CSI: Miami

CSI: Miami

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Season 8

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CSI Miami S08E10 HDTV XviD-FQM
A Commentary by erasmo
Extraida de outro site, creditos mantidos

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HDTV
hdtv
XviD
HD
Published on: 2009-12-12
Downloads: 16
Hearing Impaired: Yes

Brazillian-portuguese subtitle preview

The first 200 lines.

Jesse, o que está fazendo? Não! Espere!

OITO HORAS ANTES

O que vai fazer, Jesse? Você é um baixinho, Jesse.

Um baixinho!

Cai fora, garoto.

Porque fazer assim, Jesse? Vai me irritar.

Não vai gostar quando eu estiver nervoso.

Aonde vai, cara? Está 10 x 10.

É uma rua sem saída. Podem precisar de nós. Vamos!

Jesse!

Fico com o motorista! Vai!

15 Charlie 67. Temos um suspeito a pé.

Caucasiano, camiseta amarela, calças jeans, indo a leste.

Motorista! Abaixe o vidro e jogue as chaves para fora do carro!

Saia do carro com as mãos para cima.

Agora, ande de costas na minha direção.

Mãos para cima!

Continue vindo. Bem aí.

De joelhos.

Vamos, no chão. Braços esticados.

- Quantos temos, Jesse? - Dois confirmados. Um deles fugiu.

Verifique o porta-malas.

Traga-o.

Como explica isso?

O cara me obrigou. Eu não tive escolha.

Todo mundo tem escolhas.

UNITED Apresenta

Legenda: LEUG |Babi

Legenda: GBelds| Brubs | Cape

Miami S08 E10 Count Me Out

Ainda não encontraram nosso atleta olímpico.

Isso. A caçada continua.

Não tem sangue no porta-malas do carro.

Já estava morto.

É, mas tem fibras rosas nesse suéter. Pode ser isolante.

Documente tudo, Jesse.

Tenho que ser honesto, filho. Não acredito na sua conversa.

Não é conversa. É verdade. Ele me apontou uma arma.

- Onde isso aconteceu? - Rua 16 e Maplewood.

Ele mandou eu fechar o porta-malas e dirigir.

Vamos passear.

Ele mencionou algum local?

Não. Ele iria atirar se eu não acelerasse.

Depois vi que estava sendo perseguido pela polícia.

- Me mostre como ele fez. - Ele colocou a arma bem aqui.

Certo. Vou manter você até esclarecer o que foi isso.

Doutor. Não tenho muitos conhecimentos médicos,

mas me atrevo a dizer que a vítima morreu com uma pancada na cabeça.

Errado. Golpe na cabeça talvez tenha o imobilizado,

mas a verdadeira causa da morte é asfixia química.

Isso causa um edema pulmonar nas vias respiratórias e cardíacas.

Já sabe qual foi a substância?

Traqueia e pulmões estavam severamente inflamadas.

Eu suspeito de um agente venenoso.

Aqueles são seus pertences.

Coitado. Parece uma morte terrível.

Agonia pura.

Agonia prolongada.

Químicas inalantes levam 12, 13 horas para matar uma pessoa.

Estou perplexo pela lividez, mas o exame toxicológico pode ajudar.

Calleigh.

A vítima tem uma identidade federal. Seu nome é Christopher Perez.

Aqui diz que ele trabalhava para Censo.

Recenseador.

Isso requer coragem. Andar pelas casa às cegas,

nunca sabe o que vai encontrar. Tem gente que odeia o governo.

Vou ligar no trabalho dele e ver se consigo a agenda

e os últimos locais que ele visitou.

Lamento por aquela dia. Eu não queria deixá-la esperando.

Alguma coisa apareceu?

Algo num vestido de lantejoulas?

- Te devo uma, está bem? - Que seja.

De acordo com o Censo, esse foi a último bairro

que Christopher Perez visitou.

Certo, como quer dividir as casas?

Você e Cardoza ficam com aquelas duas.

Não. Que tal você e eu pegarmos aquelas duas?

Ou podemos fazer isso também.

Algo me diz que isso acontece muito com você.

Vamos ao trabalho.

- Posso ajudar? - Somos da polícia de Miami.

- Você é a proprietária? - Não, não, eu...

Entre, Marie. Sou a dona da casa, Paula Olsen. O que querem?

Os registros indicam que um recenseador esteve aqui hoje.

Sim, e daí? Do que precisam agora, uma recontagem?

- Ele foi assassinado. - Não sei de nada.

Nesse caso, gostaríamos de falar com, acho que se chama Marie.

O que quer com ela? Não foi ela quem atendeu a porta. Fui eu.

Gente do governo. Todos iguais.

Contando cabeças para cobrar impostos.

- Saiam da minha casa. - Sra. Olsen, precisa se acalmar.

- Confrontar com policiais é crime. - Policial? Está mais pra Gestapo.

Não se importam com a cidadania do país muito menos com um recenseador.

- Sra. Olsen! - Vão pro inferno!

Sra. Olsen, não saia da cidade enquanto essa investigação...

Tá, e agora? Recuamos?

Sim, é uma boa ideia. Temos outra casa para ouvir.

É perto da esquina.

Parece que não mora ninguém aqui.

Natalia!

Embargado.

O recenseador deve ter visto isso e foi para a outra casa.

Não necessariamente.

Você não disse que tinha isolante na roupa da vítima?

- Isolante vem das cortinas. - E do chão daqui também.

- Aqui é o Horatio. - Sim, oi, H. Sou eu.

Bem, estou na Rua Evergreen, 5493.

E tem isolante aqui, parece com a que você tirou da roupa da vítima.

Estou a caminho.

Polícia de Miami.

Sente esse cheiro?

Parece amônia.

Meu Deus!

Veneno de rato.

Amônia.

Fita adesiva.

Luvas de borracha.

Acho que é com certeza algo aconteceu aqui.

Acho que o cheiro de amônia está vindo desse cobertor.

Polícia de Miami.

- Interrompemos algo. - Um laboratório de metanfetamina.

- Meu Deus! Vai explodir. - Sim, precisamos ir. Vai!

Natalia?

Natalia!

- Você tá bem? - Não, não consigo me mexer.

- Estou presa, Ryan. Estou presa. - Tudo bem. Vou tirá-la daí.

- Socorro! - Vai, Ryan. Vai!

- Não consigo levantar. - Sr. Wolfe.

Vamos lá.

Ryan.

Obrigada. Você foi muito corajoso.

De nada. Você foi muito corajosa também.

Quer saber? Estou bem. Me sinto bem. Obrigada.

- Vou examinar a cena do crime. - Natalia?

Que tal dar uma passada na emergência antes. O que acha?

O que está fazendo? Achei que tivesse dito para ir ao hospital.

Não quero deixar esse caso.

Sr. Wolfe.

Então um recenseador entra numa fábrica de metanfetamina,

e acaba morto no porta-malas de um carro.

Asfixiado ou coisa pior. Precisamos saber quem é o proprietário.

Vou ligar para Tripp. Continue com o trabalho.

Marie! Posso te ajudar em alguma coisa?

Aquela explosão...

Tinha alguém na casa?

Alguém se machucou?

Tinha gente na casa, eles vão ficar bem.

Você está bem?

Só me assustei com o barulho.

Você já viu alguém entrar e sair daquela casa?

- Não. - Nunca?

Preciso voltar ao trabalho.

Se a sra. Olsen me pegar falando com você...

Marie, aqui está o meu cartão.

Se lembrar de algo que ajude, pode ligar pra mim.

- Ei, Tripp. - Sim?

Soube que encontrou o dono da casa de drogas.

O que sobrou. O banco a tomou há alguns meses.

O dono anterior era Edward Hensler.

Estava relacionado com nosso garoto, Kevin Hensler.

Sim. "Sr. Inocente".

Acontece que era seu pai. O garoto vivia naquela casa.

É bom saber.

Não sei. Não sei nada.

Não, Kevin, não. Não desta vez, certo?

Achamos um cara morto no seu carro. Foi morto numa casa que você morou.

Meu pai falhava com os pagamentos e comigo também.

Não volto lá desde então. Tenho meu próprio lugar.

Isso parece familiar?

São suas. Está dizendo que uma não abre a porta da frente?

Sou bom em química.

Passei com nota 10.

Um tal de Tek é mensageiro na universidade.

Disse que pagaria bem se eu fabricasse metanfetamina.

- Então, esse Tek é traficante. - Sim, dos bons.

Me mantinha trabalhando.

Estava no carro com você?

Não sei seu nome verdadeiro.

Não sabe o nome dele? Foi ele quem matou o cara do censo?

Já disse que não vi o que aconteceu.

Nem sabia que ele estava no porta-malas.

Diz que é esperto. Para onde o Tek iria se estivesse apavorado?

Lembro que disse uma vez que tinha outro laboratório.

- E onde fica? - Point Hill. Perto da marina.

Pode ser um laboratório de anfetaminas.

Não pode haver nenhuma fagulha. Celulares desligados.

Tek?

Polícia de Miami! Apareça!

Tek?

- É um relógio? - Isso!

Sr. Wolf...

Este fio de cobre pode estar ligado a uma bomba.

Isso não foi uma explosão química.

- Oi. Jesse. Deixe seu recado. - Caiu na caixa postal. Jesse?

Me ligue imediatamente. Esse lugar vai explodir.

Walter, é o Wolf. 911. Tem que me ligar imediatamente.

Tem bombas nesses laboratórios.

Chame o esquadrão de bombas. Chame-os imediatamente.

Que barulho é esse?

Sei lá.

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