The first 200 lines.
- Pequenas ações preventivas podem prevenir a necessidade
de ações mais dramáticas no futuro.
- Você acha que foi ensinado sobre coisas como intervalos de confiança
no curso inicial de estatística que lhe permitem fazer isso;
mas se você estudar isso com atenção,
verá que eles não lhe permitem fazer isso.
Um princípio frequentista real não pode produzir uma distribuição probabilística...
- A conclusão que queremos indicar quando pensamos sobre estimativa
é o fato de que os recursos são escassos. Já mencionei que
como seres finitos, não podemos esperar que nossos fins sejam atendidos.
- Uma descrição estatística do excedente líquido de juros do governo.
...deflação, acho que a produção poderá cair, vamos dizer, menos que 1%
em 10 anos e menos de 2% em 30 anos...
... que pode efetivamente ser uma tomada da política monetária por parte do Congresso. - Oh, Olá!
Assustador, certo? Pode até fazer você se sentir estúpido.
Então talvez não seja de se admirar,
que mesmo com as falências econômicas em curso em todo o mundo:
desigualdade, pobreza crescente, colapso da dívida,
falência de bancos, aumento no desemprego,
muito poucos hoje parecem ser capazes de entender,
muito menos discutir, a economia moderna,
fora, é claro, o jogo de empurra
onde as únicas soluções tentadas que as pessoas conhecem
é a mera mudança em torno das cadeiras no convés do Titanic,
supondo que algum novo político, política do banco central, ou a legislação corporativa
irá salvar o dia.
Alguns anos atrás, após concluir que nossos políticos,
legisladores e autoridades estabelecidas
poderiam ser provavelmente incompetentes
quando se tratava do gerenciamento inteligente de nossa sociedade,
comecei a procurar por perguntas e respostas por conta própria,
fazendo aquelas perguntas sobre coisas
que muitos hoje nem parecem ter reconhecido, ignoram ou, pior ainda,
assumem que não têm nenhuma capacidade de investigação,
uma vez que nossas autoridades em controle
devem ser mais espertas e informadas.
É um triste requisito da cultura moderna, sabe,
o velho "Relaxa, ligue a TV, continue endividado,
e faça um monte de filhos enquanto isso",
mas mais importante, continue comparecendo nesses empregos
os quais você provavelmente já enganou a si mesmo que
apresentam algum papel social.
Lembre-se, o 1% do mundo que possui 40% da riqueza do planeta
não se tornou isso com você entendendo como o mundo realmente funciona.
Contudo, deixando esse cinismo de lado (desculpe),
decidi que precisava começar novamente,
por assim dizer, e fazer algumas perguntas fundamentais
sobre coisas que foram simplesmente escritas e esquecidas.
Se fizer uma pesquisa hoje sobre a nossa espécie, perguntando quais são as
questões fundamentais que dizem respeito à sobrevivência e prosperidade humanas,
tal como, sei lá... o que de fato sustenta a vida humana, como a comida cresce,
o que é energia, o que cria e reforça boa saúde pública,
o que define um eficiente ou prejudicial sistema de crenças,
você pode ter certeza, que a grande maioria teria respostas mais concretas
sobre estatísticas de baseball, tendências da moda,
enredos de seriados, e escrituras religiosas.
Não querendo desmerecer os prazeres culturais e expressões criativas
que criam divertimento nessa vida,
mas temos uma distorção de prioridade que provou ser prejudicial
para o futuro de nossa sustentabilidade nesse planeta,
onde a maioria que enfrenta claros problemas crescentes
não apenas não entende quais são as raízes de tais problemas,
como não sabe quais perguntas fazer;
e hoje, não há ignorância destrutiva maior
do que o conceito ilusório conhecido como economia moderna.
Foi nesse contexto básico que encontrei o maior interesse.
O que é uma economia?
De onde vêm suas premissas fundamentais?
A que exatamente estamos nos referindo?
Como a organização social está encontrando uma referência para si mesma?
Existe uma referência? O que estamos fazendo?
Por que o debate sobre esse assunto parece ser tão elitista
em sua linguagem e orientação? É mesmo tão complicado?
Fiquei tão cansado de ser chamado de ignorante no assunto
pelos auto-proclamados especialistas que desafiei
que decidi por minha conta ler todo
o curriculum de macro-economia da Universidade de Harvard
do universitário ao nível de PhD,
juntamente com todos os requisitos de influência: F. A. Hayek, John Maynard Keynes,
Ludwig von Mises; e digo uma coisa, fico realmente feliz por ter feito
pois eu tinha alguns julgamentos muito pobres que precisavam ser corrigidos,
não muito em relação à minha visão sobre economia,
mas ao fato de que a vida é curta, e perdi uma enorme
e imperdoável quantidade de tempo lendo essa
tagarelice desatualizada e excessivamente intelectualizada.
Ah, droga!
Bob, pode resolver isso, por favor? O painel de fusível.
Cuidado cara, não está...
Como o episódio a seguir irá detalhar,
economia moderna não é uma economia de verdade.
É meramente uma filosofia ideológica,
construída sobre uma série de pressuposições
que têm dado a ilusão de permanência.
Não há absolutamente nenhuma relação com a integridade científica
do nosso conhecimento sobre o ambiente nesse modelo.
O sistema de mercado monetário de crenças religiosas
está na raiz da vasta maioria dos desequilíbrios ecológicos e sociais
que vemos no mundo de hoje.
Infelizmente, isto é encarado como normalidade, então muitos não veem.
Podemos começar a perceber que essa ideia básica e prática
é de fato um problema na sociedade, e para mim,
está no âmago de uma cultura em decadência.
Do criador da trilogia Zeitgeist
surge o pior reality show de todos os tempos:
A Realidade
GMP Films apresenta
Cultura em Decadência
Com seu guia, Peter Joseph
Terra: curiosa bolinha de pedra, gás e água, não?
Difícil de acreditar que essa bolhinha de elementos químicos flutuando no espaço,
essencialmente alimentada pelo sol, poderia dar início à nossa colorida e
ainda bastante problemática espécie de super-macacos,
uma espécie que geralmente parece se interessar em destruir seu habitat,
ainda, devo dizer, que se interessa muito em destruir a si mesma.
O que é democracia?
- Tem algo a ver com jovens matando uns aos outros, eu acho.
- Desculpe-me um instante. Bob, que diabos foi isso?
A cena não foi engraçada. Foi apenas deprimente.
Não consegue achar um cara lançando um foguete de sua bunda ou algo assim?
Você sabe qual é o nosso público e objetivo do show, certo?
Ok, por favor.
Em todo caso, talvez nossa imaturidade seja apenas uma fase,
um ritual tragicamente cômico de passagem,
não diferente de uma criança que precisa se queimar
no fogão quente para aprender que não deve tocá-lo,
ou o que a física por trás disso deve ser.
Contudo, a história e as características deste globo
podem ser cientificamente descritas com uma boa dose de precisão:
há alguns bilhões de anos, uma composição de gás e poeira
que resultou sobretudo de uma grande reação química
muito tempo atrás, possivelmente da explosão de uma estrela ou supernova;
e por milhões de anos esta poeira se juntou em pedaços relativamente grandes de pedra,
um acentuado campo gravitacional emergiu,
nossos elementos químicos foram lentamente reorganizados,
e condições emergiram para possibilitar água e atmosfera,
o que produziu os primeiros organismos unicelulares;
e então o lento processo de mutação
resultou nas mais engraçadas circunstâncias que temos hoje: nós.
Evidentemente, você é livre para acreditar em qualquer história de criação que goste:
uma costela de Adão, polinização cruzada alienígena, lodo primordial.
No final das contas, a utilidade de tal conhecimento é muito pequena.
De fato, nosso pequeno cérebro de macaco
pode nunca ter uma completa imagem de algo tão complexo.
Ainda assim, o que sabemos é que o universo é governado por leis,
não leis morais ou religiosas, mas leis que estavam por toda a parte
muito antes de desenvolvermos um cérebro para entendê-las.
Leis que muito claramente assinalam que, ou nos adaptamos a elas
e as respeitamos, ou sofremos as consequências.
Essa é a real face de Deus: as Leis da Natureza.
Em muitos aspectos, a história do nosso universo
é a história do nosso entendimento sobre ele,
e temos traçado um longo caminho como espécie
no que diz respeito a como organizamos nossas vidas em torno dessas regras.
Provavelmente, o melhor exemplo desta adaptação,
ou, em muitos aspectos, a falta dela, é como nós pensamos sobre economia,
o fundamento de nossa sobrevivência social.
Muitos milhares de anos atrás, nossos irmãos super-macacos
começaram a descobrir como se envolver com a natureza.
Fomos desde estarmos completamente à mercê do habitat,
coletando nossa comida através da caça,
vivendo e migrando em função das mudanças sazonais,
até uma revolução agrícola, aprendendo como cultivar comida,
criar sempre ferramentas mais sofisticadas para facilitar o trabalho
e, na realidade, aprender como imitar a própria natureza.
De fato, esta nova consciência e conhecimento em constante crescimento
para explorar os processos da natureza em nosso benefício
é o que tem levado à vasta inovação tecnológica que vemos hoje.
Se a natureza está fazendo alguma coisa, possivelmente podemos entender como
através destes princípios científicos dinâmicos, desde a inteligência artificial de hoje
que trabalha para simular os processos neurológicos reais,
até a engenharia molecular que utiliza a lógica atômica
para recriar manualmente objetos materiais.
E agora, as drogas de disfunção erétil que alteram o fluxo sanguíneo,
as quais se você tem assistido à TV recentemente,
devem ser a crise de saúde mais epidêmica no mundo Ocidental hoje.
A partir desta revolução, a sociedade humana tornou-se menos nômade,
lentamente se mudando para as cidades,
e sistemas de trabalho especializado começaram a aparecer
juntamente com os meios de troca. O escambo é um exemplo comum.
Precisa de alguns ovos? Talvez dê um pouco de lenha
em troca do trabalho do produtor de leite.
Contudo, tais práticas tornaram-se incômodas e impraticáveis depois de um tempo;
então a ideia de usar algumas pedras raras,
como ouro e prata, como um meio de troca, facilitou essas transações
através de um sistema de preços tendo em conta seus valores relativos.
Isso deu origem ao que conhecemos hoje como o sistema de preços ajustáveis
que, por meio de padrões globais de troca e produção,
cria um sistema bruto, mas semi-funcional lógico
onde os preços dos produtos refletem o equilíbrio da oferta e da demanda,
também conhecido como mercado ou o valor de mercado. Deixe-me explicar.
Quando você desfila pelo shopping e compra a 85ª geração
do IPoop 4G mp3, bolsa de colostomia, celular com câmera de fazer waffle,
você está criando uma informação econômica que é usada para calcular a demanda,
preferências locais e regionais, e outros dados resultantes
em conjunto com milhões de outros consumidores compulsivos
que, tendo provavelmente comprado a 84ª geração
apenas dois meses antes pelo dobro do preço,
criam um fluxo agregado de dados de entrada e feedback
que permite uma ostensiva regulação racional de alocação de recursos,
produção, distribuição, requisitos de trabalho, e é claro
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