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Caveirânia em insânia Estava tudo num alvoroço
Pelo dedo do pé mágico Do Baboso Venenoso
A um bárbaro foi confiado O Dedo do Destino
Veio salvar a Terra Mas precisa de tino
Fangbone, Fangbone É pequeno, mas dá luta
Fangbone, Fangbone À noite dorme numa gruta
Salva a Terra com o humano Bill
Que não tem barba nem espada
Mas tem a mente marada
Fangbone, Fangbone Não tem amizades falsas
Fangbone, Fangbone Herói que não veste calças
Fangbone, Fangbone Um dia todos vão acreditar
Na próxima grande lenda
Venham conhecer a lenda
- Final da abertura? - Está quase.
Fangbone
Esquele-Tom derrotado!
Musculor vence!
Sou o Musculor!
Este leite de vaca sólido é delicioso.
Não faz mal. Completei o cartão. Temos um grátis.
Sejas lá o que fores, já te topei.
E depois desapareceram!
Cheiraste os excrementos, Bill?
Claro que não! Porque cheiraria excrementos de fantasma?
Bill, em breve ser-te-á oferecido um grande presente.
Consultaremos o Cajado Cintilante.
E não alimentes em excesso o roedor de aprendizagem.
Mas cheiraste os excrementos do fantasma?
Porque perguntam sempre isso?
Não, não cheirei os excrementos de fantasma!
Que se está a passar?
O teu animal espiritual está a dar-se a conhecer.
O meu quê?
Quando um membro do clã atinge a maioridade,
o seu animal espiritual revela-se.
Um animal espiritual representa o coração, a capacidade
e o cheiro de um guerreiro bárbaro.
E o teu também. Que bom para ti.
Já houve muitos pares poderosos.
Bate Garras e o seu caranguejo-machado.
Lâmina Suja e a sua águia-tubarão-martelo.
Urso Machado e o seu javali-de-fogo.
Vou ter um animal espiritual como companheiro?
Isso é espetacular! Qual será?
Quero um animal destruidor.
Vai destruir tudo, Bill.
Mas antes tens de realizar
o ritual de adoção de animais espirituais!
Este pergaminho secreto e antigo revela tudo.
Tudo sobre o seu animal espiritual, 3ª edição.
Perlimpimpim!
Vamos a isso.
Bill, filho de Mãe do Bill, irmão de armas de Fangbone,
protetor do Dedo, obstáculo ao Baboso, estás preparado...
Estou. Anda lá.
Manteiga de amendoim e doce. Boa.
Agora, Bill, lê as palavras.
Ouve-me, animal espiritual! Mostra-te e sê meu companheiro!
Sê meu companheiro para sempre!
O que é isso?
É o teu animal espiritual.
É um chia-garra.
O guardião dos animais favoreceu-te mesmo.
Estás a brincar?
O chia-garra é um grande companheiro.
E gosta de ti.
Mas eu queria um falcão-de-sangue, ou um octopunho,
ou um macaco-de-batalha-tricórnio, não esta doninha que chia.
Bill, por favor! O chia-garra tem sentimentos.
Não era a sério, sua legendeza.
Não. Nem pensar. Esquece.
Bill, o chia-garra escolheu-te por um motivo.
Porquê? Porque sou fofinho e giro...
Que irritante!
Não! Os chia-garra são rápidos, leais e criativos. Tal como tu.
Não sou como um chia-garra!
Belo pijama, durão. Estás girérrimo.
Não sou girérrimo.
Sou poderoso.
Poderosamente girérrimo.
- Boa noite, bichinho. - Mãe.
Serias um ótimo companheiro para alguém pequeno e fofinho,
mas eu não sou assim, está bem?
Encontra outra pessoa para chatear.
Está bem, como queiras.
Chia-garra!
Bill, foste batalhar sem mim?
Foi aquele chia-garra parvo.
Se te venceu, não é assim tão parvo.
Bom dia, turma.
Hoje vamos aprender sobre o empolgante mundo...
das folhas?
Nível de fofura a chegar aos 100%.
- Sai daqui. - Bill?
Bill, não é hora para danças malucas. Isso é logo à tarde.
Mas Prof. G... Não é nada?
Onde é que eu ia? Já sei.
Todas as árvores têm folhas. Ou agulhas, suponho.
As agulhas são folhas?
- Alguém quer uma festa na barriga. - Estou a tentar aprender sobre folhas.
Bill, não se bate na aula. Nem mesmo em ti próprio.
Tens de respeitar o teu animal espiritual.
Como? É uma bola de pelo irritante que chia...
Chia-garra, estou a avisar-te.
Bill!
Só um segundo, Prof. Gillian.
Sai lá desta, espertalhão.
Então!
- Impressionante. - Rápido, leal e criativo, Bill.
De todos os animais espirituais, tinha de me calhar...
Prof. Gillian, posso ir à casa de banho?
Demasiado fraco. Pequeno. Aborrecido.
Estás a ver? O meu animal espiritual devia ser assim.
Algo deste género.
Não é de ti, mas...
Lamento.
Ouve-me, animal espiritual!
Bill, esta não é a casa dos banhos.
Que estás a fazer?
Estou a trocar o meu animal espiritual por um mais fixe.
Sê meu companheiro para sempre!
Bill!
Vês? É o meu novo dragão-cuspidor-de-alcatrão.
É espetacular, não é?
Animais espirituais não se trocam como animais de carga, Bill!
Invocaste o animal espiritual de outra pessoa!
Almoço, Sr. Morde-caras.
Sr. Morde-caras?
São lindas, mas não se apeguem muito...
Continuem a ver.
Cuidado, meu!
- É mesmo mau. - Sim, pois é.
Salvaremos os nossos camaradas antes que se tornem comida de dragão
e depois caca de dragão.
É isso mesmo. E não tem ramos para trepar.
Usa a espada como ramo.
Podemos trepar e depois saltar.
- Engenhoso, Bill. - E salta!
- As minhas engrenagens estão presas. - Não te preocupes. Tenho um plano.
Está na hora de me libertar!
Estamos condenados.
Fangbone, consegues libertá-los?
Não me parece, Bill. Maldições caiam sobre este alcatrão.
Já chega, Fangbone.
Caca.
Isto é tudo culpa minha.
Chia-garra?
Como tu tens cartão de fidelidade para leite sólido de vaca,
o chia-garra tem cartão de fidelidade para contigo, Bill.
O que sabemos sobre dragões? Devem ter uma fraqueza.
São vaidosos.
Só isso? Está bem...
Pessoal, gozem com o dragão-de-alcatrão. Magoem-no.
Dragão-de-alcatrão!
Não brilhas nada!
Já vi escamas melhores no supermercado!
Dragão? Não dragas nada.
Dragão, sabes o que mais tem seis pernas?
Três falhados!
Os dragões não deviam cuspir fogo?
Não admira que tenhas as orelhas a arder,
sua cobra voadora, cuspidora de porcaria e feiosa.
Já agora: não prestas.
Obrigado, chia-garra.
Boa, Bill! Enfurece-o!
Pois!
Bill!
Não teria conseguido sem...
Onde está o chia-garra? Isto é, onde está o meu chia-garra?
Tenho de lhe agradecer e dizer-lhe que é fantástico.
Os animais espirituais só aparecem quando são precisos
e não precisam de agradecimentos.
Como é que...?
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