CSI: NY

CSI: NY

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Season 6

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CSI NY S06E17 HDTV XviD-LOL
A Commentary by erasmo
Extraida de outro site, creditos mantidos

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HDTV
hdtv
XviD
HD
Published on: 2010-03-13
Downloads: 20
Hearing Impaired: Yes

Brazillian-portuguese subtitle preview

The first 200 lines.

A mesa de Smith para três está pronta.

Trinta e nove.

- Pastrami para viagem. - Trinta e nove.

- Não acompanha salada? - Trinta e nove!

- Sou eu. - Quem pediu fritas?

Oi, Mac, o de sempre?

- O número quatro. - Pega leve no molho.

Um homem que sabe o que quer.

- Com licença. - Espero há 10 minutos!

- Com licença. - Terá que esperar mais dez.

CASA À VENDA

Obrigada. Está muito cheio, não?

Está, mas o pastrami vale a pena.

PROVÁVEL HOMICÍDIO. 2 HOMENS.

Parece sério.

Sempre é.

Aqui está, Mac.

Tem certeza que não quer jantar aqui?

Não, tenho de ir.

Vou pôr na sua conta.

Quer saber, pegue.

Cheio assim, sempre pego dois,

para o caso de esquecer algo.

Obrigada de novo.

Número quarenta!

Sanduíche de pastrami, por favor.

- Quem os encontrou? - Não sei. Ligação anônima.

Segundo o IML, a temperatura dos corpos estava próxima à ambiente.

Significa que a hora da morte foi há cerca de 24 horas.

Segundo a carteira dele, este aqui...

é Michael Paley, 28 anos. Morava no centro.

Tiro de arma de baixo calibre na nuca.

Isto é o que se chama de trauma por objeto contundente.

- Temos a identificação deste? - Negativo.

Tem marca de impacto.

Ei, Mac.

Dá uma olhada nisto.

É ouro puro.

Posso superar isso.

Achei isto numa pegada.

Um trevo de quatro folhas?

É uma mutação genética natural.

Há apenas uma para cada 10 mil trevos de 3 folhas.

Espere um pouco.

Ouro? Trevo de quatro folhas,

às vésperas do dia de São Patrício?

Onde estamos? No fim do arco-íris?

Só sei de uma coisa:

Nenhum destes dois teve a sorte irlandesa.

UNITED Apresenta

LEGENDA Zoltrax | Ross | Vivi

LEGENDA Cape | Kakko

NY S06E17 Pot of Gold

Será que a vítima baleada é o Michael Paley que tem aquele blog?

A segunda vítima pode ser Cam Vandemann.

Desculpe, de quem estamos falando?

Paley e seu sócio, Vandemann,

eram uma dupla de jornalistas investigativos.

Estavam mais para sensacionalistas locais.

No início do ano, publicaram uma matéria

sobre os sem-teto serem forçados a esconder-se em Battery Park.

Fez o prefeito parecer um desalmado.

E não deixou a polícia muito bem na fita.

Paley e Vandemann tinham o dom de agredir as pessoas.

Talvez alguém tenha retribuído o favor.

O que foi?

Temos dois corpos, certo? Mas quatro pares de impressões.

Um par coincide com as solas dos tênis da vítima.

São bem fáceis de detectar.

Há um terceiro, de pegadas de sapato social que,

baseado na posição, marca de escorregada

e respingos de sangue de alta velocidade,

parecem ser dos assassinos.

Há um quarto, que parece ser marcas de botas de trabalho.

Foi onde achei o trevo.

Elas começam perto da porta,

passam pelos corpos

e terminam aqui.

Talvez o assassino tenha um cúmplice.

Vê aquele rastro de escorregada no chão?

Como que isso chega embaixo deste tanque?

Positivo para resíduo de pólvora.

Você acha que a arma ficou embaixo dele?

Se ficou, não está mais ali.

Talvez o quarto par de pegadas pertença a quem a pegou.

As duas vítimas estavam ali na mesa.

O Sr. Sapato Social chegou. Boom! Acertou Paley.

Mas antes que pudesse dar outro tiro,

a segunda vítima pulou sobre ele,

a arma escorregou para lá...

E foi quando o Sr. Botas de Trabalho chegou para salvar,

ajudando seu amigo a agredir Vandemann,

ele pegou a arma e eles fugiram.

Se isso for verdade, procuramos duas pessoas diferentes.

E duas armas distintas.

Stella, novidades.

Este é o blogueiro, Michael Paley,

e aqui está a bala que o matou.

Mas este não é o sócio dele,

- Cam Vandemann. - Sério?

Fiz uma análise fluoroscópica detalhada.

Coloquei no programa de imagens

para simular as características faciais da vítima antes do trauma.

É assim que ele deveria ser.

E aqui, com quem ele não se parece.

Obtive a segunda foto no site de Paley e Vandemann.

Então, o verdadeiro Cam Vandemann ainda está por aí.

Talvez um alvo, talvez um suspeito.

Enfim, receio que a segunda vítima ainda seja desconhecida,

mas descobri algo que pode nos dar uma dica de sua identidade.

Seu exame de sangue mostrou nível elevado de anticorpos

de hepatite A e B, febre tifoide, raiva e malária.

Essas doses múltiplas condizem com a vacinação

para alguns destinos internacionais.

Contundo, sua conjectura para trauma

por objeto contundente estava certa.

E aproveitando a deixa,

há algo mais que deveríamos investigar.

Achei uma série de lesões quase imperceptíveis

no couro cabeludo da vítima.

Parece um código alfanumérico com algum tipo de detalhe fino.

Mas vai levar mais tempo para explicá-las.

Seja o que forem, essas marcas podem nos levar à arma do crime.

NENHUM COMPOSTO DETECTADO

O que está olhando?

Creio que é algum tipo de alga azul-esverdeada.

Achei na camisa do não-identificado.

E esse monte de lixo?

Não sei, achei que tudo era novo na cena.

Pensei que as vítimas os tivessem trazido.

Por isso, trouxe para cá.

- O que tem no recipiente? - Só água.

Conseguiu algo mais emocionante?

Talvez, confuso. Analisei o trevo que achei na pegada da bota.

Segundo o EDNA e a análise de DNA, não é um trevo qualquer.

É um trevo-do-prado, nativo da Irlanda.

Então me diga, Linds.

Como é que ele acabou numa pegada em Nova York?

Reed.

Recebi seu recado.

Parecia urgente.

- Você está bem? - Sim, estou.

É com um amigo meu que estou preocupado.

Quem?

Cam Vandemann.

- O que sabe sobre ele? - Sei que somos blogueiros

interessados em reportagens nas quais a imprensa tem medo de tocar.

Não foi isso que quis dizer, Reed.

- Ele não praticou o homicídio. - Como sabe disso?

Porque ele entrou em contato comigo.

Ele sabe que a polícia está atrás dele.

Ele está com medo, Mac.

Diga a ele para me procurar.

Eu disse, mas ele diz ser uma longa história. Quer que vá até ele.

Reed, você quer se implicar por ajudar e acobertar

um suspeito de duplo homicídio?

Não, não quero. Mas não tenho outra escolha.

Cam Vandemann não matou ninguém.

Ele não sabe como sair dessa. Notei na voz dele.

Ele está desesperado, Mac.

Lembro todos os dias

como é ir atrás de uma notícia sem o tipo certo de ajuda.

Poderia falar com ele?

Sozinho?

Quando?

Esta noite.

Mando um SMS com os detalhes assim que ele os mandar.

Sabe que está pedindo que eu me arrisque.

Sim, eu sei.

Mas às vezes temos que arriscar, Mac.

Só assim podemos ajudar alguém.

Ei, Mac.

Tenho algo para você.

Decorei o menu dez anos atrás, Phil.

Leia o verso. A linda morena com quem conversou ontem,

pediu para entregar a você da próxima vez que viesse.

Caro número 39. Só queria lhe agradecer.

Tive um dia longo.

Na verdade, tive alguns meses cheios deles, para ser sincera.

Quando entrei na delicatessen,

estava pensando seriamente em sair de Manhattan.

Mas disse a mim mesma que se ao menos um estranho

pudesse me mostrar um pouco de gentileza,

significaria que eu devia ficar.

E de repente, ali estava você, conversando comigo,

olhando nos meus olhos, sorrindo para mim.

Enfim, queira que soubesse que isso me fez sentir muito bem.

E graças a você, vou ficar onde estou.

A sua "número 40".

Deseja mais algo?

Não. Estou bem.

Obrigado.

ANALISANDO HEMATOMA

Obrigada.

Não vai acreditar nisto.

Lembra-se das lesões na cabeça do desconhecido?

Sid e eu conseguimos uma imagem muito melhor

usando fotografia subdermal.

Pude usar o arquivo de imagens para analisar os números e letras.

E foi isto que consegui.

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