Human Vapor

Human Vapor (ガス人間)

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Season 1

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Human Vapor - S01E03 - The Journal
A Commentary by chargephoton88

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Published on: 2026-08-21
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Hearing Impaired: No
FPS: 23.976

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The first 200 lines.

HUMAN VAPOR

Tem múltiplas feridas provocadas por arma branca.

Estava morto quando os paramédicos chegaram.

E os pertences da vítima?

Havia uma carteira na mala dele. E um telemóvel.

Mais nada digno de nota.

Está à procura de alguma coisa?

Sim, suponho.

Ele está ali.

- Aqui. - Estamos a investigar.

Olá.

O que aconteceu?

O Obata

está morto.

E o diário?

Não é da tua conta. Esquece.

Responde. Encontraste-o?

Não te metas nisto!

Ias conseguindo que te matassem.

E depois?

Seja como for,

ainda podes ser um alvo.

Mandei-os arranjar um sítio seguro. Fica lá.

Havia dois repórteres.

Um homem e uma mulher.

- Um homem e uma mulher. - Sim.

Desculpe, posso falar consigo?

Com licença.

Sim. O que foi?

Porque é que estavam a seguir os yakuzas que me atacaram?

Não lhe posso dizer.

Pergunto como vítima que quase foi morta.

Como não parece perceber, eu explico.

É contra as regras partilhar detalhes da investigação com repórteres.

Seja como for, o Okamoto contactou-me.

Vamos levá-la para o sítio que preparámos.

Trouxe o carro.

Não é preciso.

Ainda tenho trabalho a fazer.

A vítima, Hiroki Obata, foi o diretor do White Center.

Depois de o centro fechar, desapareceu.

Parece que estava a tentar dar um diário antigo à Kono

e foi morto por isso.

Provavelmente, por alguém do Clã Fujishiro,

que anda atrás do diário.

O que raio se passa?

Isto significa que o caso está mesmo ligado ao Vapor Humano?

Sim.

Eles têm-se mantido discretos, por isso, terem matado alguém

significa que o diário deve conter informação muito importante.

Detetive Okamoto!

Espere um segundo.

Vimos o veículo do suspeito nas imagens.

O dono é Shinzo Yamazaki. Tem 32 anos e é do Clã Fujishiro.

Rastreiem-lhe o telemóvel.

- Ele não pode estar longe. - Certo.

Desculpe.

Eu aviso se houver novidades.

Estou?

Roubei o diário, como pediu.

Tenho-o aqui.

Tira fotografias ao que está lá escrito e envia-mas imediatamente.

Achei que me podiam seguir, por isso livrei-me do telemóvel.

Idiota! Em que é que estavas a pensar?

Ouve,

não me importa como o fazes, mas envia-me as fotografias.

Mais uma coisa.

Se fores apanhado, livra-te do original.

Percebeste?

Vamos começar!

Telemóvel, fotos…

Aí vêm as tartarugas!

Vamos recebê-las com uma grande salva de palmas.

- Vinte no Pássaro Escarlate. - Muito bem, vamos a isso!

Número três.

Número um, número dois…

Vão entrar.

- Tartaruga no vermelho! - A sorte e as tartarugas estão lançadas!

Vamos lá!

Já está a rodar!

A roda do destino está a rodar!

Muito bem, façam as vossas apostas!

Só as tartarugas sabem que destino as espera!

E vão começar!

Estão livres!

As número um, dois e três não se mexeram!

A número três está a mexer-se, furtiva como um francoatirador!

A número três entrou! Três, Tartaruga Negra!

E a um e a dois?

Estão a mexer-se! Número dois, Dragão Azul!

A número um foi para a Tartaruga Negra!

Um, Tartaruga Negra!

Dois, Dragão Azul!

Três, Tartaruga Negra!

A sexta ronda terminou!

- Está tudo amarrotado. - Desculpe.

- O chefe? - Está lá dentro.

Tapa isso bem, idiota!

O vapor vai entrar!

- Careca. - Sim?

- Está ali uma brecha. - Desculpe!

- Faz isso bem. - Sim.

- Sadaoka. - Sim?

- Tu também, idiota. Está mal. - Desculpe.

Façam uma moldura como esta.

- Sim! - Sim!

Porque é a tua está tão má, estúpido?

Seu…

Não me pregues partidas dessas, sacana. Apaga isso!

É o Vapor Humano? Como é que um yakuza tem medo de vapor?

Estamos a lidar com um monstro. Não é humano.

O Yamazaki já tem o diário.

Ele que o faça chegar cá.

Estive a pensar, papá.

Na verdade, isto pode ser uma grande oportunidade.

Não devíamos dar o primeiro passo?

Entramos em contacto com eles e obtemos alguma coisa que valha a pena.

- Contactamo-los? - Sim.

Fomos obrigados a fazer todo o trabalho sujo deles, até agora.

Podíamos usar o diário para os chantagear.

- Ei. - Sim, chefe?

O chefe vai fazer uma chamada. Saiam.

Certo.

Com licença.

Bem, há quanto tempo.

Sim. Conseguimos chegar ao diário primeiro.

Aposto que vocês também o querem.

Quanto estão dispostos a pagar?

De que raio está a falar?

Sou o próximo alvo?

O quê? Se eu quiser, mostro o diário ao mundo inteiro, seu sacana.

E quem é que ia ter problemas?

Então despacha-te e resolve isto, sacana!

Então?

Estão assustados. Nota-se.

- Vão pagar 300 milhões. - Trezentos milhões?

Podemos contar com isso?

- Bem, vamos esperar para ver. - Certo.

Por agora, reúne os jovens na sede.

Entendido.

Papá.

Se apanharmos o tal gajo do vapor…

… podemos fazer-lhe uma perfínia?

O quê?

Já passaram três anos.

Veículo suspeito localizado. A matrícula acaba em 268.

Nishiizu, Nihara.

Estás pronta? Cinco!

- Depressa! - Quatro…

Três, dois, um…

- O quê? - Ei!

- Ei! - Então?

- O que estás a fazer? Espera! - Momo?

Momo!

Ei, tu aí! Espera!

Momo!

Socorro!

- Vão atrás dele. - Sim.

Momo. Ajudem-nos!

Momo!

Esse diário vale mesmo esta confusão toda?

Com base no que o Obata disse,

os nomes dos alvos do Vapor Humano estão lá escritos.

O quê?

Espere, então não estamos em perigo?

Se denunciarmos isto, eles podem fazer-nos desaparecer.

Se não te agrada, não sejas repórter.

- Quero ser repórter, mesmo que morra… - Espera.

Como é que a yakuza sabia que eu me ia encontrar com o Obata?

Boa pergunta.

Talvez a tenham escutado?

Não pode ser…

Deixe-me ver o seu telemóvel.

- Toma. - Obrigado.

Então?

Espere só um segundo.

- Eu sabia. Foi escutada. - O quê?

Foi instalado um vírus tramado no seu telemóvel.

Está programado para gravar as suas chamadas como ficheiros AMR

e enviá-las para um servidor.

Onde é que aprendeste a fazer estas coisas?

Participava em concursos de hackeamento quando andava na universidade.

Não preferias fazer isso a ser repórter?

Quero ser repórter, mesmo que morra…

Mais importante do que isso,

não me lembro de clicar em e-mails ou links suspeitos.

Não, o vírus foi instalado diretamente no seu telemóvel.

Mas

eu nunca dou o meu telemóvel a ninguém.

Abe, já chega.

Verificámos o seu telemóvel. Não encontrámos nada de invulgar.

Peço desculpa.

Pode ir para casa, por hoje.

Sra. Kyoko,

apaguei o vírus.

- Separamo-nos para procurar? - Sim.

Eu vou por aqui.

Eu vou por ali.

DESAPARECIDO

PARADEIRO DESCONHECIDO

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