Finding Nemo

Finding Nemo

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Finding Nemo 2003 WEB-DL DSNP
A Commentary by ChristopherCavco
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Published on: 2021-02-13
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The first 200 lines.

Ena pá!

Ena pá!

- Ena pá! - Sim, Marlin, estou a ver. É lindo.

Coral, quando disseste que querias vista para o mar

não pensaste que te calharia o oceano inteiro, pois não?

Ah, sim! Aqui um peixe pode respirar!

O maridinho esteve bem, ou quê?

- Esteve bem. - E não foi fácil.

"Havia muitos outros peixes a quererem esta casa."

Ai se queriam! Acredita que queriam. Todinhos!

Estiveste bem, sim senhor. E a zona é um espanto.

Então gostas, é?

Gostar, gosto. Gosto mesmo.

Mas, Marlin, eu sei que a Grande Barreira de Coral tem óptimas escolas

e uma vista espantosa, mas precisaremos assim de tanto espaço?

Coral, é dos nossos filhos que se trata! Eles merecem o melhor! Olha.

Eles vão acordar, olhar lá para fora e ver uma baleia a passar junto à sua janela.

- Vais acordar os pequenos. - Ah, pois. Tens razão.

Olha. Estão a sonhar.

- Ainda não lhes demos nomes. - E queres dar-lhos agora? Está bem.

Esta metade fica a chamar-se Marlin Filho e esta Coral Filha. Pronto, já está.

Gosto de Nemo.

Um deles pode ser Nemo, mas gostaria que a maior parte fosse Marlin Filho.

Pensa só: daqui a uns dias seremos pais!

E se eles não gostarem de mim? A sério!

Temos ali mais de 400 ovos. Há proba- bilidades de um deles gostar de ti.

O que foi?

- Lembras-te como nos conhecemos? - Tento esquecer-me.

Eu lembro. "Desculpe, menina.

Importava-se de ver se tenho um anzol espetado no lábio?"

- Desaparece! - Cá vem o lindinho!

Para onde foi toda a gente?

Vai para dentro de casa.

Coral, não! Não lhes vai acontecer nada. Anda para casa. Tu. Imediatamente.

Coral!

Coral?

Coral?

Coral?

Coral?

Coral?

Pronto, pronto, pronto. Está tudo bem. O papá está aqui.

Estás com o papá.

Prometo que nunca hei-de deixar que nada te aconteça.

Nemo.

À PROCURA DE NEMO

É o primeiro dia de escola! Toca a acordar!

- Vá lá! É o primeiro dia de escola. - Não quero ir para a escola!

- Não és tu, papá. Sou eu. Acorda! - Estou acordado. O que é?

Está na hora de ir para a escola. Ena pá!

- Nemo! - O primeiro dia de escola!

Nemo, não te mexas! Nunca conseguirás sair daí sozinho.

Sentes algum corte?

Pode passar-te despercebido, se estiveres a meter fluidos. Estás tonto?

- Quantas riscas tenho? - Estou óptimo.

- Responde à pergunta! - Três.

Algo não está bem contigo. Eu tenho uma, duas... três?

Não tenho mais? Estás bom. Que tal vai a barbatana da sorte?

- Com sorte. - Ora deixa cá ver.

De certeza que queres ir para a escola este ano? Podes esperar 5 ou... 6 anos.

Papá, já é tempo de ir à escola.

Não te esfregaste. Queres que esta anémona-do-mar te queime?

- Sim! - Esfrega-te.

- Já está. - Falta um niquinho.

- Onde? - Aqui. Aqui mesmo. E aqui. E aqui.

Ora bem, que excitação. O primeiro dia de escola.

Estamos prontos para aprender. O que há a lembrar sobre o oceano?

- Que não é seguro. - Isso, lindo menino!

Espreitamos para ver se o caminho está livre. Saímos e voltamos a entrar.

E voltamos a sair e voltamos a entrar. E mais uma vez.

Saímos e voltamos a entrar. E se quiseres fazer isto 4 vezes...

- Papá! - Está bem, anda.

- Talvez na escola eu veja um tubarão. - Duvido muito.

- Tu já viste um tubarão? - Não e não tenciono ver.

- Que idade têm as tartarugas? - Não sei.

O Areia Plâncton, aqui do lado,

disse que as tartarugas marinhas vivem cerca de cem anos!

Se alguma vez vir uma, pergunto-lhe... depois de falar com o tubarão!

Eh lá, calminha! Aguenta. Espera para atravessar.

Não me largues a barbatana.

Não te vais passar, como na reserva de animais?

Aquele caracol estava prestes a avançar.

Aonde será que vamos?

- Adeus, mamã! - Venho buscar-vos depois das aulas.

Vá lá, meus, parem com isso! Devolvam-me a carapaça!

Vamos tentar ali.

É aqui o ponto de encontro com o professor dele?

- Ora vejam quem saiu da anémona! - Pois. Incrível, eu sei.

- Marty? - Marlin.

- Bob. - Tad.

Phil. Você é um peixe-palhaço.

É divertido, não é? Conte-nos uma anedota.

Conte lá.

Isso é um equívoco. Nós não somos mais divertidos do que os outros peixes.

- Vá lá, ó reinadio. - Seja divertido.

Está bem. Sei uma anedota.

Um molusco encaminha-se para o mar... Bem, ele não caminha, nada.

Aliás, o molusco não se está a mexer. Ele está parado.

O pepino-do-mar...

Estou baralhado. Havia um molusco e um pepino-do-mar.

Estavam os dois parados.

Sela! Sai de cima do Sr. Johannsen!

Já chega, meninos.

Para onde é que foram?

Papá, também posso ir brincar?

Ficava mais tranquilo se brincasses nos bancos de esponjas.

Era lá que eu brincaria.

- O que é que tem a barbatana dele? - Que esquisito!

- O que é que eu fiz? - Sê simpático. É o 1º dia dele.

Já nasceu assim. Chamamos-lhe a barbatana da sorte.

Papá!

Este tentáculo é mais curto do que os meus outros tentáculos,

mas não se dá por nada, sobretudo quando me rodopio assim.

- Eu sou alérgico ao H2O. - E eu sou odioso!

Vamos dar nome às zonas, às zonas...

Vamos dar nome às zonas oceânicas!

- Sr. Raia! - Anda, Nemo.

É melhor ficares comigo.

Há a mesopelágica, a batipelágica e a abissopelágica.

As outras são profundas de mais P'ra serem vistas por nós.

Onde se terá metido a minha turma?

Estamos aqui debaixo!

Ah, estão aí! Montem, exploradores!

Explorar o conhecimento é muito lírico quando se tem um pensamento empírico!

Papá, pode ir.

- Ora viva! Quem és tu? - Sou o Nemo.

Todos os novos exploradores têm de responder a uma pergunta de ciência.

Em que tipo de casa moras?

Numa anémona-na... amonémona...

Deixa, não te aleijes! Sê bem-vindo a bordo, explorador!

Ele tem uma barbatana pequenina.

Se ele tiver problemas em nadar, deixe-o descansar um bocadinho.

- Papá, está na hora de te ires embora. - Não se preocupe. Andamos em grupo.

Turma, órbitas oculares em frente!

E sejam comedidos no uso dos vossos gânglios supraesofágicos.

- Isto é contigo, Jimmy. - Ora bolas!

- Adeus, Nemo. - Adeus, papá.

Adeus, filhote!

Tem cuidado.

Você está a portar-se bem, para primeira vez.

- Não os podemos reter para sempre. - Foi duro eles irem para o recife exterior.

Eles têm de crescer... O recife exterior?! Vão para lá? Mas vocês estão doidos?!

Porque não fritá-los já e servi-los com batatinhas?!

- Marty, acalme-se. - Não me mande ter calma, ó cavalinho!

"Cavalinho"?

Para um peixe-palhaço, ele não tem muita graça.

É pena.

Vamos dar nome às espécies, às espécies que vivem no mar!

Há os Moluscos, os Gastrópodes, os Artrópodes, os Equinodermes,

os Cordados, e peixes como nós! Cantem comigo!

A alga marinha é fixe, a alga é divertida, faz a sua comida dos raios do sol.

Aqui têm a zona de recife exterior!

Explorem à vontade, meninos, mas não se afastem uns dos outros.

Cianobactérias estromalíticas. Juntem-se aqui!

Um ecossistema inteiro numa partícula infinitesimal.

- O número de pares proteicos... - Andem, venham daí.

Vá, cantem comigo!

Há os Poríferos, os Celenterados, os Hidrozoários, os Cifozoários...

Ei, malta, esperem aí!

Fixe!

Salvei-te a vida.

Ai já me fizeram deitar tinta!

O que é aquilo?

Eu sei o que aquilo é. O Areia Plâncton viu um.

Ele chamou-lhe... Disse que era um bar... co!

Eh pá! Que grande cu!

Olhem para mim! Vou tocar no cu!

Vamos lá a ver se vocês se aproximam dele!

Está bem.

Desafio-vos a fazerem melhor!

- E tu, Nemo, até onde é que vais? - O meu pai diz que não é seguro.

- Nemo! Não! - Papá?

- Estavas a ir para o mar alto! - Não.

- Ainda bem que eu aqui estava. - Ele não se ia afastar.

- Estava cheio de medo! - Não estava nada!

Isto não vos diz respeito, meninos. Tu sabes que nadas com dificuldade.

- Eu nado lindamente, está bem?! - Não! Não devias andar aqui.

Eu tinha razão: escola só para o ano.

Não, papá! Lá porque tu tens medo do mar alto...

Não estás preparado. Julgas-te capaz de fazer estas coisas, mas não és!

Odeio-te.

Não há... nada para ver. Juntem-se além.

Posso ajudar nalguma coisa? Sou cientista.

Desculpe a interrupção. Ele não nada lá muito bem

e ainda é muito cedo para andar aqui sem ser vigiado.

Ele comigo está em segurança.

Não duvido, mas tem uma turma grande. Basta uma distracção, e ele perde-se.

- Não que o senhor se distraísse. - O Nemo está a ir para o mar alto!

Nemo!

O que estás a fazer?

Vais ficar preso aí e lá terei de te ir buscar antes que algum peixe te file!

Volta aqui!

Eu mandei-te voltar imediatamente!

Pára! Rapazinho, se deres mais uma barbatanada...

Não te atrevas! Se puseres uma barbatana nesse barco... Estás a ouvir?

Não toques no bar...

Nemo!

Ele tocou no cu!

Põe-me aqui essa barbatanazinha caudal. Isso mesmo!

Estás metido num sarilho, meu menino! Ouves? Um grande...

Grande...

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