Dark Blue

Dark Blue

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Season 1

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Dark Blue S01E10 HDTV XviD-FQM
A Commentary by erasmo
Extraida de outro site, creditos mantidos

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HDTV
hdtv
XviD
HD
Published on: 2009-11-03
Downloads: 26
Hearing Impaired: Yes

Brazillian-portuguese subtitle preview

The first 200 lines.

Vi uma banda de transexuais louca na noite passada.

Não vim aqui conversar sobre bandas ou transexuais.

-O Nate vai chegar logo. -Tem certeza?

Tem algum encontro hoje à noite, bonitão?

Tudo bem, Jaimie. Ele vai virar a esquina agora.

Camisa preta e mochila.

É o nosso cara. Passando na sua frente agora.

Levante a camiseta.

As calças também?

Brincadeira.

Deixa eu ver a grana.

2 pacotes de 10. 20 mil.

A melhor do norte da fronteira.

Foi o que o Ernesto disse.

-Bom fazer negócios com você. -Tudo bem, irmão.

Me ligue a qualquer hora, para o que precisar.

Acho que ele me descobriu.

É, assustei ele.

-Que porcaria está fazendo? -Muita gente.

-Muita gente? -Deixa pra lá.

Aquele idiota atirou 5 vezes em mim.

Deixa pra lá.

-Que porra aconteceu lá? -O Carter cancelou. Muita gente.

Sério? Parecia bem vazio pra mim.

Mas não estava.

Além disso, não sei se ele vale a pena.

Se vale a pena, Carter?

O cara nos vendeu 1 quilo de cocaína pura.

-Acabamos por hoje. -Do que está falan...

-Que porcaria é essa, Carter? -Agora não.

Vou encontrar um amigo.

-Tem algo de errado com ele. -Que piada velha.

-Não, é sério. -O Dean está certo.

Desde quando ele vai embora antes da meia-noite?

Desde quando ele considera 1 kg de cocaína insignificante?

Desde quando ele tem um amigo?

Que sinistro.

Parece que está espionando seu pai ou algo do tipo.

Olha isso. Quem é esse cara?

-Como vai, Steve? -Nada mal.

-Como está o bebê? -Está bem.

-Nicole? -Em Orange County com a mãe.

Melhor que a mãe dela estar aqui em LA com você.

É, você tem razão.

Por que realmente estamos aqui, Carter?

-Só queria conversar. -Sobre o quê?

Era um pouco apimentado.

É algo de atum, esqueci como chama.

Mas arroz crocante, pimentas-jalapenho...

Lembra, D? Da última vez, comi 15 desses...

O que a Melissa vai fazer essa noite?

-Está em casa relaxando. -Devíamos chamá-la pra ir.

Então, está resolvido. Ela vem junto.

Conversa encerrada.

Que porra fazem aqui?

É o Nate.

Aquele cara de hoje à tarde?

É melhor irem embora, agora.

-Carter. -Vão.

É um agente federal.

Agente infiltrado da DEA.

Vocês nunca estiveram aqui.

-Entendeu? -O que aconteceu, Carter?

Não é nada bom ficarem aqui.

Confiem em mim.

Então, vão. Vão!

Filho da mãe idiota.

S01E10 A Shot in the Dark

Está tudo bem?

A DEA está mandando alguém para pegar uma declaração.

Trabalhamos juntos por 5 anos.

Ainda não consigo acreditar.

Se controle antes que o investigador chegue.

Os federais não gostam quando um de seus homens é baleado.

Está bem?

Ficou mandando mensagens a manhã toda.

Aconteceu uma coisa ontem no trabalho.

-Pode falar sobre isso? -Não. Me desculpe.

Tudo bem. Entendo.

Eu...

Recebi uma mensagem daquela firma de São Francisco,

da qual te falei.

Quer dizer a firma de advocacia mais prestigiada do mundo?

Parece que vão me fazer uma oferta de emprego.

-Dá pra acreditar? -É claro que dá.

Isso é incrível.

Então...

-Você vai aceitar? -Não sei.

Não achei que conseguiria. Então, ainda nem pensei.

-Então diga sim. -Eu quero. Mas...

como a gente fica?

-Eu preciso... -Sim, claro.

Sim.

Está bem. Certo.

Preciso ir.

Parabéns.

-Capitão. -O que está fazendo aqui?

O Carter não responde e ninguém retorna as ligações.

Ele não pode falar. Vá embora.

-Capitão, onde ele está? -Vá.

Te chamo quando eu precisar.

-Obrigado por vir, agente. -Oi. Obrigada.

Julia Harris, DEA.

Ela está liderando a investigação.

Pra começar, desculpa por ter que passar por isso.

-Nunca é fácil. -Obrigado.

Sobre o processo, é apenas uma conversa.

Não tenho autoridade oficial. Pode sair a qualquer momento.

-Certo. -Mas caso se recuse a cooperar,

apelar para 5ª emenda ou solicitar conselho legal,

precisarei contatar o Departamento de Justiça,

que solicitarão ao júri uma investigação oficial.

Advogados, intimações, registros telefônicos.

Ou seja, as coisas podem ficar bem complicadas, bem rápido.

Diga-me o que aconteceu ontem à noite,

tudo o que puder lembrar.

Se precisar de mais tempo, podemos...

Não. Estou bem.

Minha equipe encontrou-se por acaso com o Steve,

numa operação rotineira de compra e prisão ontem.

Eu estava de reforço, reconheci ele e...

-Cancelei a prisão. -Conhecia o agente Fuller?

Trabalhamos juntos na Narcóticos por 5 anos,

-quando ele era da polícia. -Por favor, continue.

Então...

Mais tarde, naquele dia, conversamos.

Decidimos nos encontrar

e dividir informação dos nossos respectivos casos.

Ele também me pediu para ir a um encontro com ele.

Ele ia se encontrar com um contato novo.

Pediu reforço seu, mesmo não trabalhando mais juntos?

Não é incomum.

Certo.

Então, faz muito isso?

Ajuda detetives de outras agências?

ATF, FBI, Segurança Nacional?

Se um amigo pede ajuda, eu ajudo.

Então, nos encontramos umas 20h30...

O encontro deu errado.

O contato, um homem branco, vinte e poucos anos, 1,78 m,

ficou nervoso...

Sacou uma arma e começou a atirar,

o Steve...

Derrubou ele, eu...

Atirei de volta e acidentalmente...

Atirei no Steve.

-E então? -O atirador fugiu de carro.

Eu corri atrás dele...

Voltei correndo até o Steve, chequei o pulso,

chamei uma ambulância e...

Aqui estamos.

-Que carro era? -Um Toyota azul.

Havia mais alguém lá?

Não. Só eu e o Steve.

Algo mais que eu deva saber?

Não.

Nada?

Me pediu para te dizer o que aconteceu.

E foi exatamente isso o que aconteceu.

-Ela é ambiciosa. -Espantoso.

Se formou na USC, virou supervisora aos 30 anos.

Certo, então,

temos um relatório preliminar da cena do crime, pessoal.

Não acharam cartuchos de balas. Digo, além dos seus.

Parecia um revólver de tambor. Não ejetaria cartuchos.

Também falei com o supervisor dele.

Disse que seguia procedimentos, mantinha os registros em dia...

Estranho ele não mencionar o encontro.

Estranho?

-Pra você, talvez. -Desculpe?

-Já trabalhou infiltrada? -Não.

Então, com todo respeito, é difícil de explicar.

Não se aprende isso num escritório.

Entendo. Também não achamos fragmentos de balas.

É bem aberto. As balas podem estar em qualquer lugar.

Claro. Mas, agora, não estão em lugar nenhum.

O que significa que, tecnicamente, não existem.

Não é preciso ser um policial infiltrado para entender isso.

O Carter não disse que o Fuller era infiltrado da DEA?

Não, senhor.

Achamos que investigávamos um traficante chamado Nate.

Pensamos que era uma prisão rotineira, até ele cancelar.

E depois disso?

Sabiam do encontro dele com Fuller?

Não, cada um foi pra um lado logo após as 20h.

Então, não têm informação sobre o tiroteio?

Não, nenhuma. Não, senhor.

Certo, até nova ordem, sejam discretos.

Sem trabalho de campo até resolvermos isso.

-E quando isso ocorrerá? -Espero que em breve.

Mas os peritos estão sofrendo para

comprovar a história do Carter.

-Ao menos por enquanto. -Por quê?

Bem, não temos cartuchos, nem fragmentos de bala,

nem testemunhas...

Então, ninguém viu o filho-da-mãe que atirou neles.

Está dizendo que havia uma 3ª pessoa?

Aparentemente. Homem branco, vinte e poucos anos.

Dirige um carro azul.

-Homem armado num carro azul. -Não teria como não vermos.

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