The first 200 lines.
Alô, meu amor? Sou eu, sim. Nunca vais adivinhar de onde te telefono.
Do meu carro novo. Sim, sim. Não é nada mau.
Daqui a 2 minutos estou à tua porta. Amo-te, meu amor.
É magnífico.
Oh não! Oh não!
O meu carro novo.
Estragaram o carro.
Oh, o camião destruiu o carro todo.
Ele destruiu o carro todo.
- o que se passa? - Encontrei uma piada.
O que achas?
Um tipo vai ver a noiva com um carro novinho em folha, ele tem.
É agradável ter uma mulher que nos estimula.
Acabei de atingir os 70 decibéis, mas consigo fazer melhor se me incentivarem.
Obrigado. A pedido geral, vou tentar os 100 decibéis.
Estás maluco ou quê?
Ele está doente! Sabem quanto isso vale?
- Está bem! - Idiota! Eu também consigo fazer isso!
Cada vez mais agudo.
E pronto.
O que achas do descapotável que é esmagado?
Onde vais buscar tudo isso?
Aqui mesmo. À noite, quando dormes, eu trabalho.
Estou constantemente à procura de piadas.
- eu também procuro. - Não encontras muitas.
Não se trata de quantidade, mas de qualidade.
E ataca. Ontem estava fraco, como dizia a noiva.
- sim. Humor. Ha ha! - Vamos.
É o meu sketch.
É suspeito.
É péssimo.
A minha memória está a falhar.
Já não me lembro muito bem.
Hum... eu tenho.
Vocês não têm memória.
Hã? Isso é suspeito.
- é proibido representar isso. - O quê?
- é proibido. - E porquê?
- como se chama? - "Jogos proibidos".
Estão a ver?
Ponham um foco sobre o chato.
Já não se faz de esperto. O que dizia?
Eu não disse nada, foi o senhor ao lado.
Não, não fui eu.
Tens talento para bricolage.
Nem imaginas quanto dinheiro vou ganhar.
A minha irmã fez um bom investimento ao casar contigo.
Queres uma ajuda?
- é genial. - Vamos testá-lo na catherine.
Viste? Funciona. Consegui.
Passei horas a cozinhar as sobras!
Disfarça a tua alegria! Estamos a trabalhar.
Mete-te na tua vida!
Espera, ajuda-me um pouco. Oh.
Para de partir tudo!
- queres que desligue? - Desliga.
Não sei onde se desliga. Para.
Não!
- não, mas prende o outro. - No frigorífico.
Não!
Pronto. Calma aí dentro.
- calma atrás. - Deitado. Deitado!
Somos futuras estrelas, temos direito ao erro.
Qual quê! És um falhado, um morto de fome!
Só nos resta queijo fresco! Raios.
Ah, sim. Oh meu deus... não!
Falta muito pouco.
- está bem, não está? - Sim.
Fizeste a tua piada e agora já não temos nada para comer!
Para com isso, vamos às compras.
- com que dinheiro? - Sempre o dinheiro!
Contigo só posso falar disso.
- O dinheiro não é tudo na vida. - Há também a massa.
Boa resposta.
Percebeste? Não temos nada para comer!
Muito bem, julien.
Tenha cuidado, senhor raymond.
Pelas suas massas e pelos seus 100 g de queijo ralado, cortam-lhe a garganta por menos do que isso.
Estive em diên biên phu.
Oh meu deus! Aqui é ainda pior!
E tomei as minhas precauções.
- só um. - Não estamos juntos.
- o senhor estava antes. - Não.
- faça favor. - É muito simpático.
Desculpe.
Talvez leve caranguejo.
Eu disse "talvez".
O que está escrito? Não está em francês.
Ele balbucia.
- Mas, no entanto... - não.
- não, isso não está escrito. - Está sim, veja.
Holandês e francês.
Sim. Não tinha visto que eles o colocam ali.
São apenas massas.
É só isso?
Não sou um grande comedor.
6,80.
Raios, esqueci-me do dinheiro.
- faz-me crédito? - E que mais?
Gentilmente. Bem, paciência.
- boa noite. São comerciantes. - Boa noite.
É a sua vez.
Mas o que queres que eu confesse? Não fiz nada.
A noite será dedicada ao riso
com aquele por quem todos esperamos
para este encontro mensal de que nunca nos cansamos.
Acertaram em cheio.
- já lá vão 20 anos. - Não, não.
No seu espetáculo les marrants show.
Então, sem mais demora, gargalhadas garantidas.
Não fazemos a mesma profissão.
- ele tem uma profissão que rende. - Sim.
- fazer o que ele faz, eu teria vergonha. - Sim?
Além disso, é muito popular.
- Viste o público dele? Obrigado. - E o vosso "público", o que é?
Esse é o nosso problema. Certo?
Ou seja, nós selecionamo-lo.
Gaivotas.
Não, querida, não é nada.
Assim não te vão picar.
É bom, isto, não é, avozinha?
- sinceramente, isso faz-te rir? - Sim.
E não sou só eu, há todo um público assim.
Há todo um público que não gosta disto e vai falar.
Não, não, isto tem de acabar.
- Televisão, estou a ouvir? - De quem se estão a rir?
Não, estou a fazer a pergunta.
Quantos anos vamos ter de suportar este velho palhaço?
É um serviço público, têm o direito de reclamar.
Tenho pena do vosso humorista gaëtan.
Tomo nota, senhor. Boa noite.
Adeus.
- bonito. - Ela tomou nota.
Não tenho a certeza de que uma chamada isolada tenha muito efeito.
- Não te mexas. - Ele vai saber o que pensamos dele.
Bom dia. É para fazer uma observação sobre gaëtan.
É lamentável.
- para onde vai? - Tours.
"tours"? Entre.
Bom dia. Nós somos jovens.
Estamos fartos de ver o gaëtan com velhos cromos
que já não nos fazem rir; Queremos coisas modernas.
Bom dia. Vejo o programa dos marrants.
Quem pensam que somos?
O que tem isso de engraçado?
Nunca andaram na merda.
O nosso cão, que viu isso, está escandalizado.
O seu cão está escandalizado. Tomo nota.
Alô? Bom dia. O meu avô combateu em verdun, está a chorar.
Não se brinca com essas coisas. Obrigado.
Então, as audiências?
Piores do que da última vez, mas boas.
- Está bom ou não? - Há uma coisa que me preocupa um pouco.
- Alguns telespetadores telefonaram. - Descontentes?
Muito. Se me permitem um conselho para o futuro,
rejuveneçam os vossos colaboradores.
- quem o autoriza? - Sou o diretor.
E por quanto tempo?
Se calhar, daqui a um mês estará na sncf
ou no ministério dos tempos livres.
Meu rapaz, não se engane.
Faço comédia há 30 anos, por isso esse tipo de observação não comigo.
Já nem sei em que sentido.
Sim, mas passaram aquela piada muito engraçada
em que se disfarça de hitler com bigode
e pendura
o seu casaco na mão do sujeito
que o saúda com "heil hitler!"
eu, hitler?
Sim.
Em 10 anos, quantos sketches fizeram
sobre hitler comigo?
Uns vinte.
E depois o sketch do padeiro enganado, guerra de tartes de creme
entre ele e o amante, e a última fala do padeiro:
"estou metido numa alhada." bravo.
A tarte de creme sempre fez rir.
E a partida de cartas?
- é péssimo! - É genial.
Eu provo.
- é você que dá as cartas. - Então corte.
Há imensos jovens com talento
que morrem de vontade de trabalhar para mim. Não é?
Eu mantive-me muito jovem.
Estou em excelente forma.
Em forma de quê?
Esta é a melhor. Ouviram a fala?
"em forma de quê?" muito engraçado!
Muito engraçado! Despeçam-nos!
Lixo com os cartões vermeil do riso!
É injusto. Ainda somos capazes de encontrar
piadas e fazer rir.
Gasto.
É que são incapazes de o fazer.
- quem? Eu? - Sim.
"incapaz"?
Mas isso é uma piada velha! Está gasta! Incrível!
Então, gaëtan?
O meu pobre marido. Vale tudo para fazer rir.
- olá, pai. - Olá, querida.
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