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Atire, Steve!
DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA PÚBLICA TEXAS RANGERS
ABERTO
CIDADE SOB AMEAÇA
CARNE, WHISKEY, CIGARROS
CUIDADO COM OS TRILHOS
BEM-VINDO A HORSE CAVE
PROPRIEDADE À VENDA
Soube que o prefeito vai dobrar as multas de estacionamento?
Ele ainda não é prefeito.
Está tudo bem?
Por que não estaria?
Catie disse que você estava no bar, ontem.
Escute uma coisa.
Não gosto que me vigiem, certo?
Acabei de fazer café, delegado.
Obrigado.
Soube que recebeu más notícias.
É.
Quem era Steve Lucas?
Era um policial dos Texas Ranger.
Era meu parceiro.
Até eu atirar nele.
O que houve?
Cumpríamos um mandato de prisão, fora de Dallas.
O suspeito o atacou.
Quando seu parceiro vira refém, não deve largar sua arma.
Ou os dois morrerão.
-Mas como você... -Steve foi pego por trás.
Ele gritou o próprio nome, um sinal de que ele
iria se abaixar e eu deveria atirar.
Mas o bandido deve ter suspeitado.
A bala deixou Steve paralisado, do pescoço para baixo.
Está numa cama de hospital, há dez anos.
Morreu na semana passada.
Nunca mais pode abraçar a esposa ou os filhos.
Por isso, não anda armado?
Nunca mais segurei uma arma, mas como eu disse,
não gosto que fiquem xeretando minha vida?
BEM-VINDO A HORSE CAVE
Vou fazer um depósito.
Mande um "oi" à nova atendente.
Qual?
O que acha que fazem aqui?
Café da manhã?
É.
DELEGADO DOS ESTADOS UNIDOS
CAFETERIA C&J ABERTO
-Obrigado, Catie. -Não o vi no domingo, Sr. Bozeman.
Eu sei, sinto muito. Mas não me senti muito bem.
Mas soube que deu um bom sermão.
Tudo bem, não seremos julgados pelo número de cultos.
-Mas já assisti a uns muito bons. -É verdade.
Philip, você é o gestor da campanha.
É seu dever pressionar os apoiadores.
-Preciso de um fundo de emergência. -Um fundo?
Para quê?
Ninguém mais vai se candidatar.
Ainda não encerrou o prazo.
Tem medo de quem? De Jim Dillon?
Medo do chapéu dele?
Não estou com medo de ninguém.
NÃO VOTE APENAS "SIM" VOTE EM COCKRAN
-Me vê uma cerveja. -Não servimos álcool antes das 17 horas.
Não perguntei o que servem, pedi uma cerveja.
E eu já disse que não servimos isso agora.
Solte.
O que está rolando aqui?
-Nada, policial. -É?
Não é o que parece.
Fique no chão, rapaz, ou leve outra surra dela.
Saia daqui.
Tudo bem?
FAZENDEIROS DE HORSE CAVE
-Olá, Amanda. -Oi, Matt.
-Como vai? -Bem e você?
-Tudo bem. -Que bom.
-Está quente lá fora. -Sim.
Eu...
estava pensando no caminho, se você jantaria comigo?
-Você não tem namorada? -Não.
Eu tinha, mas isso acabou, há algum tempo.
Vou pensar.
Ótimo.
Não tem provas, cara.
-Só me defendi. -Sente-se.
Preciso que conduza-o à cadeia da cidade.
-Sozinho? -Sim.
Vou ficar aqui.
O que houve?
Esses caras chegaram à cidade, ele começou uma briga sozinho.
O outro só ficou olhando.
Não faz sentido.
Consegue fazer isso?
Vamos.
Aonde vão me levar?
Cuidado com a cabeça ao entrar.
Te espero ao meio-dia.
Só um minuto, delegado.
Conselheiro.
Quero falar sobre o que aconteceu.
Eu o vi se escondendo num canto. Fez a coisa certa.
Falo sobre você bebendo, ontem à noite.
Eu não estava trabalhando.
Como delegado, você sempre está.
O que você quer, Rogers?
-Como prefeito, estou dando... -Em exercício.
-Como disse? -Ainda não é prefeito.
Como prefeito em exercício, estou comunicando
que você está na lista de discussões da próxima reunião de conselho.
Discutiremos sobre seu comportamento de ontem à noite e hoje de manhã.
Fico lisonjeado.
Tenha um bom dia, delegado.
Sim, chego em meia hora.
BEM-VINDO A HORSE CAVE
COMIDA CASEIRA
-Ele te machucou? -Não.
Ele batia como uma garota.
Não uma garota como você.
Estive pensando,
se poderíamos cavalgar, hoje, antes do anoitecer.
Os cavalos estão meio agitados.
Não podemos deixá-los assim, né?
-Não, mesmo. -Deixe-me ver, está doendo?
Não, você é durona.
REGISTRO DE ESTRUTURA DE ANTENA
PERIGO ALTA VOLTAGEM
Alô?
-Seu celular travou? -Fiquei sem sinal.
Não é o gerador.
Vou ver o que aconteceu.
Cuidado.
O que é isso?
Senhor, pode me ouvir?
Senhor? Fique no chão.
Pode me ouvir? Senhor?
Ouço alto e claro, seu filho da mãe. E você, pode me ouvir?
-Calma. -Entre no carro!
-Espere... -Anda, filho da mãe!
Tudo bem.
Entre aí! Rápido!
Otário.
Ele está a uns cinco quilômetros, passou por 10-8, no sinal 21.
Não faço ideia do que quer dizer.
Está parado depois de um semáforo.
Dois, três, um. Paul, Robert, Paul.
Sul, 79, a 16 quilômetros.
Temos noventa minutos.
Bom dia, senhorita.
-Algo errado, policial? -Sim, você estava em alta velocidade,
preciso da sua habilitação, documento e comprovante de seguro.
Eu mostraria, mas...
O que você fez?
Não era para matar ninguém...
Saia agora ou será o próximo!
-Entendeu? -Sim.
Que prazer encontrá-lo aqui, delegado.
Que tal me dar esse rádio?
BANCO DE HORSE CAVE
Mãos para cima! Agora!
-Mãos pra cima! -Levantem-se!
Fiquem naquela porta!
-Vamos! -Não me façam atirar!
-Andem logo! -Vai, vai!
Vamos, vamos!
Fiquem aí, mãos ao alto ou eu atiro!
Vamos!
Então, é aqui que te deixaram, depois de atirar no seu parceiro?
Delegado James Dillon, não é?
Confesso que estou surpreso de vê-lo aqui.
Pensei que estaria junto com seu parceiro, agora.
-Não é o procedimento, delegado? -Quem é você?
Nada mudou por aqui, não é?
Tudo está igual.
Meu nome é Diablo.
Não é bem meu nome, é um apelido de amigos.
E inimigos.
Você será meu amigo ou inimigo?
Não ouse machucar ninguém por aqui.
Vai fazer o quê? Me prender?
Não vou voltar à prisão.
Prefiro morrer.
Prefiro não decidir isso.
Pareceu uma ameaça.
Mas sei que é assim que você trabalha.
Com reflexos condicionados,
como o "cão de Pavlov".
Ao ver um problema ou ameaça, você assume o controle.
Mas as coisas não são mais assim.
Trabalharemos de outro jeito, agora.
E com um novo delegado.
A partir de agora, fará o que eu mandar,
quando eu mandar e talvez, você viva.
Entendeu, delegado?
-Entendeu, delegado? -Eu vou te jogar na cadeia.
Respeito um homem confiante.
Pyro!
Abra o cofre.
-Vem cá, amor. -Querido!
Leve-me ao cofre.
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