La Dolce Vita

La Dolce Vita (La dolce vita)

Download Portuguese Subtitle

Release info

La Dolce Vita 1960 480p BluRay x264-mSD
A Commentary by bisounours
resync. * thanks pf2012 *

Tags

BluRay
x264
480p
480
Published on: 2014-10-02
Downloads: 149
Hearing Impaired: No

Portuguese subtitle preview

The first 200 lines.

A DOCE VIDA

Argumento

Fotografia

Música

Realização

Leontine. O que é?

Olha, é Jesus. Onde vão?

Olha. Está a descer.

O que é aquela estátua? Onde a levam?

O quê?

Onde a levam?

Levam-na ao Papa.

Querem o número de telefone. Não!

Rapaz, chega aqui.

- O que comeram à mesa dezasseis? - O príncipe comeu caracóis.

- O que beberam? - Soave.

Peço desculpa, Sr. Júlio, mas se falam dos príncipes, beberam Valpolicella.

- Olá, Marcello. - Olá, Pierone.

- Júlio, deixa-me fazer uma fotografia. - Não é possível.

Porque lhe dás aquele dinheiro todo? Se quiseres informações estou aqui eu.

Cabecinha.

Director!

Director, não deixe passar aquele fotógrafo.

- Dê-me a película, por favor. - Não tem nada.

Existe o direito sobre a própria imagem. Se não o conhece, eu ensino-lhe.

Dá-me lume?

- Vem cá um momento, querido. - Falas comigo?

Sim, falo contigo. Preciso de te falar.

Boa noite, como está? Então...

- Sente-se. - Onde? Não há cadeira.

- Agacha-te. - Como?

- Malandreco. Malandreco. - Porquê?

Porque és um malandreco. Sabes o que te faço? Parto-te o focinho.

Tenho uma opinião pública a informar. É o meu trabalho. Alguma publicidade...

Chamas isso publicidade? Sabes que a meteste em sarilhos com o marido?

Meto-me eu na tua vida e quero saber dos teus cornos?

- Não és jornalista. - Chamam-lhe jornalismo o dele?

Cala-te.

- Cuidado com o que fazes. - Vais matar-me?

- Chegou? - Não, ainda não apareceu.

Assim que chegar diz-lhe que é um estúpido.

Dá-me um uísque.

Estão a espera de quê para fechar esta barraca? É tão mal frequentada.

Boa noite, Madalena. Como está? Sozinha?

- Quer dançar? - Não.

- Tomamos um vodka? - Tudo corre mal esta noite, vou embora.

- Acompanho-a. - Está bem.

Boa noite.

- Eis os seus amigos prontos a atacar. - Marcello, onde vais todo elegante?

- Senhora Maddalena... - Por favor, hoje deixem-me em paz.

Voltou. Aqui está, mais fotogénica do que uma estrela.

É todas as noites a mesma história. Nunca se fartam.

Paparazzo, chega!

- É uma personagem famosa. - Marcello, onde vão? Onde a levas?

Queria viver numa cidade nova e não encontrar mais ninguém.

Eu gosto muitíssimo de Roma.

É uma espécie de selva, amena, tranquila, onde é fácil esconder-se.

Eu também queria esconder-me mas não consigo.

- O que fazemos agora? - Damos uma volta, ficamos.

- Roma é aborrecida, queria uma ilha. - Compre-a.

Já pensei nisso, mas será que ia lá?

Sabe qual é o seu problema? É ter demasiado dinheiro.

Enquanto o teu é não ter que chegue.

No entanto, aqui estamos os dois.

Este não é um problema, são poucos a estarem insatisfeitos consigo próprios.

- O que tem lá? - Nada.

Não devia preocupar-se com todo o seu dinheiro,

aconteça o que acontecer, tem sempre as costas quentes.

- Acha? - Claro.

Nem consigo aguentar-me direita.

Precisava de uma carga vital que não possuo para ir de cabeça erguida.

Quando faço amor, aí sim, no amor há tensão.

- Só o amor me dá esta força. - Viva o amor, então.

Annamaria, vem aqui ver. Não é um carro, é um apartamento.

- És a Liliana? - Não sou a Liliana. Tu quem és?

- Boa noite. - Boa noite.

Com quem estás a falar?

Quem está aí?

A Liliana já não está aqui, foi para Milão.

- Querem ir passear connosco? - Eu?

Sim. Venha.

Uma senhora está a convidar-me a dar um passeio de carro, vou?

Vamos dar uma volta com esta rapariga.

O que tenciona fazer?

Nada, dar um passeio. Depois levamo-la para casa.

- Conhece-a? - Não.

Acho que não.

Vou comer com o Boi, espero-te lá. Aí vêm.

Desliga estes faróis, exibicionista.

Vê lá se tratam bem, devem ter mais dinheiro do que o próprio Onassis.

Vens connosco?

Se não me julgarem descarada e me levarem a casa, agradeço.

- Tu vens? - Não.

Moro um pouco longe.

- Entra. Consegues? - Sim, obrigada.

- Ficas bem aí? - Sim.

- Adeus, Nini. - Adeus, Annamaria.

- Onde moras? - Em Cassati Spiriti, imagine.

- De quem é este carro? É seu? - Sim.

- Foi você que o comprou? - Não, foi o pai.

E que pai! O meu só me dava tareia.

- Conhece o meu pai? - Sim, uma vez apresentou-nos.

- Os seus pais onde vivem? Não lembro. - Em Cesena.

- Têm praias? - Não.

- Como está a correr? - Como queres que corra?

Não correu bem hoje à noite?

Calhou-me um bronco. Deu-me mil liras e um maço de cigarros.

- Era jovem ou velho? - Não olhei para a cara dele.

- Você iria com uma mulher destas? - Não.

Porquê? Não é pior que muitas outras.

- Você não vai com mulheres destas? - Sim, de vez em quando.

Ouve lá, Gregory Peck, gostava de perceber. Vamos fazer o quê?

Não disseste que querias que te acompanhássemos a casa?

- Sim. - E levamos-te a casa.

- Porquê? O que estavas a pensar? - Nada, que devia pensar?

Com cuidado que estão todos a dormir. Desliga o rádio.

- De qualquer forma, vamos já embora. - Moras com quem? Está alguém?

- O que a senhora está a dizer? - Se está alguém em casa.

Quem devia estar? Tenho um primo mas foi para Velletri para uma consulta.

Oferece-nos um café?

Com muito gosto. Sei fazer um bom café.

Não pensem em encontrar um palácio.

Indico-vos o caminho.

O café.

Atenção que há uma escada. Porque a noite passada um senhor...

Que desastre! Ficou tudo inundado. Não se pode viver assim.

Danação!

Esperem um momento. Qual engenheiro, devia ser coveiro.

Podemos esperar até ao Natal! Estou a expiar todos os pecados de Satanás.

Podem sentar-se no quarto de dormir. Meu Deus!

Aqui também ficou inundado. Se quiserem entrar, eu preparo o café.

Eram necessários conhecimentos.

Há já 2 anos que apresentei o pedido para as casas na Rua Giuseppe Verdi.

- Ainda aqui estou. - Não te preocupes.

Entretanto, ligo o fogão.

Fechas a porta?

Queres fazer amor aqui?

Não?

O café fica aqui em cima.

Como?! Não negociaste antes? És maluca? Estás a fazer favores?

Não sabia de nada. Fizeram eles tudo. Querias que os mandasse embora?

- Esperamos que me dêem 2 mil liras. - 2 mil liras? Eu é que faço os preços!

- São marido e mulher? - Qual marido e mulher!

É para si e muito obrigada.

Tenho de ir de marcha-atrás ou há espaço para manobras ao fundo?

Não é necessário fazer manobras, ao fundo vire à direita.

- Posso dar-te um beijinho? Obrigada. - De nada.

- Voltem sempre que quiserem. - Adeus.

Não corram com o carro.

Meu Deus. Meu Deus.

Emma!

Emma!

Emma, o que se passa, responde-me! O que aconteceu?

O que fizeste, desgraçada! Maluca!

Não é nada, não é nada.

Fica tranquila, tranquila. Fica tranquila, levo-te eu.

Porque és tão maluca? Queres dar cabo de mim?

Um dia destes deixo-te morrer. Deixo-te morrer.

Emma, responde! Agora chega!

Emma, tesouro, meu amor!

Depressa!

Rubini! Foste tu que trouxeste a mulher que se envenenou?

Giannelli, não escrevas nada, por favor. Vou ter problemas com a polícia.

- O que aconteceu, conta. - Nada, nada.

- Quem é? Como se chama? - Não te posso dizer. Deixa-me em paz.

Senhor, pode entrar.

- Emma! - Não a canse, precisa de descansar.

Daqui a duas horas pode levá-la para casa.

Entretanto, o agente de serviço terá que redigir o verbal. É obrigatório.

Emma, porque o fizeste? Diz-me, porquê?

A polícia está à sua espera.

Volto já.

Aguarde, vem já.

- Irmã, posso usar o telefone? - Faça o favor.

- Venha, venha. - Só uma fotografia, apenas uma.

Quieto com as mãos.

Sylvia, Sylvia!

Por favor, tire os óculos.

Para trás.

Os óculos, Sylvia. Tire os óculos.

Para trás! Para trás!

Ri-te.

Rápidos, rápidos. Aí está!

Damos-lhe antes as flores ou a pizza?

A pizza! Cuidado que entorna.

Bom dia, senhora, sou o Scalise. Venham cá com esta pizza!

Para trás, para trás. Vão para trás.

Sylvia! Tira-te da frente.

Chegou o produtor cinematográfico Totó Scalise.

Contratou a estrela para uma grande co-produção cinematográfica

a ser rodada a cores?

É a sueca? É melhor não olhar para ela ou mato a minha mulher.

Viva a Suécia!

Pizza napolitana que está a oferecer à maravilhosa actriz sueca.

Mostra magníficos dentes e morde o típico e saboroso produto italiano

que com as suas cores vivas e cheiro resume a vontade de viver do país.

Mais uma dentada.

Olá, Marcello. Que bonitona.

O produtor acompanha a estrela à alfândega. Muitos admiradores esperam.

Após esta viagem toda, está fresca como uma rosa.

More Portuguese subtitles for La Dolce Vita

Comments

No comments yet. Be the first to leave one.

Keep it about this subtitle — sync, quality, typos.500 characters left