The first 170 lines.
Encontrámos provas de vida extraterrestre.
Porque estamos a detetar isto agora?
Talvez estivessem à nossa procura.
Emily, o que estás a fazer?
Vem comigo agora, ou vais morrer.
-Estão todos mortos, certo? -Vocês estão bem?
Tens cuidado de todos eles.
-O que é aquilo? -Não faço ideia.
-Não te queria assustar. -A minha visão voltou.
Não é como antes. É diferente.
Para onde vão?
Estou a tentar descobrir como matar estas coisas.
Como é que sabem tanto sobre nós?
Este é o meu filho Sacha.
Tudo o que me possas dizer ajuda.
Sentes o que eles sentem.
És a única pessoa que eles não querem. Porquê?
Não.
Tenho de ir ter com eles.
É a única maneira de descobrir porque estou a passar por isto.
Tenho de saber.
-O que estás a fazer? -Tenho de saber.
És humano.
Porque tens a mesma tatuagem que eu?
Diz-me!
SEIS MESES DEPOIS
Porque continuamos a encontrá-los em rios?
Talvez seja o que fazem com os seus mortos.
Soubemos que os encontraram em lagos e canais.
É tão estranho. Parecem-se connosco.
São como nós. São humanos. Só não me perguntes como é possível.
O que há de errado com eles?
Têm mutações únicas no seu ADN. Parece afetá-los todos.
É como se fossem irmãos.
Talvez os que encontrámos sejam da mesma família.
Bem, o que causou as mutações é uma fraqueza. Podemos explorá-los.
A arma biológica que estás a desenvolver.
É o que eles dizem.
O Bill Ward vai matar todos os alienígenas.
-E tu? -Estou a tentar.
Como te sentes em relação a amanhã?
Bem, pelo menos, podemos matar alguns deles.
É melhor do que ver os meus amigos a morrerem.
-Vens connosco? -E os joelhos? Terias de me levar.
Tom, só te queria dizer que estou muito orgulhoso de ti.
Sei que se o teu pai estivesse aqui, também estaria muito orgulhoso.
Amanhã, as unidades vão atacar naves simultaneamente
na London Bridge, em Vauxhall e em Hackney.
O nosso alvo está nas docas em Limehouse.
Eles atacam-nos continuamente há meses.
Há duas semanas, pararam. Não sabemos porquê.
Dado tudo o que aprendemos sobre eles,
esta pode ser a nossa última oportunidade.
Todos vós perderam pessoas. É a altura de retaliarmos.
O Bill vai dizer-vos o que podem esperar encontrar a bordo da nave.
Bem, eu tenho...
Eu tenho estado a fazer autópsias
nos corpos que tirámos do rio.
E o que descobrimos é que sofrem
de mutações genéticas incapacitantes que provocam a falência de órgãos.
É por isso que são tão dependentes das criaturas.
Porque sem elas, estão indefesos.
E dada a extensão da sua degeneração física,
achamos que não vão mostrar grande resistência.
Também têm levado bebés humanos e fetos.
E a teoria é que estão a usar as células estaminais embrionárias
para fazer crescer novos órgãos.
Achamos que estão a tentar curar-se.
Micah.
Não te vamos magoar. Só queremos conversar.
Micah, por favor, não tens de fazer isto.
Micah!
Ouvi falar de um tipo.
Ele sobrevive ao ataque
e passa os próximos cinco meses a lutar pela sua vida.
Chega a uma base do exército. Dias felizes.
Duas horas depois, cai morto.
-Sabes o que o matou? -O quê?
-Foi morto por um amendoim? -O pobre desgraçado era alérgico.
Isso é pouca sorte ou o quê?
As pessoas falam como se os ataques às naves fosse mudar alguma coisa.
Estão assustadas. Só querem acreditar que vai melhorar.
O que não quer dizer que vá.
Contigo é sempre o copo meio vazio, não é?
Que copo é esse?
Ainda vemos ondulações.
São consistentes com um 1.736 gigahertz.
Localizámos a fonte.
Onde é?
A 30 UA da Terra. Está para além dos limites do nosso sistema.
Não faz sentido. Não há nada lá.
Pode ter algo a ver com o ataque original?
Não vejo como. O ataque foi há mais de seis meses.
O Theo perguntou-me se nos íamos casar.
A sério?
Ele protege-te muito.
Então devias ser simpático comigo ou ele dá-te uma sova.
Tenho de ir.
A sério!
Digam aos tipos de Limehouse que estamos prontos.
Temos três pessoas a aproximarem-se de sul.
Precisamos de os parar antes que cheguem à nave.
Acho que os cães os têm comido.
Meu Deus, que nojo.
É como comer um hambúrguer.
Comer uma pessoa não é o mesmo que comer um hambúrguer.
Para um cão é.
Sacha?
Sacha?
-Estão perto. -Está bem, vamos voltar.
Não queiram ir por ali.
-Porquê? -Há uma nave alienígena.
Estamos prestes a atacá-la.
-És um soldado? -Designer gráfico.
-Vão ao décimo andar. -Está bem, obrigado.
-Boa sorte. -Obrigado.
Vão a algum lado?
Olá. Sim. Ouvimos falar de um grupo de sobreviventes em Vauxhall.
-Encontraram-nos. -Procuro a minha família.
Achei que podiam estar com vocês. Pode tê-los visto ou...
Não, não estão connosco. Quando os viu pela última vez?
Antes do ataque.
Bem, mesmo a tempo. Aqui. Venha ver.
Tome. Pode vê-la lá em baixo.
E quanto às criaturas?
Aquele transmissor bloqueia a conexão deles para a Web Quântica.
Torna-os mortos cerebralmente. É como acertar num peixe num barril.
Entraram todos em contacto. Estão a pôr-se em posição.
-Precisamos de ativar o transmissor. -Vamos todos ao mesmo tempo.
Merda!
Vamos.
Para onde foram?
Estamos a receber relatórios a dizer que as naves estão desertas.
-O que está a acontecer? -Não estão aqui. Foram embora.
Apanhei um.
-Disparo? -Espera.
É a minha irmã.
-Emily? -Vamos. Vá lá.
O que está a acontecer?
É uma armadilha. Estamos a ser atacados.
Alex?
Credo!
Devem-se ter curado.
Meu Deus!
Temos de fazer alguma coisa.
-O que aconteceu? -Foram os que se parecem connosco.
-O que queres dizer? -Estavam à nossa espera.
Curaram-se a si próprios.
E quanto aos outros lugares? Zoe, o que está a acontecer?
Não sei. Perdemos o contacto com as outras unidades.
Alguém que me ajude.
-Mãe? -Tom?
Estava tão assustada.
Encontrámos a Em.
Ela estava na nave.
Emily?
-Emily. -Olá, mãe.
Achei que te tinha perdido.
-Estou a dar-te uma abada. -Não digas isso.
Como queiras, falhado.
Nathan, o que é que se passa?
Encontrámo-lo na neve.
Leva-o à Greta.
Revista a mochila dele.
-Foi alvejado. -Vai sobreviver?
Está em hipotermia. Tirem-lhe as roupas.
É um deles.
Achei que eles eram aleijados.
-Ele caminhou até aqui? -Porque estás aqui?
Porque estás aqui?
No comments yet. Be the first to leave one.