Panic

Panic

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Season 1

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Panic S01 1080p AMZN WEBRip DDP5 1 x264-MIXED
Panic S01 720p AMZN WEBRip DDP5 1 x264-MIXED
A Commentary by manaire
Amazon Retail Season 1 Complete 10 episodes

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1080
720p
720
Published on: 2021-05-28
Downloads: 42
Hearing Impaired: No

Brazillian-portuguese subtitle preview

The first 200 lines.

Toda cidadezinha tem seu segredo.

A nossa tem um jogo.

Os perdedores ficam aqui, pois perder é nossa especialidade.

Os vencedores saem.

Em Carp, Texas, "fora" é o único lugar que vale a pena ir.

Por isso, jogadores arriscam a vida pra vencer.

A vitória é sua, se durar até o amanhecer.

Logo virá o julgamento.

Mas a ideia do jogo não é matar.

E não matará.

Caso você siga uma regra.

Não entre em pânico.

PÂNICO

BEM-VINDO À CARP

EXECUTADA PREÇO REDUZIDO!

Na verdade, o Pânico começou como muita coisa por aqui.

Porque era verão

e não havia mais nada pra fazer.

Os jogos começavam logo após a formatura

e duravam o verão inteiro.

Todos os formandos podem participar.

Às vezes, 40 participam.

Outras vezes, a metade disso.

Mas só há um vencedor.

Todo ano, há novos jogadores,

novos desafios,

novos juízes.

Só que o jogo também tem fantasmas.

DESCANSEM EM PAZ SAUDADES!

Nunca precisamos dizer seus nomes.

ESCOLA DE ENSINO MÉDIO SAMUEL MAVERICK

Eles sabem onde nos encontrar.

Sabem que não vamos a lugar algum.

A menos que joguemos.

Agora, o que todos esperavam,

os formandos.

Natalie Williams.

Isso aí, Nat!

Bishop Moore.

Heather Nill.

-Está atrasada. -Foda-se.

Oi, Ray.

Um presente de formatura. Algo pequeno.

-Ei, vamos lá! -Que porra é essa?

Cartão de saída livre da prisão.

Quê? Pode ser útil caso decida visitar seu velho.

É?

Se tivesse um cartão pra não pegar herpes,

eu comia de novo a mãe do Tyler.

Deixa de ser mané. Se liga.

Nem acredito que não vão à cerimônia.

Nós vamos.

Está valendo, meu bem.

Vamos lá!

Vamos!

-A minha filha. -Oi, pai.

Fale com seu tio.

Retrato de pai e filha. Aproximem-se.

Heather!

Chegamos!

Oi.

Olha, flores!

Obrigada, Lilybug.

Uau, você veio.

Claro que vim.

Tenho orgulho de você.

Tome, um presentinho.

-Segura pra mim? -Claro.

Você adorava globos de neve. Sempre queria mais.

Aos sete anos.

No Walmart,

deve ter sacudido uns cem desses.

Achei que nunca ia tirar você da loja.

Obrigada, é muito importante.

Só uma lembrancinha

pra marcar o evento e tal.

-Por que essa cara estranha? -Nada.

Tem 20 mangos?

O carro voltou pra oficina.

Problema de ignição.

E a picape do Bo bebe demais...

É tudo que tenho.

-É? -Sim.

E o pagamento retroativo da loja?

Não posso obrigá-los a pagar, mãe.

Você me orgulha.

Venha, Lily. Vamos lá.

Obrigada. Até mais.

Te amo. Tchau!

-Ânimo, maluca! Estamos livres! -É.

Perfeito.

Vamos cair fora daqui.

Não aguento mais este lugar.

-Um. -É.

-Dois. -Dois.

Três.

Valeu.

Brindamos a quê?

Sem educação física.

-E aqueles calções. -Verdade.

Coleta final.

Anda. Dê sua grana.

Coleta final.

-Lá vem... -Muitíssimo obrigado.

Coleta final.

Regra é regra.

A aula acabou. Nem vou participar.

Pense que é um seguro.

Será um verão dos diabos.

É...

Anda, cara.

Não vou jogar. Está bem.

Todos vamos jogar, babaca.

-Ray! -De um jeito ou de outro.

Um dólar e acabou.

Ray, pare.

Ser quer dinheiro, solte meu braço.

É só brincadeira.

Ah, Bishop.

Ei.

Outro brinde.

À amnésia global.

Não.

Seletiva.

Tem coisas que quero lembrar.

O que eu perdi?

Um brinde a um futuro sem o Ray Hall.

-Sim. -Ele é um saco.

É.

Lembra?

Quando você vomitou na excursão no oitavo ano?

Ele disse que a Heather estava grávida.

E aí você falou pra todos que ele tinha clamídia.

Ninguém zoa a minha amiga.

À vingança.

À clamídia.

-Não vou brindar a isso. -Quê?

Já sei um.

Prontos?

Trouxe seu diploma.

-Claro. -Bizarro.

-Sim. -É claro.

-O que está fazendo? -Um brinde.

Natalie.

Quê? Não importa porque...

vou vencer o Pânico.

Adoro essa música! Vamos lá.

-Levante-se, Heather. -Depois.

Não! Agora!

-Não, venha. -Gente. Depois. Eu não...

Não vou.

-Bishop! -Nós vamos.

-Me solta! -Não estou te ouvindo.

Qual é a sua, cara?

Desculpe. A mão escorregou.

-Num isqueiro? -Minha mão escorregou!

-Foi tipo... -É o seguinte, Dick-ins,

todos ficam nervosos antes do Julgamento.

Diggins.

Diggins. Foi o que eu disse.

Novidades sobre os juízes?

Não, só vou apresentar.

Também estou esperando o sinal.

Tomara que venha logo.

Sabe o que dizem sobre mentes vazias.

É a oficina do Diabo.

Chega mais, T!

Está tarde, Lilybug. Devia estar dormindo.

Por quê? Você está acordada.

Está enrolando.

Terminei ontem o livro da biblioteca.

Quer que eu invente uma história?

Era uma vez,

uma cidade parecida com a nossa.

Só que lá as pessoas eram de pedra.

Como estátuas.

Exato. Como estátuas.

E falavam com línguas de pedra

e acenavam com braços de pedra.

Até os corações eram de pedra.

Mas uma menina era diferente.

Ela era feita de barro.

"Você não é nada", diziam a ela.

"Nada."

Nossa.

Ela foi trancada numa torre alta,

sem porta, com apenas uma janela.

Ela se sentia sozinha? Era escuro lá?

Sim.

Sim, às vezes.

Às vezes ela falava com o vento, para ter companhia.

Como ela fugiu da torre alta?

Não sei, ainda não cheguei lá.

Bem...

talvez ela fique amiga de um vaga-lume.

Talvez ele a ajude à noite,

assim ela não tem medo da escuridão.

Quer saber?

Esse é o final. É justamente o que acontece.

Boa noite. Eu te amo.

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