The first 200 lines.
- Doutor, volte para o carro! - Não.
Vou rebentar os miolos deste sacana!
Produção
Mãe! Mãe!
Socorro!
Atende.
Atende!
Meu, onde estás?
Olá, atrevida. Fala o Oscar.
- Raios. - Neste momento não posso atender
porque estou mesmo atrás de ti!
Oscar, liga-me quando ouvires a mensagem.
Estraguei tudo com a Allyson, meu.
Tenho de a encontrar e resolver isto de alguma forma,
por isso, se souberes onde ela está,
ou se estiverem juntos, diz-me.
Muito bem. Tem cuidado contigo. Adeus.
Raios!
Meu, estás bem?
Estás bem?
Meu, vou já. Vou já.
Meu Deus. Muito bem.
Vou pedir ajuda.
Socorro! Socorro!
Merda!
Socorro! Alguém que ajude!
Está bem, está bem. Muito bem.
Muito bem. Está bem, está bem.
Muito bem. Merda. Pronto. Pronto, meu. Vá lá, meu.
Vá lá, olha para mim. Fica comigo, fica comigo.
Hawkins? Agente Hawkins? Olha para mim. Está tudo bem.
Fica quieto. Vou buscar ajuda, está bem?
- Socorro! Socorro! - Ele tem de morrer.
Ele tem de morrer...
Está bem. Vá lá. Fica quieto, fica quieto.
- Olha para mim. - Ele tem de morrer.
Quem tem de morrer?
Ele tem de morrer.
E sou eu
quem o vai matar.
NOITE DE HALLOWEEN
Merda.
Esquadra de Haddonfield. Para imediatamente.
Eu disse para!
Merda.
Porra. Merda.
Hawkins!
Estás bem?
Viste-o? Para aonde foi?
Onde estavam? Pedi reforços há dez minutos.
Calma, novato.
O Loomis disse que o alvejou várias vezes no peito.
Eu vi-o a uns 45 m. Ele atravessou aqui e depois
desapareceu.
Sullivan, tu e o Tobias vejam na Chestnut, a sul para a circular.
Eu e o Hawkins vamos pela Market Street até Lampkin. Vamos apanhá-lo.
Mata o malandro.
Credo, Frank.
Eu conhecia-o.
Michael. Éramos miúdos.
- Sim? - Ele era um daqueles tarados
que arrancava as asas das borboletas quando era miúdo?
Não que eu tenha visto.
Ele só...
Só matou a irmã quando tinha seis anos?
Sim.
A minha mãe obrigava-me a ir brincar para casa dele.
Ela tinha pena.
Ele passava o tempo todo a olhar pela janela do quarto da irmã.
Lembro-me de pensar,
para que raio está ele a olhar?
Estava a olhar para Haddonfield.
Uma cidade pacata onde nada de excitante se passa.
Sim.
E então, um dia, passou-se.
Lonnie, Lonnie, esquisito e esquelético.
- Tem pesadelos, por isso chora pela mãe. - Ele vai matar-te.
Vai matar-te, Lonnie. Ele vai matar-te.
Se tocares nos doces do Conrad, juro
que te dou uma tareia! - Uma tareia, mesmo!
Não fui eu! Foi o Richie.
Então, mostra-me. Abre a mão.
- Não. Não quero. - Por que não abres a mão?
- Larga-me! - Abre a mão!
Deixa-me em paz!
É o que acontece quando te metes com os Mullanys.
Larguem-me! Deixem-me em paz!
Está tudo bem convosco?
Só andamos na doçura ou travessura com o nosso amigo Lonnie.
O quê? Vocês...
Viram alguém por aqui com uma máscara branca?
É Halloween. Estão todos de máscara.
Pois é. Têm de ir já para casa.
Vão para casa ter com os vossos pais e tranquem as portas.
- Porquê? O que fez ele? - O que fez ele?
Matou três adolescentes ao fundo da rua.
Não deixes que te matem, Lonnie.
Dorme com um olho aberto, Lonnie.
Ele vai apanhar-te, Lonnie Elam.
Viste a cara dele?
Lonnie, Lonnie, esquisito e esquelético.
Tem pesadelos, por isso chora pela mãe.
Ele vai matar-te, Lonnie.
Ele vai matar-te, Lonnie!
Dorme com um olho aberto, Lonnie.
Vai matar-te, Lonnie. Ele vai matar-te.
Socorro, socorro.
Socorro!
Peço desculpa por provocar e intimidar o Tommy Doyle.
Por favor, não me mates.
Miúdo, estás bem?
- Está tudo bem. Calma. - Aonde foste?
Onde está ele? Não o viste?
- Respira fundo. - Quem?
O bicho-papão.
Ele vai matar-te!
- O bicho-papão? - Mas que raio?
É aqui.
É a casa do Myers.
Foi onde tudo aconteceu.
Halloween, 1963.
Muito bem. Pronto?
NÃO ENTRAR
- Frank. - Sim.
Está aqui um cão morto.
O quê?
Nada.
Não dispares!
- Frank, Frank. - O que foi?
Abre-a.
Três...
Dois...
Um.
Muito bem.
Onde está ele?
Teias de aranha.
Haddonfield,
onde nada de excitante...
McCabe?
McCabe?
McCabe!
Larga-o! Larga-o ou disparo!
Michael, estou a avisar-te!
Raios te partam!
Aguenta-te, McCabe!
Pete.
Está tudo bem. Estou aqui.
Vamos buscar ajuda, está bem? Aguenta-te.
Vai correr tudo bem.
- Continua acordado. - Sim.
- Continua acordado. - Sim.
Afasta-te! O diabo está aqui!
- Mexe-te, mexe-te! Quieto! - Para!
- Fica aí. - Michael, fica aí.
Apanhaste-o?
Por favor, diz-me que o apanhámos.
Fica aí!
Apanhámo-lo?
Meu Deus.
Desculpa.
Desculpa.
Meu Deus.
Merda.
Para!
- Michael, afasta-te! - Fica aí!
- É ele. - É ele.
É o Michael Myers.
Agente Hawkins, diga-me o que aconteceu aqui dentro?
Conte-me o que aconteceu. O Michael matou?
O Michael matou outra vez?
HALLOWEEN MATA
Música
Montagem
Fotografia
Produção executiva
Produção
BASEADO NAS PERSONAGENS CRIADAS POR JOHN CARPENTER E DEBRA HILL
Argumento
Realizaçao
NOITE DE HALLOWEEN
Pensei que ia ser uma festa de pizza
com uns colegas, não uma orgia.
O ordinário do teu chefe portou-se mal.
Tens de começar a defender-te nestas situações.
Sim. Não. É verdade. Tens razão. Não, defender-me.
Amanhã de manhã, vou lá...
E vais dar uma tareia ao Dr. Mathis.
- Dar-lhe uma tareia. - Champanhe. Muito bem.
- Sim! - Olha para ti!
Tudo o que se passou hoje, dois homicídios numa bomba de gasolina...
Para. Nem sabemos se ele estava no autocarro.
Tommy, estás tão paranoico.
- Muito sous-bois. - Está bem.
- Desculpa. - Fantástico.
É uma expressão francesa, um pouco antiga, que quer dizer que esta merda é boa!
- Viva! - Viva!
Sim.
Então! Então, pessoal, pessoal.
Podem falar mais baixo?
Eu e a minha mulher estamos a tentar ver o espetáculo.
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