prostituta.
Por favor, me dê meus sapatos.
Vai falar comigo nesse tom? Volte. Por que me deixou falando sozinha?
Ainda estou falando com você.
Então, é essa a porcaria que você anda fazendo?
Me desculpe.
Imploro, por Deus. Posso explicar.
Você entende? Me desculpe.
- Você e seu pedido de desculpas vão ver! - Para que implorar?
- Laide, qual é seu problema? Quieta. - O quê?
- Não a irrite mais. - Não estou nem aí pra ela.
Essa porcaria que anda fazendo
nesta casa que eu paguei com meu dinheiro?
Me desculpe.
Pagou com seu dinheiro ou com o do seu marido?
Não gasta o dinheiro dele?
- Acha que não sabemos? - O que é isso?
Não quero que vire briga.
Não estou nem aí se ela se chatear. Pare de gritar comigo! O que foi?
- Espere. - Não vou sair!
- O que é isso no seu pulso? - Não é da sua conta. O que foi?
Não é minha pulseira?
O Lateef comprou para mim. Por quê?
Cala essa boca!
Então, não é só prostituta, mas também ladra?
Tire. Compro outra.
O quê? Não vou tirar.
- Tire. Compro outra para você. - Me dê isso.
Tire. Compro outra. Pare.
- Está me machucando. - Iyabo, pare.
Pare, está me machucando.
- Ladra! Vagabunda! - Iyabo, vá com calma.
Olha como fala, sou mais velha. Vagabunda!
Laide, por favor, vá embora. Falo com você mais tarde.
- Me desculpe. - Diga para ela se levantar e ir!
Laide.
Diga para ela se levantar e sair desta casa.
Que absurdo!
Laide!
Laide!
- O que foi? - Ela não está respirando.
Como assim?
- Não está respirando. - Você está bem?
- Diga para se levantar! - Você a matou!
- Pai, ouça Seu filho. - Amém!
- Dê-lhe a sua glória. Devolva-a. - Amém!
Dê-lhe a sua glória de volta.
- Imploramos. - Amém.
- Em nome do Pai. - Amém!
- Amém! - Amém!
A batalha foi vencida.
- O vínculo, quebrado. - Aleluia!
A batalha foi vencida. O vínculo foi quebrado.
Pode se levantar. Ele foi quebrado.
- Obrigado. - O vínculo foi quebrado.
- O Pai venceu. - Obrigado.
Você receberá boas notícias dentro de sete dias.
- Sete dias? - Sete dias.
Mas assim que receber as boas notícias,
você deve voltar aqui rapidamente para pagar o dízimo.
- É muito importante. - Entendi. Obrigado.
- Muito bem. - Obrigado. Posso ir?
- Shina! - Sim!
Dê isso para mim.
Nós oramos sobre ele, então não pode sair com ele.
- Obrigado, pastor. - Eu agradeço.
Quero dizer…
- Ela não pode morrer assim. - Ela está morta!
- Ela não está respirando. - Estou enrascada.
Iyabo, ela não está respirando.
Que desastre.
É um grande desastre.
Iyabo, vamos contar à polícia.
- Não. - O que foi?
Se contarmos, serei presa. Sabe que não sou durona.
- Explicarei que foi um erro. - O que vai dizer a eles?
Vai dizer que cheguei à casa do meu namorado
e o peguei com uma prostituta enquanto eles estavam transando?
Meu marido vai me matar.
Não vamos dizer que sou seu namorado.
Vamos dizer a eles que…
Eu nem sei o que dizer.
Estou encrencada.
Meus inimigos finalmente me pegaram. Mas ela não poderia ter morrido tão fácil.
- Confira. - Não sei examinar um cadáver.
Você também pode vir conferir.
Falei que está morta, por que pede para conferir?
- Sabe o que vamos fazer? - O que fazemos?
Olha o que vamos fazer…
Vamos nos livrar do corpo.
- O quê? - Isso.
Iyabo!
O que está acontecendo?
Eu não estou tentando fugir.
Quando escurecer, faremos isso.
- Está bem. - Já volto.
Está bem.
Estou encrencada.
Está tudo bem?
Você me assustou.
Está tudo bem?
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