Criminal Record

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Season 1

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Criminal Record S01E05 WEB H264-RBB
A Commentary by sash35

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x264
Web-DL
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WEB-DL
720p
720
1080
HD
Published on: 2024-01-31
Downloads: 28
Hearing Impaired: No

Portuguese subtitle preview

The first 200 lines.

A sério. Obrigada por teres vindo.

De nada.

Sim, mas não há jantares de borla.

- Não é, June? - Leo!

- Certo. - Eu...

Eu dei-lhe a ideia geral a caminho de casa.

Parece intrigante.

Certo. Esse homem.

Podes servir. Quem diz que vinho e neuropsiquiatria não combinam?

Obrigada. É um homem, certo?

Então, ele recupera a consciência após um acidente de carro e...

Ele diz que não se lembra de nada.

Não tem memória desde o momento em que entrou em casa

até ter acordado no hospital.

E, depois, deixa-me adivinhar. Lembrou-se e confessou tudo.

Sim, mas, pelo que percebi, isso é neurologicamente complicado.

O hipocampo,

a parte do cérebro onde armazenamos e recuperamos memórias,

tem a forma de uma pequena leguminosa.

Leguminosa?

Sim, parece um feijão. E encolhe após um trauma,

tornando mais difícil recordar memórias.

Então, como conseguiu o Errol fazer uma confissão tão pormenorizada?

Eu disse-te que é isto que não a deixa dormir.

Certo.

Costumamos ver as memórias como coisas fiáveis,

como vídeos do nosso passado.

Mas é mais correto pensar nelas como pinturas a óleo.

Voltamos lá e pintamo-las, camada sobre camada.

Tal como os outros.

Então, outras pessoas podem editar as nossas memórias?

Sim. Está tudo no meu podcast.

Isso parece rebuscado.

A sério, June? Está bem.

Porque não dás um saltinho ao meu laboratório?

Aposto que consigo mudar a tua memória.

Faço-te acreditar que somos velhas amigas.

Talvez tenhamos dado um beijo na casa na árvore da tua avó.

A minha avó não tem uma casa na árvore.

Tens a certeza? E se eu te mostrasse uma fotografia?

Eis o que acontece. Quando se volta a pintar uma memória...

ESTRELA DA SEMANA

... só temos acesso à versão mais recente.

Não à original.

ESTRELA DA SEMANA PARABÉNS

Com trauma suficiente,

as pessoas deixam de ter acesso ao conteúdo da sua própria mente.

Então, é possível que alguém tenha posto uma memória falsa na cabeça do Errol?

Sim. Teoricamente.

É mais fácil do que pensas.

REGISTO CRIMINAL

Ela gosta de ti.

Também gosto dela.

- Não, gosta mesmo. - O quê?

És mesmo antiquada.

Já percebi. Sinto-me lisonjeada.

- Pensava que eras detetive. - Cala-te.

Sim, ficou caidinha. Tem bom gosto.

June.

Sabes que podes falar comigo, certo?

Estou sempre do teu lado. Apesar do que possa parecer.

Eu sei.

Número de agentes da polícia à experiência aumenta

Crescimento da extrema-direita na polícia do Reino Unido

Demissão de agente da polícia investigada

Dúvidas sobre cumplicidade de agentes com o Combat League

SALA DE VISITAS

Tenho pensado em ti, um bocadinho.

Sim?

Tens pensado em mim, um bocadinho?

- Clive. - Sim?

Posso fazer-lhe uma pergunta?

Mas tem de ficar entre nós.

Está bem.

O Combat League.

Alistou-se em adolescente, não foi?

Quero mostrar-lhe umas fotografias

e quero que me diga

se alguma é de um membro desse grupo.

Percebeu?

É polícia.

- Que se passa? - Diga-me.

Não.

Tem a certeza?

Não é. Nem pensar.

Pelo menos, eu nunca o vi.

E ele?

Ou ele?

Conhecia este homem.

Sim.

Todos conhecíamos o Tony.

Tony Gilfoyle.

Sou a DS June Lenker, do DIC da Rua Dalston.

Pode ajudar-me com a caixa, querida?

Sim. Desculpe incomodá-lo.

Preciso da sua ajuda, mas é complicado.

- E também com isto. - Isto...

Uma testemunha falou de si em ligação com uma investigação em curso.

Pode pôr essa por cima daquela? Ainda falta a cadeira de rodas.

Houve uma alegação

de que foi membro de uma organização política.

E, como sabe, pertencer a grupos políticos

é proibido para agentes, mas estou a falar do Combat League.

É um grupo neonazi. Também conhecido por Bloodline?

Então, é ou foi membro desse grupo?

O Roy Chambers ainda é o chefe na Rua Dalston?

Vou ligar-lhe, está bem?

Fale-me da confissão do Errol Mathis.

Aí está.

Diga-me e posso esquecer o que ouvi.

Ouvi dizer que é uma bully.

Ouça, quanto aos bullies,

a minha mãezinha costumava dizer que não podemos dar parte de fraco.

Temos de os encarar de frente e de os mandar ir dar uma volta.

Sabe uma coisa?

Estou-me nas tintas para o que pensa. Adeusinho.

- Sim? Estou? - Olá, amigo. Ouve.

Não é nada bom.

Merda! Ela foi lá, à casa do Tony. Ela...

Continue a andar.

Chefe, ela anda atrás de nós.

Como te envolveste nisto?

Ele está doente, certo? Merece melhor. Depois de tantos anos de serviço.

Kim, eu trato disto. A sério.

O Tony protegeu-nos.

Acho que merece que façamos algo.

Vocês fazem sempre isto, tu e o Tony.

Preocupam-se um ao outro.

Estou? Sim.

- Aqui está ele. - Soube que fizeram uma detenção.

Qual é o problema?

Está tudo bem. Vim por um apartamento.

Um pequeno estúdio para um amigo meu. Chama-se Patrick.

Isso deve dar para o depósito.

- Amanhã dá? - Sim.

Tenho fotografias do Hegarty nesta morada, na semana passada.

Foi a um multibanco aqui e levantou muito dinheiro antes disso.

Merda! Sonya, andas a segui-lo?

De que tens tanto medo?

- Não posso espiar um colega. - Mas isso não nos impede, não é?

E o Tony Gilfoyle?

- Acho que devíamos... - O Hegarty é duvidoso.

Ambas o sabemos. Porque é motorista?

Que faz com o dinheiro extra? Finalmente, descobrimos algo.

O quê? Ele vai a uma loja de tapetes?

Drogas. Não é pelo tecido, June.

É tudo gerido por um homem chamado Miras Mansur.

São traficantes. Grossistas, na verdade. Vendem grandes quantidades de heroína.

E o Hegarty costuma lá ir.

Tenho de voltar ao trabalho.

Não queres ver.

Ou ele está a ser chantageado

ou faz uns biscates no tráfico de droga.

Tu mesma o disseste, June. Ele é capaz de tudo.

Vem cá buscar.

- Dá-me um, mano. - Dá-me um.

Vamos lá.

Este puto. Que criança!

Que nojo!

Isso é da tua boca.

Tu nunca lavaste os dentes.

O teu hálito...

Polícia.

- Mãos de lado. - Façam-no.

Tirem as mochilas. Virem-se.

Que é isto?

Que é isto?

- Merda. - Não é meu.

Estava só na tua mochila?

Certo. Vocês podem ir.

- Vamos. - Vão.

Jacob? Onde está o número sete? O Jacob?

Jacob, se fosse eu, guardava isso.

- Que temos aqui? - Apanhámo-lo na Rua Harpes.

Atrás da linha.

- Qual foi o crime? - Posse com intenção de venda.

Certo.

Certo.

Nome, por favor.

Jacob Taylor.

Avança.

Escreve os nomes e os contactos de três pessoas a quem queres ligar.

Podes usar o teu telemóvel.

Depressa!

Certo.

Vá lá, mãe.

O número não está disponível.

Volte a tentar mais tarde.

O número não está disponível. Volte a tentar mais tarde.

Tens mais alguém a quem ligar?

Onde está o telemóvel? Onde? Céus!

Onde raio está?

- Estou? - Avó, fui preso.

- O quê? - Podes vir buscar-me, por favor?

Onde, querido? Onde?

À esquadra.

Dá-me a morada. Eu vou. Eu vou buscar-te.

- Já posso ir? - Para trás.

Jacob, percebes que vou dar seguimento à tua detenção?

Certo. Pés nas marcas.

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