The first 200 lines.
Estação da Primeira Avenida. Primeira Avenida.
Droga!
Deve deixar as pessoas saírem,
antes de invadir com essas caixas enormes.
Achei que lia essa porcaria de revista.
Processe-me por tentar chegar a um lugar,
enquanto tento descobrir se Elin Nordegren está bem.
- A propósito, está solteira. - Desça na próxima parada.
É, no Brooklyn, onde todos são ameaçadores e expressivos.
Obrigada por incluir no meu dia. A propósito, o que tem aqui?
Cadáveres? Animais empalhados cheios de cocaína?
Carrinhos de bebê para o Haiti, beleza?
Possuem rodas especiais para que as mães subnutridas
possam empurrá-los em meio aos escombros.
Não sabia que era, tipo, um benfeitor.
Faço o que posso. Se as pessoas pensam
que é uma coisa boa, isso já é com elas.
Chega, está bem?
Não é o único bondoso no metrô. Sou um médica.
Da forma que se veste, pensei que fosse
assessora de um rapper ou algo assim.
- Obrigada. - Não é um elogio.
- Vejamos o seu cartão. - Entendi. Não acredita em mim.
- Vai parecer um idiota, senhor. - Tudo bem.
"Dra. Mindy Lahiri."
- Cartão bonito. - Obrigada.
Médica ainda mais bonita.
O que está rolando aqui?
Posso te ligar?
Para um encontro ou algo esquisito?
Um encontro.
Veremos se ele se transforma em algo esquisito, certo?
Isso é bem sexy de dizer.
Se outras pessoas acham que é sexy, já é com elas.
- Esta é a sua parada. - Sim, melhor eu ir.
Meu Deus, o que é isso, uma banda?
Senhor, ponha uma camisa. Rabino, tenho que passar.
Temos uma situação... Uma cobra horrível.
Maldito Brooklyn.
L.O.T.S e Queens of The Lab apresentam:
The Mindy Project S01E19 My Cool Christian Boyfriend.
Lord and Queen: @__Fagundes e doh
Twitter: @LOTSubs @Queens_OfTheLab.
Gente, conheci um estranho muito sexy no metrô
e ele não tentou me matar.
Na verdade, era gato. E, olha só...
estava enviando caixas para o Haiti.
Entendo que caixas são divertidas de se jogar,
mas o povo no Haiti precisa de suprimentos.
Parece melhor que seus dois últimos.
Teremos de esperar o outro sapato cair.
- E revele seu segredo obscuro. - Tudo bem, sr. Cínico.
Uma pena que não acredite
que existem pessoas que façam o bem para outras.
Viajarei voluntariamente pela clínica semana que vem.
Na verdade, Mindy, é a única que não irá.
Uma prisão feminina? Qual é.
Se quisesse ser esfaqueada, me depilaria bêbada de novo.
O sistema prisional americano é um mancha, em um país belo.
O mínimo que podemos oferecer às coitadas é cuidado gratuito.
Dei dinheiro para o carro.
E essa é uma contribuição muito generosa.
É como "Habitat para a sociedade."
Pref ere alguém que nunca pegou um martelo antes
ou quer um cheque para comprar todos os martelos que precisar?
Não tem martelos nessa situação.
Eles precisam da nossa ajuda. Em sua maioria, são boas.
É verdade. Quase todas são boas. Mas, como um ex-detento,
são, principalmente, insensíveis e selvagens.
Morgan, é bom argumento.
É mais alto do que todos com quem já sai.
- Obrigado. - Sai com um que tinha 1,78m.
Era da equipe de remo.
- Eu fazia remo. - Sério?
Com os gêmeos Winklevoss. Chamavam trigêmeos Winklevoss.
Que encontro legal este.
Antigamente, aqui era um bar clandestino.
É mesmo?
Babe Ruth disse que vomitou naquele canto escuro ali.
Engraçado mencioná-lo,
porque vi Derek Jeter em uma boate.
Acho que era ele. Era mulato.
- Para mim, é o suficiente. - Eu amo Nova York.
Cada edifício já foi uma outra coisa.
O do meu apartamento era hospital para tuberculosos.
Está brincando?
O meu costumava ser um hospital para tuberculosos.
Sinto que deveríamos fazer um passeio a pé
- por esses cantos escondidos. - Com certeza.
Onde doenças devastaram a população.
Entende o quis dizer? Na Upper West Side era varíola.
Na Ilha Roosevelt, a pólio, ironicamente.
Vamos fazer esse passeio.
- Aqui o seu aperitivo. - Obrigado.
Está com uma cara ótima. Casey, experimente.
Jesus, somos seus irmãos e irmãs,
e nos reunimos aqui em seu nome, em seu amor.
Dê-nos a sua bênção e abençoe este alimento.
Amém. Certo, vamos lá.
É picante?
- Trouxeram a bruschetta picante? - Estava orando?
- Foi estranho para você? - Não. Faz muito isso?
Faço. Sim.
É como se fosse, tipo, ossos do ofício, acho.
Sou um pastor, então...
- Não, eu sou. - Não estava brincando?
Lembra daquele cara que eu disse que ia sair?
- Vagamente. - Pegue essa.
- Ele é um padre. - Um padre católico?
Devia se sentir estranha, vai para o inferno.
- Ele é luterano. - Só faz dele um pastor.
Ainda não entendeu.
Quando o jantar chegou, ele começou a orar.
Em um restaurante, Danny.
Vai com calma, calma. Antes que diga algo ofensivo,
deixe-me dizer que eu sou um católico devoto.
É mesmo? Como alguém com complexo de Deus
pode ser religioso? Não teme ser punido?
Não sou um daqueles católicos loucos fanáticos.
Só vou à igreja todos os domingos,
padre Francis janta comigo 5 vezes por mês, no máximo.
Sabe, é perfeito para isso.
Você me acompanha até o culto do Casey no fim de semana?
Gosto dele e preciso ter certeza
de que é normal e não um líder de uma seita esquisita.
Sabe de uma? Claro.
- Sério? - Sim.
Na verdade, acho que enfrentar outra fé fortalece a minha.
Uma vez jejuei no mês do Ramadã apenas para ser mais católico.
Vagava na direção do vento, sou católico, faço essas coisas.
- Pode ir, vou terminar isso. - Ótimo. Então, até domingo.
- Até. - Vou te ajudar.
- Obrigada, Danny. - Sem problemas.
Deveria me preocupar que vai até uma igreja?
Rishi, não te pedi para passar as férias no meu sofá, beleza?
Não preciso de sua opinião.
Dê-me um salário de médico e amanhã estarei no México.
E te achar sem cabeça, Rishi?
Acho que não. Tenho CD de sons do oceano,
algo para fazer Margaritas. Está bem aqui.
Se liga, mulher. São não mude quem é por causa dele, beleza?
Quer dizer, curto quando fazem por mim,
mas depots perco o respeito por elas.
Que grosso, Rishi. Não tem como mudar quem sou.
- O que está vestindo? - Roupas de igreja.
Nunca viu um filme do Tyler Perry?
- É sério isso? - Pelo visto.
- Tem que tirar o chapéu. - É parte da minha roupa.
- Tire isso. - Tire a gravata. Ficará melhor.
Vão achar estranho se eu não...
- Não consigo ver. - Tudo bem, tudo bem.
- Desculpe. - Deixe as calças.
- Fale baixo. - Bagunçou meu cabelo?
Não importa. Deus não julga.
Quero que o Casey goste. Não ligo para Deus.
Pode falar mais alto?
Aqui vamos nós.
Qual é a daquele cara com um fone?
- Está arruinando o culto. - Danny, é o Moby.
- Quem? - O músico.
Esta é a melhor festa em que eu já estive.
- Não é uma festa. - Moby.
Que maravilha.
Amo todos e cada um e vocês. Obrigado.
Estou animado hoje. Tenho um grande anúncio.
Espero que não seja sobre mim. Vou ficar muito envergonhada.
Eu odeio Deus.
Nossa, cara. Estamos todos mortos.
E aqui está o porquê. Tive um dia longo no escritório.
Cheguei em casa, exausto.
Tirei o sapato social e coloquei meu Ugg.
Obrigado, Moby. Agradecemos.
O que eu quero fazer...
assistir Game of Thrones no meu DVR.
Acontece que... não gravou.
Olho para esse grande homem e digo: Qual foi, D?
Por isso que odeio Deus.
E quero que todos aqui repitam isso comigo.
Eu odeio Deus?
Ela odeia Deus. Quem mais?
Eu odeio Deus!
Não, não, não. Não farei parte disso.
- Eu odeio Deus. - Eu odeio Deus.
Muito bem. Tudo bem.
Todos odiamos Deus e ele ouve a sua raiva.
E querem saber? Deus ainda assim te ama.
- Isso foi incrível. - Amém.
Algo me incomoda hoje.
Agora está falando de você.
Vejo vários guerreiros hoje. E não os vejo durante a semana.
Gente, Deus está com vocês 24 horas, 7 dias por semana.
Até quando fazem vocês sabem o quê.
Não digo para serem um fanático religioso.
Se quiser ir ao Bonnaroo e ver o The Black Keys
não quer dizer que vou para o inferno. Só quero rock!
Deixe Deus entrar. Ele é genial.
Na verdade, é o que canta o Bruno Mars.
Nunca levei muita fé no amor ou em milagres.
Nunca quis pôr meu coração em jogo.
Está de brincadeira?
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