The first 200 lines.
- Jim, está bonito de terno. - Obrigado.
Agradeço muito por terem vindo nos apoiar.
Você também, Rodney. É ótimo o que estão fazendo.
É um bom teatro.
- Onde está o pai? - Não veio.
- Não queria te deixar nervoso. - Não é ele. É você.
- Por que te deixo assim? O quê? - Parem.
O que eu faço? Como te deixo nervoso?
- Tudo ficará bem. - Fica assim sozinho.
- Olhe, está suando. - Merda, agora estou nervoso.
Ele está nervoso.
Pode dizer para a corte o que houve naquela noite?
Estava indo buscar leite para o meu garotinho.
Leite para o garotinho.
Sei que gosta de achocolatado. Então, fui comprar para ele.
Então, encontrei o Dwayne, e ele me perguntou
se eu queria dar uma volta. E eu aceitei.
E a próxima coisa que me lembro é da polícia nos perseguindo.
Eu nunca vi essas pessoas na minha vida.
Ele nunca viu esses homens antes.
Acho que não. SEIS SEMANAS ANTES.
Quem como cereais de cueca às 15h?
- Traficantes? - Sim, idiota.
Por que acha que estamos aqui?
Ótimo. Pode-se receber tudo em casa.
Roupas, comida, gibis, fliperamas.
Olhe só para mim. Estou provando um jeans.
Está segurando meu cereal. É como se eu fosse um rei.
Olhe só todos esses clientes.
- Oi, Lisa. Como vai? - Nossa, está de bom humor.
Estou tendo um bom dia. Por que está aqui?
Para pegar os DVDs. Conversamos sobre isso.
Olhe só aquele carro.
Há uma fortuna lá.
Lembre-se de alimentar o Billy, e faça-o usar o oxigênio.
Comida e oxigênio. Nossa, que necessitado.
Eles até fabricam naquela merda.
- Deveríamos voltar à noite. - Com certeza faremos isso.
S01E05 "Justice".
Legenda: EricFujino.
Sr. Jefferies, você reconhece esse facão?
Sim. Foi a faca usada contra mim durante o crime.
Saia da frente. É a melhor parte do filme.
É quando o Eastwood atira na cara do Hackman.
- Adoro essa parte. - É uma ótima cena.
- Peggy ainda está aqui? - Sim, está dormindo.
- Gosto dela. Ela é legal. - Também gosto dela.
Sim, ela é legal. Venha cá.
Essa é a cena. Está pronto?
Eastwood, Hackman, Eastwood...
Eis o cantalupo ensanguentado com a peruca do Hackman.
- Não, é um melão. - Uma ova. É um melado.
- Você, americanos, nem... - Calem a boca!
- Jesus! O que é isso? - Onde estão as drogas?
Todas elas! Agora!
- Pegue, cara. - Está tentando ser engraçado?
- Não. Ele que é engraçado. - Não sou tão engraçado.
Ele não parece engraçado. Mas você, sim.
E você... você parece hilário.
- Vá se ferrar, panaca. - O que você disse?
- "Vá se ferrar, panaca." - Acerte-o, Marreta!
Faça isso, e o enfiarei tão fundo no seu rabo,
que vai poder martelar com o rosto.
- Ele não pode enfiar nada... - Cale a boca, Jim!
Ele não se mexe. Está paralisado.
- E daí? - Ele não se mexe. É uma droga.
Não tenha pena de mim, otário. Faça acontecer.
- Eles vão te machucar. - Vamos, veado!
- Calado, Billy! - Veio fazer isso?
Todos vocês, calados, e digam onde está o "pó"!
Não sabemos o que é isso.
A "farinha"!
Novamente, como um grupo, não sabemos o que é isso.
- O bagulho! - Não estou entendendo.
- A cocaína. Entregue-a. - Eu chamo de "alegrador".
- Vamos, inglesinho. - Sou australiano.
- É a mesma coisa. - Racista.
Isso deveria ser para o meu aniversário.
- Steve, sinto muito. - Só isso?
- Eu não usaria de uma vez só. - Isso é uma besteira.
Ei, fique de olho nesses dois, está bem?
Você vem comigo. Levante-se.
Vai me mostrar onde está o bagulho.
- O que temos aqui? - Saia daqui, Jim.
Não sou um fliperama que pode brincar toda hora...
- Quem é essa? - É a Peggy.
- Diga para ela não olhar. - Peggy, não olhe. Cubra-se.
Tudo vai acabar logo. Vá para baixo!
- Diga-me onde está o bagulho. - Não temos. Não traficamos.
Besteira! Sei que não trabalha. Temos vigiado vocês.
Não sou traficante. Sou comediante.
- Sério? - Sério.
- Você é bom. - Dou para o gasto.
Sabe, tenho um especial na HBO,
- um na Showtime. - Não tenho esse canal.
- Tenho um que vai estrear. - Isso não importa, Jim.
Cubra-se com o lençol, Peggy!
Por que ela tem uma proteção?
Não me ofereceram uma.
Fui mais atacado do que ela. Cortaram a minha mão.
Jim, cale a boca.
Obrigado.
Srta. DeWitt, você é namorada do sr. Jefferies, correto?
Bem, ele não me ligou durante mais de um mês,
então eu não me consideraria namorada dele.
- Estava em uma turnê. - Estava sem celular?
- Protesto. - Sr. Jefferies.
Skype? E-mail?
- Eu... - Sr. Jefferies.
Meritíssimo, ela é gostosa, mas dá muito trabalho.
- Ela vale a pena. - Obrigada.
Certo, então o sr. Jefferies é uma pessoa que você gosta?
Sim. Bastante.
Srta. DeWitt, qual é o motivo de testemunhar anonimamente?
Porque estou com medo.
- Do que tem medo? - De morrer sozinha.
- Qual é! Estava em uma turnê. - Sr. Jefferies.
- Trabalha uma hora por noite. - Nada disso.
Eu escrevo piadas. Voo para os shows.
- Há muito mais... - Sr. Jefferies.
Negado.
Do que tem medo hoje, Srta. DeWitt?
Tenho medo deles.
- Esses somos nós, Peggy. - Desculpe.
- Gosto do Steve. Oi, Steve. - Oi.
Certo, posso pedir para ser mais específica?
Estou com medo dos dois caras.
Quer dizer os réus, sr. Murphy e sr. Taylor.
- Está correto? - Sim, eles.
Por que não me entrega a chave do carro, engraçadinho?
Tenho as chaves, mas não sei...
Entregue-as, ou cortarei mais do que esse dedo.
Olhe. Não sei onde está.
Sempre levo 20 minutos para achá-las.
É verdade. Eu nunca acho nada.
- Ela nunca acha nada. - É melhor você encontrá-la.
- Ei, encontrei seu sapato. - Não é meu.
- Perdão. - Certo.
Senhorita, pode identificá-los, mesmo que usassem máscaras?
Posso. Um era um negro alto, e o outro, um branco magrelo.
- Protesto! - E porque estavam sem luvas.
O branco tinha uma tatuagem no pescoço que dizia "lendário",
e o negro tinha uma marca no ombro direito.
- É um bom argumento. - Isso é tudo.
- Agradeço pelo testemunho. - Devíamos ter confessado.
- Ei, está bem? Eu te ligo. - Certo.
- Mas tenho um turnê... - É claro que tem.
Eu gosto dela.
Então, agora está solteira?
O que foi?
- Quer o volante? - É claro.
O jogo não presta, mas tem que tê-lo para jogar.
- E é legal, porque vibra. - Certo.
Sério? Pode levar. Ótimo.
E esse controle funciona. Só tem que trocar a pilha.
- Certo, parece bom. - Leve esse jogo. É demais.
Rodney zerou em uma dia, mas gente normal leva semanas.
Pare de me encarar. Vou te matar.
Nunca vou me esquecer da sua cara.
Estou de máscara, idiota. E você estaria morto.
Não tenho medo de você. Eu vejo tudo.
- Não perco nada. - Ei, não bata nele, cara.
Bela tatuagem no pescoço, trouxa.
- Billy, calado! - Quer ajuda com a máscara?
Cara, vire-o para lá. Vire-o para o outro lado.
- Vire-o para a porta. - Sério, Steve? Sério?
Cuidado com os dedos. É perigoso.
Não acredito, cara. Você é um marica.
Ponha as mãos no colo. Não pode fazer nada.
- Obrigado, irmão. - Cale a boca.
Por que não entrega a chave dos nossos pais
e os manda para a casa deles?
Cale a boca! Não está ajudando.
- Isso é tudo? - Não.
Quer saber? Você precisa de um protetor contra curtos.
Minha nossa. Vai carregá-lo até o carro?
Cale a boca, cara!
Ei, peguei as chaves.
A mamãe te vestir com vestidos te deu uma vagina, não é?
- Porque você tem uma. - Você tem irmão?
- Uma grande boceta! - Oi, sr. Nugent. Como vai?
Oi, Mark. Estou bem.
Parece muito nervoso hoje. Está bem?
- Não estou nervoso. Estou bem. - Está suando muito.
- Tem certeza que está bem? - O quê? Sim.
Diga.
Meu Deus, nós fumamos maconha.
Fumamos um baseado. Estávamos chapados naquele dia.
E isso é ilegal. Eu sei disso.
Sei que pode ter uma receita, se quiser.
E, com o meu irmão, seria fácil conseguir uma.
Qualquer médico daria para ele. E sempre falamos sobre isso.
Sempre falamos sobre como conseguiremos uma.
E fumamos e esquecemos, porque é o que acontece.
Então, nunca conseguimos. Mas foi só um baseado.
Só fumamos um baseado. Qual é o problema?
Nem era grande. Não era um charuto ou afins.
Era um baseado minúsculo. Só isso. Foi um baseado. E daí?
- Isso é bom, não? - Isso é lindo.
Foi só isso, eu juro!
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