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Agente Parker?
Oh, não. Não, não, não.
Agente Parker? Onde está?
É um pouco cedo, não é?
Não podia esperar.
É impressionante o quão pouco tem feito com ...
... tão pouco.
Bem, é o que faço com todo o tempo de férias que não entendo.
Fui a um monte de lojas outlet,
loja de móveis, com todos os tipos que eu não conheço.
Nunca pensei que fosse do estilo "Vampiros Adolescentes".
Devia ver o que li no avião.
O FBI é um trabalho não ficcional, preciso que o mantenha assim.
Isto é sobre Miami?
Oh, sim. Estou a falar de Miami.
Já passamos por isto.
Estar aberta a possibilidades é como fecho casos...
...como aquele.
Isso também a leva a becos sem saída.
Bem, onde eu cresci,
um beco sem saída é ainda melhor do que a realidade.
- Então, para onde me manda desta vez? - Haven.
Maine.
Cidade natal de um Lester Jonas.
Fugiu de uma penitenciária federal á 19 horas.
Matou um guarda durante a fuga. Encontre-o e traga-o de volta.
Nada mais. Esta é a sua realidade.
Você é uma boa agente, Audrey.
E um dia, talvez, seja um excelente agente.
Concentre-se no trabalho.
Ponha o livro na mesa quando acabar de o ler.
Pára!
Pára, caramba!
Pára! Pára, caramba!
Não me faças alvejar-te!
Última Hora: Faltam seis dos sete dedos do Tommy Bolt.
foram devolvidos. Sou o Ryan Wisely da WDLH,
A voz de Haven.
Não, não vou morrer por isto.
Pára.
Está bem...
Deus! Você precisa de ajuda?
Não. Não, eu estou bem. Obrigado.
Oh. Ok, então.
Inacreditável.
- Tenho pena do carro. - É alugado.
- FBI! Quem é você? - Polícia de Haven. Quem é você?
- FBI. É surdo? - Como posso ter a certeza?
Ok, para começar, estou a usar uma arma
à cintura. É uma nove milímetros governamental.
E deram-me, você sabe. Um destes.
Hey, mantenha as mãos onde eu as possa ver.
Ok, o que vou fazer? Tirar outra arma?
Está bem. Mostrei-lhe o meu.
Okay.
Então, todas as vossas estradas são tão más?
Arenito. Gosta de partir.
Posso dar-lhe uma boleia para algum sítio?
Acho que é mais amigável do que se eu recrutar o seu veículo.
Provavelmente, menos burocracia, também.
Oh! Desculpe-me você está bem?
- Está bem? - Não senti.
Tipo duro.
Por acaso não viu um tipo
chamado Jonas Lester recentemente?
Deixei-o ainda agora.
Continue a procurar o que quiser, mas este homem já esta bem morto,
e não tende para mudar.
- Chefe Wuornos, esta é... - Agente Especial Audrey Parker.
Oh. É o FBI. Bem, é uma daquelas situações
onde diz que está aqui para ajudar, mas está na realidade a pisar-me o pé?
Não nestes sapatos.
Na verdade, vim cá à procura dele.
Sim, sim. Demos o alerta quando o Jonas fugiu.
O FBI pensou que ele podia voltar
à sua cidade natal. Eu acho que voltou.
Alguém se esqueceu de alguma coisa.
Está escrito.
Não consigo ler, mas vale a pena conferir
Vou levá-lo para o laboratório em Bangor.
Por que você não nos iluminar?
O que faz o agente especial do FBI no caminho da introspecção?
Bem, os ferimentos não sugerem uma luta.
Não acho que ele foi arrastado até aqui.
- Não acha? - Ele morreu ontem à noite.
Os seus rapazes vão ter de nos dar a hora exacta. À primeira vista,
Parece que ele caiu lá de cima, mas o corpo
está muito longe da borda, sabe, a menos que haja um canhão lá em cima
ou algo assim. Enfim, não acredito que seja um acidente.
Está a pensar demais. A melhor coisa que Jonas Lester
fez por esta cidade foi morrer.
Então, acabámos.
Ele matou um funcionário federal, portanto a minha investigação não está acabada
até saber porque aqui veio e o que lhe aconteceu.
Nathan, arranja um verdadeiro crime para investigares.
Chefe, que tal eu mostrar a cidade á agente,
- enquanto solucionamos algumas pontas soltas. - Força, desperdiça o teu tempo, também.
Não tens mais nada que fazer.
- Howard. - Fala a Parker
- O Lester está morto. - O que aconteceu?
Bem, eles estão dizem que é um acidente,
mas algo não parece certo.
Parece certo no seu beco, Agente Parker.
- O Chefe Wuornos não pensa assim. - Eu confiar nos seus instintos.
Estou a trabalhar com um detective local, uh ...
Wuornos.
- Chama ao seu pai chefe? - Eu chamo ao meu chefe: chefe.
Ele é um homem teimoso. O que se passa? Ele está a testar-me?
Não a si. A mim.
Sem ofensa, mas metade da razão porque quero resolver
- é para o chatear. - E fazia-lo.
Acho que é uma das vantagens de ser requisitada pelo estado,
não há conflitos parentais.
- Então ... você é órfã? - Sou uma agente livre.
Tuwiuwok. É nativo americano?
Migmaw, sim. Significa, "Haven".
É mais fácil de soletrar, acho.
Estas devem ser as pegadas do Lester.
Parece que estão a seguir um segundo conjunto, aqui.
E as do Lester acabam ...
... abruptamente, aqui.
Pode ser.
Bem, isto ... Isto é estranho. Vocês têm
tornados aqui nesta época do ano?
- Talvez ... um por ano. - A sério?
Porque algo fez isto ás árvores.
Não houve vento ontem á noite. Já verifiquei.
- Verificas-te? - Também não encontrámos um canhão.
Agora estamos a falar.
Bela arma, mas o Lester não foi alvejado.
Encontrei isto. Um chapéu?
Conheço um tipo que usa um chapéu como este.
Eu também, mas isto não faz dele prova.
O Lester roubou o dinheiro todo desse tipo.
Está bem, isso torna-o uma prova.
Bem-vinda a Haven. Você gosta de panquecas?
- Temos boas panquecas. - E lagosta?
- Maine não é famoso pelas lagostas? - Não gosto de lagostas.
Mas gosto mesmo de panquecas.
Gosto da carrinha.
Obrigado. Tenho-o desde os meus 19 anos.
Como mantém um carro por tanto tempo?
Não conduzo em penhascos.
Então ...
A quem pertence este chapéu?
Conrad Brower, veterano da Guerra do Golfo, faz-tudo local.
Esteve na guerra com o Lester.
O Conrad voltou como um herói desempregado,
O Lester voltou como um falhado com conhecimentos de informática.
Foi preso por roubar a reforma de alguns veteranos camaradas dele.
- Incluindo o Conrad. - Sim.
Olá, Conrad. A ajudar a Marion outra vez? - Olá, Nathan.
- É o que eu faço. - Encontramos o teu chapéu
em Bluff Tuwiuwok.
Obrigado.
Esteve lá ontem...?
Mantenha o perímetro.
- Por favor. - O quê?
-O Conrad gosta de ter o seu espaço. - Certo
Perdoe-me, Sr. Brower.
Pretende responder à minha pergunta em algum momento em especial?
Estive lá em cima, esta manhã.
Gosto de ver os barcos a sair. Devo-me ter esquecido do chapéu.
Nunca viu o Jonas Lester?
- Não a mexer-se. - Mas conhecia-o?
- Servi com ele. - Certo.
E quando saiu ele roubou-lhe todo o dinheiro.
Não me roubou só a mim. Eu sei onde quer levar esta conversa.
Conrad ...
Ontem, no final da tarde e à noite, onde estava?
A apanhar amêijoas. Fora de Edgewater Bay.
Até ao por do sol.
Tudo bem, você fala monossílabo. Quer tentar
passar pelo perímetro dele, enquanto eu entro e falo com a dona da loja?
Claro.
- Aonde vai? - Mr. Brower, se tem
algo para me dizer, agora é a altura.
Isto é estranho.
Conrad? Conrad!
Ele fugiu.
Nathan! Cuidado!
Parabéns, Nathan. Agora vais voltar comigo para uma ressonância magnética.
Número 9 sortudo.
Sim. Anima-te. Á decima vez, é de borla.
Já é costume. Volto num instante.
Não consegues mesmo sentir dor?
Chama-se neuropatia idiomática.
Não conseguias mesmo sentir quando a porta do carro te bateu na mão?
- Não. - Sentes fogo?
Não... Estranhamente sim, sinto gelo - Gelo?
Sinto uma dor de cabeça que vai e vem.
Aquilo foi estranho.
Nunca vi um nevoeiro assim.
Maine tem muitos tipos de nevoeiro.
Está bem. Entra para trás.
Eu posso guiar.
Não estou a discutir contigo, Nathan.
Para trás.
Vai, eu ligo ao FBI e verifico o álibi do Conrad.
Eleanor, estás a exagerar.
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