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JOHNNY PALITO
Por favor! Faηo qualquer coisa, mas nγo me deixes...
Pede-me qualquer coisa! E eu farei...
Adoro-te, amo-te... mas nγo me deixes!
Farei tudo o que quiseres...
Serei tua serva, serei tua escrava... Nγo me deixes...
nγo posso viver sem ti! Tu ensinaste-me tudo. O que ι o amor, o que ι o sexo.
Responde-me!
Por que nγo dizes nada? Nγo vαs embora! Queres fazer amor comigo...
Agora? Neste momento?
...responde-me!
- E que disse ele? - Como?
Quando disseste essas coisas? O que disse ele?
Disse "chega, acabou, vou-me embora"! E bateu com a porta!
- A sιrio? Jα nγo estαs com Rocco? - Nunca mais quero ouvir esse nome!
Ele merecia que me tornasse...
...numa vadia!
Ι isso que ele merece!
- Devia ir para a cama com todos! - Todos?
Nσs, as mulheres somos estϊpidas!
Vais para a cama com qualquer um?
Pensava que esta esta festa me faria bem!
- Desculpa se te envolvi nisto. - Mas Gianna, se estαs mal...
...vamos para a tua casa!
Vamos para a tua casa, acompanho-te. Vamos os dois, eu e tu.
Nγo, obrigada. Prefiro ir sozinha!
Entγo, vamos fazer novamente...!
Aqui estα o ministro...o Assessor...o Bispo o Presidente e as eventuais mulheres!
Vamos, vamos jogar! Quem falta?
Quietos, quietos! Silencio, silencio!
- E tu? - Eu sou a mulher do Presidente.
"Nγo quer nos mostrar nada." Silencio! Quietos!
E tu quem ιs?
- Quem sou eu!? Sou a mulher do Ministro! - Entγo me faz-me ver o teu Ministιrio!!!
Ministιrio! Ministιrio!
A mulher do Ministro! Ministιrio! Ministιrio!
- Nγo te vαs embora! - Mostra-nos o ministιrio!
Ei, foram-se todos... quem me leva?
Claudia, vem!
- Estα contigo, Ginetta? - Nγo.
- Com quem estα? - Nγo sei, vemos-nos em casa!
- Nγo, vou com o Attilio, ciao ! - Ciao !
Belo, vem aqui!
Como te chamas? Vem cα. Como te chamas?
Viste que bela festa. Bα, pra bα pra bα!!!
Belo, nγo tenho nada para comeres. Nγo tenho nada para comeres.
Oh! Oh!
Santa Cleσpatra!
- Mafoou-se? - Eh! Nγo, nγo, nada obrigado.
- Tem a certeza, estα tudo bem? - Sim, sim, tudo bem, bem!
Menos mal. Peηo desculpa. Ι tudo culpa minha, quase o matava!
Que se passa? Porque nγo pega?
Esta cidade ι deliciosa, mas ι difνcil sair dela...
Vara ΰ direita, ΰ esquerda... depois da ponte. Ι um labirinto...
- A propσsito, vocκ sabe onde ι a auto estrada? -Sim...
Ι aqui, a 200 metros.
- Posso dar-lhe uma ajuda? - Sim, por favor. Tente ligar o motor.
- Esta noite estou a aproveita-me de vocκ. - Nγo, nγo...
Σptimo! Que sorte! Obrigada!
Bιιι! Que porcaria! Santa Cleσpatra! Estou cheia de σleo!
- Boa noite. - Boa noite.
Um sonho!
Eu estou sonhando. Ι um sonho.
- Como se chama? - Dante.
- Onde mora? - Aqui, no condomνnio.
Ι maravilhoso.
Ι...ι...
Ei, signorina! Signorina!
Desmaiou. Vamos lα, signorina!
Ia eu desmaiar, desmaiou ela. Signorina! Signorina!
Desmaiou! Espere, vou chamar a ambulβncia.
Espere signorina, vou chamar uma ambulβncia.
Vou chamar uma ambulβncia...
...signorina!
Espere, signorina!
Viva o professor!
Perdi-me no zτo. Tenho de encontrar a minha mamγ estα mesmo aqui.
- Ι uma fera... - Arrrr!
ι um leγo! - Arrrr!
ι pesado... - Arrrr!
...o elefante! Ι cretina...
- Cσcorocσ... ...a galinha! - Cσcorocσ!
- Quando brinca... - Quα, quα, quα!...
- com o ganso! - Quα, quα, quα!
Ι o zoo!
- Com o gato... - Miau!
...ι o cγo. - Au!
- Au! - Au!
Vai-te mas ι...!
Vamos, vamos!
Entrem! Vamos!
Ciao .
- Vamos! - Ciao.
- Ei, como vais, Gianna? - Mal. Tu sabes...
Ι, vamos sκ forte... ciao.
- Mas, Lillo, onde estα? - Ele estα alιm...
- Ι, ele vai comer o lanche comigo. - Estα bem entγo. Ciao.
- Dante, vamos lanchar? - Sim, Lillo, entγo...
Tenho de te contar uma coisa que me aconteceu ontem ΰ noite.
Deixa-me, Lillo! pαra, vai! Vou-me despistar!
Vou-me despistar! Lillo, deixa-me!
"Mostra o teu ministιrio..." "Ela mostrou as nαdegas nuas!
E que bochechas! E todos lhe tocaram! E com muitas mulheres!
Sinceramente, nγo percebi nada do jogo...
Quando saνmos, acabei por ficar sσ com um cγo...
Chegou um carro, Lillo. E saνu uma mulher.
Era a mulher mais bonita que jα vi em toda a minha vida.
Sabes o que aconteceu? Parou e olhou para mim.
Olhou para mim, Lillo! Ela olhou para mim, oh!
Ela olhou-me e foi-se aproximando, e disse:
"Ιs maravilhoso"! A mim.
E BUM! Caνu aos meus pιs.
Fez amor?
- Nγo. - Hum!
Nγo. Desmaiou. Desmaiou, mas...
...mas olha que era a mulher mais bela...
E olhou-me Lillo, como se eu fosse o homem mais belo do mundo.
Uma mulher inteligente, uma mulher com bom gosto, muito refinada.
Depois aproximou-se ainda mais como se quisesse beijar-me, quase me tocou...
e disse... e disse, "Vocκ ι um sonho. Um sonho"!
A mim! Ainda estou perturbado.
Lillo! Lillo! Os doces nγo!
Tens os diabetes, nγo deves comer doces, porque tens diabetes!
Tκm aηϊcar. Podes morrer!
- Sσ dois. - Sσ dois, sσ dois.
Sabes que te faz mal. E alιm disso sγo caros.
Podes comer fruta. Fruta nγo faz mal aos diabetes.
Mas esta ι cara na mesma.
Precisamos achar o modo de nγo a pagar. Espera aqui.
Deixe-me ver se ι... Sim! Espera, Lillo.
Bom dia. Queria saber...
quanto custam aquelas maηγs, alιm? E o preηo daquelas peras ali?
Muito, muito, desculpe. Sγo muito caras.
Talvez volte depois, obrigado, adeus. Lillo, sγo muito caras, vamos.
Adeus, adeus, obrigado...
Uma para ti e uma para mim.
Nγo, uma e meia para mim e metade para ti.
Tens diabetes, nγo podes comer muitas bananas.
- Desculpe. - Desculpe vocκ.
Bom dia. Mas, que estα fazendo por aqui?
Procurava alguιm, mora aqui?
Nγo, nγo, nγo. Estou no Hotel Excelsior.
Eu estou aqui porque procurava...
...porque procurava... um bar.
Um bar? Um bar? Aqui nγo existem bares, sabe.
Mas se ι para um telefonema ou um cafι, posso ajudα-la.
Nγo, obrigada, ι pre...
Diga.
Preciso fazer xixi.
- Fazer xixi? - Santa Cleσpatra!
Agora fiquei envergonhada... Tomei a estrada circular,
- como me perdi, procurei, mas... - Eu jα nγo faηo isso...
- Vocκ jα nγo faz xixi? - Nγo, a circular.
Mas se ι assim urgente,
- pode vir ΰ minha casa. - Sim, obrigada!
- Aqui, ΰ esquerda, estamos quase lα, aguente, por favor.
Aqui.
- Cα estamos. Casa de banho ι... - Ah, Santa Cleσpatra!
- A minha paixγo! - O bolo?
- Nγo quer um pouco? - Sim, obrigada.
Humm... ι σptimo!
Ι realmente muito bom. Foi a sua mulher que fez?
Nγo, eu nγo sou casado.
- Fκ-lo a sua mγe? - Nγo, eu nγo nasci. Quero dizer... fi-lo eu.
- Parabιns! - Obrigado.
Σptimo...
- Entγo, vocκ vive sσzinho? - Sim!
Sim, mas de certa maneira, ι uma escolha. Ι uma escolha assim...
se me apetece ficar em silκncio, estou calado.
Se me apetecer conversar, falo.
Se eu quiser daruns passos eu vou atι alιm, ao fundo,
depois volto aqui...
eu escolhi a liberdade.
- Bela esta fotografia! Que simpαtica! - Sim!
Eu sou o da esquerda. Este aqui ΰ direita ι meu amigo, Lillo.
Ele ι louco por doces.
- Aqui estα. - Obrigada.
- Gostaria de mais um pedaηo de bolo? - Nγo, desculpe, eu tenho que ir.
Atι β vista.
Signorina! Espere, signorina!
O xixi!
Doutor Randazzo! Bom dia.
Bom dia.
- Como vai? - Muito bem, obrigado.
- Posso? - Por favor.
Entγo...
Aqui estα vocκ, vocκ precisa assinar...
- Assine, aqui. - Sim.
Maldiηγo!
- Deixe-me ver o seu seguro. - Meu seguro? Sempre esqueηo onde guardo.
Aqui estγo as despesas do condomνnio.
- Vocκ ainda faz os check-ups mensais? - Sim.
- Daqui a um mκs deverα fazer outro controlo mιdico. - Outro? Mas fiz um hα uns 15 dias.
Seja paciente, por favor. Vocκ ι um caso particular.
- Dirigindo um caminhγo... - Nγo, eu estava estacionando!
Coloquei minha mγo no descanso, continuei a manobra, entγo parei.
Estava lα tranqόilo, quase dormindo quando "BUM"!
Alguιm me abalroou por detrαs. Entγo bati com a cabeηa no vidro e desmaiei.
Quando voltei a mim, minha mγo estava desse jeito. As pessoas tentavam parα-la.
Eu tentei amarrα-la, mas nγo consegui parar os movimentos.
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