Odwilż

Odwilż

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Season 1

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Odwilz S01E04 POLISH 1080p WEBRip x265-RARBG
A Commentary by lakhdar_boudia

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Published on: 2023-02-14
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Hearing Impaired: No

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The first 200 lines.

- Gotas, por favor. - Duas unidades de sangue.

- Saia daqui. - Sou polícia.

Tenho de saber o estado da paciente.

Estamos a lutar pela vida dela.

- Qual é a situação? - Ferimentos de faca, saturação é 80,

ritmo cardíaco a 35, a diminuir...

Afastar!

- Diz-me tudo. - Está em coma induzido.

Perdeu muito sangue. Os órgãos estão intactos.

Ela vai sobreviver.

Ia ter com a mãe à Alemanha.

Quando o viu a segui-la, voltou para casa.

Sim?

As câmaras mostram-no à espera dela na esquadra.

Ela apanhou o comboio para Locknitz, claramente, ele também.

Ele deixou o carro no estacionamento.

Um Golf preto, deve ser o mesmo, por isso, tudo bate certo.

Estamos a tentar

obter uma descrição, mas não é fácil, usa sempre capuz. Ele sabe o que faz.

Foda-se! Está bem, obrigada.

É o tipo que me tem seguido. Só uma pessoa viu a cara dele.

A Hania.

Só cinco minutos com uma psicóloga da polícia.

A decisão é tua.

Vamos falar com a amiga da mãe, está bem?

Ouvi dizer que têm bolachas de chocolate.

Então, agora, essa é a tua prioridade?

Porque está o avô zangado connosco?

O avô não está zangado contigo.

- Bom dia. - Olá, Hania.

Sou a Julia, muito prazer.

Esta é a senhora de quem te falei. Tira o casaco.

- O que é isso? - Um cavalo.

Que cavalo tão bonito! Ouve, vamos para uma sala especial.

De que animais gostas?

Os meus preferidos são golfinhos, ouriços-cacheiros e hámsteres.

Eu sei porque estou aqui. Para te contar sobre aquele homem.

É verdade. És muito inteligente, sabias?

Eu sei.

Achas que me consegues dizer como ele era?

- E se eu te ajudar um pouco? - Não sei.

Vou mostrar-te umas fotos. Se reconheceres alguém, diz. Foi ele?

Ele, talvez?

- Tens a certeza? - Sim.

Olha bem.

- Tenho a certeza. - Ele?

- Nenhum destes homens? - Nenhum.

Ele disse alguma coisa?

Tinha um doce na mão e disse que podia ficar com ele,

se rezasse pelo papá.

Disse-lhe que rezava pelo papá na mesma.

- Muito boa resposta. - Isto parece uma teia de aranha.

- Pois é. - Ele tinha uma igual.

Isto vai ter de servir.

- Temos a tatuagem confirmada. - Sem identificação, não temos nada.

- É difícil. Vou emitir um alerta. - Adeus.

Não a posso levar para a esquadra. Não percebes?

Sim, mas tenho uma reunião.

Janek, não podes adiar a reunião?

Tenho de ir, adeus.

Foda-se, não acredito nisto.

Não te preocupes, mãe. Posso ir trabalhar contigo.

Ouve, ou talvez gostasses de ver a avó Gosia?

Foda-se, não tenho tempo!

- Acalme-se, senhora. - Mexam-se, foda-se!

Atenção à linguagem!

- Quero um chocolate. - Tenho pressa.

Um chocolate.

- Este. - O azul?

- Sim. - Está bem.

- Deixa-me fazer. - Está bem, força.

Aqui tens. Agora, vamos para cima.

O que fazes no trabalho, mãe?

Resolvo todo o tipo de mistérios.

Quem são aquelas pessoas?

Conhece-las?

Não, ando à procura delas.

Ou preciso de falar com elas, ou precisam de ajuda. Senta-te.

Não saias desta sala, está bem?

Está bem.

Vou a uma reunião um segundo.

Com base nas tatuagens reconhecidas pela filha da Zawieja,

o nosso suspeito é o Tomasz Wrobel.

Sabemos que era paciente da vítima

e que a assediou durante semanas.

Este cretino seguia a Kosinska e agora está a seguir-te a ti.

No cemitério, diz à tua filha para rezar pelo Wojtek.

Não posso correr riscos. A Hania terá sempre proteção.

- Vou pôr um carro à tua porta. - Obrigada.

Muito bem, pessoal, mãos à obra. Vamos juntar todas as peças

e apanhar este cabrão.

- Zawieja, desculpa por ontem. - A sério?

Sim.

Estou?

São a Hania e a avó.

Mãe, responde.

São a Hania e a avó! Mãe, responde!

- São a Hania e a avó! - Meninas, é um rádio da polícia.

- O que te aconteceu? - É só um arranhão.

Não. Foi um acidente de carro.

- Que acidente? - Uma amolgadela.

- Mas... - Não foi nada.

Olá. Vejo que a tua irmã mais nova veio visitar-te.

- Está a exagerar, mas obrigada. - Certo. Muito bem, Zawieja.

Temos uma provável localização do Wrobel. Vens?

- Sim. - Está bem. Espero lá em baixo.

- Até logo, adeus. - Adeus!

Mãe, tenho de ir.

- Está bem. - Arranjo-te boleia para casa.

Então... Vemo-nos à noite, está bem?

Obrigada por teres vindo.

Devias ter-me ligado mais cedo. Tive saudades vossas.

O tempo não tem andado bom.

E não ajuda a polícia a procurar o suspeito Tomasz Wrobel,

ligado ao homicídio da filha do procurador Strzelecki.

De acordo com fontes não oficiais, ele pode estar na posse

da recém-nascida da vítima Magda Kosinska.

A foto do suspeito foi publicada.

Se souber de algo, avise. E agora, para animar...

Não é um recém-nascido, é um bebé de três meses.

Nada aqui.

- Saiam daqui! - Polícia!

- Largue a merda da faca! - Deixem o bebé!

- Saiam daqui! - Cale-se!

Polícia! O bebé vai ficar bem.

- De quem é a criança? - Minha.

- De certeza? - É minha!

Vou largá-la e mostrar-lhe uma foto. Nada de brincadeiras, sim?

Está bem.

Tomasz Wrobel. É ele o pai?

- Não. - De certeza?

- Ele arrenda um quarto aqui. - Sabe onde está?

Não vejo o atrofiado há uma semana.

- Ele tem uma garagem lá fora. - No quintal?

- Junto à água. - Deixa-a ir buscar o bebé.

É aquele o quarto?

- É aquele quarto? - Sim.

Já está. Pronto, amor.

O que sabe sobre o Wrobel?

Ele é um anormal. Não o devia ter acolhido.

Passava o dia às voltas, a gritar, a assustar o bebé.

Eu precisava do dinheiro.

Pronto, está tudo bem.

Está tudo bem.

Calma, bebé.

- Onde fica essa garagem? - Junto à água, número 34.

- Tem a chave? - Não.

Acho que é aqui.

Foda-se.

Temos de chamar os técnicos.

O maldito cheiro.

- Sim. - O que se passa?

O Wrobel arrendou uma garagem. Tinha um porco esventrado. Já temos

a encomenda do Strzelecki. O Trepa vai ao veterinário

para descobrir quem comprou o porco e onde.

Está bem. Zawieja?

Mais alguma coisa?

E encontrámos o drone. Agora, sabemos que observava a Magda.

Verificámos todos os ficheiros. O Wrobel é de fora da cidade.

O Strzelecki não o acusou. Porquê esta obsessão por eles?

Não bate certo.

Zawieja, ele tem de ter a criança.

- Ou é o mais provável. - Então...

- Cumpriu pena na prisão de Goleniow? - Sim.

- Talvez fique a saber algo lá. - Está bem.

- Vou avisar o diretor. - Adeus.

- Guarda isto. - Está bem. Adeus.

- Olá, estás em casa? - Sim.

Há almoço no frigorífico.

- Vê se a polícia está aí fora. - Vamos divertir-nos imenso.

- Sim, está aqui um carro da polícia. - Ótimo.

- Se acontecer algo, liga-me. - Está bem, adeus.

- Adeus. - Deixo-te no teu carro.

Não achas que é o Wrobel? Vejo que te incomoda.

Entre.

- É a detetive. - Entre.

Olá.

Tomasz Wrobel, certo? Aqui está o ficheiro dele.

Sente-se.

Não foi ele.

Procuram alguém que tenha cometido um homicídio brutal.

E o Wrobel é um cobarde.

Um zé-ninguém. Os reclusos tratavam-no pessimamente.

Onde foi buscar essa ideia de que é ele?

Não tenho de me explicar. Tenho as minhas pistas.

Não admira que a taxa de criminalidade suba.

- Gostava de ver a cela dele. - O que há para ver?

Aqui tem.

Uma célula de grupo com uma grande rotação.

Não vão encontrar nada lá.

Não fez nada quando ele levou porrada dos reclusos?

Já viu como ele tratou a miúda de 15 anos?

Estava preso por violação.

Ele ia à biblioteca? Tinha acesso a um computador?

Sim, tinha.

Como todos os prisioneiros.

Então, leve-me lá.

Pelo amor de Deus... O séc. XXI.

Siga-me, por favor.

Esteja à vontade.

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