The first 200 lines.
- Mano, lembras-te do Obama? - Não. Quem é esse?
Idiota. Sabes sim. Para com isso, pá.
- O Barack Obama, certo. Lembrei-me. - Claro.
Barack Hussein, que, a propósito, é o nome do meio mais horripilante que há.
É como se o meu fosse "Família Criminosa Gambino".
É à bandido. Por favor, meu.
- Ele fumava Newport. - Newport.
O que mais vais dizer?
O Presidente dos Estados Unidos fumava Newport.
Este é cá dos meus.
Mano, tem de ser.
Ele fuma os cigarros preferidos dos drogados de todo o mundo.
É isso que adoro no Barack, tornou-se num ícone.
Ele é tipo Jesus,
pode ser a versão que quiseres dele.
O meu Barack, às vezes, faz cenas gay,
mas só quando snifa coca, percebes?
E ele não snifa muita coca, só um cheirinho.
E só em ocasiões especiais. Tipo uma grande vitória.
Do género: "Vou snifar coca e fazer cenas gay."
O teu Barack snifa coca para desculpar as cenas gay?
- Claro. - Certo.
Então, no fim, ele diz: "Eu snifei coca, é na boa."
Sim, está bem. Mas ele acordou naquele dia com vontade de fazer cenas.
"Vou fazer cenas gay. Deixa-me snifar uma linha."
Sim.
Como é que é? Bem-vindos ao The Mo & EZ Show.
Sou a Mo e tenho cá o meu judeu preferido que não faz nada, mas é um querido, o EZ.
No geral, eram tempos melhores.
- Mano, 2014. Foi um bom ano. - Inacreditável.
O Meek Mill com a Nicki.
O Bobby Shmurda estreou-se e foi de cana.
Fizeste o Desafio do Balde de Gelo.
- Sim. - O que foi aquilo, ELA?
Pá, a ELA é a doença mais lucrativa de sempre.
Naquele ano, a ELA lucrou mais do que o LeBron.
- Está no barco com o Jay e a Beyoncé. - Mesmo.
Eles: "Deixa-nos dizer-te como é ser rico."
No entanto, o movimento BLM está tão sério agora.
Está em todo o lado.
Devem ter a equipa de marketing das tangerinas Cuties e da couve kale.
Fazem versões negras de tudo.
Versão negra de iCarly , versão negra de Wonder Years ,
que se passa no mesmo período.
Eu não quero ver a versão negra do Kevin Arnold
a levar uma mangueirada durante meia hora todas as sextas-feiras.
Sinto que, quando um negro ganha uma medalha de ouro na natação,
é quase um fim nas relações raciais.
Vi um gajo negro na esgrima nos Jogos Olímpicos.
- E disse: "Meu, que exagero." - Tipo: "Passou dos limites."
Passou dos limites, mano, esquece.
Quando tiraram as bandeiras confederadas da NASCAR, disse: "Fiquem com elas."
Se tiras demasiado muito depressa, parecem animais,
percebes?
ESTA GENTE
CENTRO CULTURAL SKIRBALL
Sentem-se, por favor.
Meu Deus.
Estive de pé 45 minutos. Foi a mais longa.
Terminámos a widduy, a confissão,
que dizemos no plural.
Assumimos a responsabilidade pelas ações…
Porque tenho de vestir isto e ele veste-se como se fosse a um festival?
Ezra, onde está o teu yarmulke?
Merda. Deixei-o no carro.
Ora bem. Querido, não sou careta, está bem?
Ninguém me acha careta, toda a gente acha que sou fixe.
Sou moderna. Os outros acham que sou muito jovial.
Eu percebo. Estás a exprimir-te com estas ilustrações,
grafítis por todo o corpo. Tudo bem.
Mas é o Yom Kippur, porra.
Primeiro, podes parar de dizer "Eu entendo" e fazer o gesto de aspas?
Segundo, quando alguém diz: "Sou fixe, eu percebo", nunca é fixe e nunca percebe.
- Não devias ter de dizer. - Não é verdade.
Não vais poder ser enterrado num cemitério judeu.
Bubby, com todo o respeito, amo-te tanto,
mas já estarei morto.
Com todo o respeito, quero lá saber onde sou enterrado.
Com todo o respeito, pegas nas cinzas e despejas no mictório do Dodger Stadium.
- Agora desrespeitas os Dodgers? - Quero ser enterrado ao lado da Rihanna.
- Rihanna? O que estás… - Sim.
Vou arrancar essas tatuagens
e vou enterrar-te num caixão duplo comigo.
- Está bem? Que tal? - Parece-me bem.
Parece-me bem.
Obrigado por isso. Agradeço.
Pareces um pai que perdeu o filho no Coachella.
Pareces o diretor da versão hebraica de Hogwarts.
Pareces um Hulk Hogan jovem.
Uma pergunta… O que é que tu e a rabino falam no carro
a caminho da loja outlet de cenas de bruxas rabínicas?
Há muita música ou há muita conversa?
- Ezra! - Como está?
- Como estás? - Que idade tens?
Tenho 35 anos.
Tens namorada?
Não.
Dizes isso de forma arrogante, como se fosse uma coisa má.
Não gostas de grelo?
Ouvi-lo dizer a palavra "grelo"
faz-me questionar se gosto.
Estamos em 2022!
Talvez o miúdo goste de fumar salsicha.
Sei que tenta ser progressista,
mas parece homofóbico para caraças.
Mas foi bom vê-lo. E… mantenha-se vivo.
- Olá, amigo. - Olá, doutor.
Olá, como está o teu pénis?
Está… Acho que está… Acho que está bom.
Sim? Vem comigo, vamos à casa de banho
e eu dou uma vista de olhos, está bem?
- Não é preciso. - Não, não faz mal.
Não te preocupes. É por conta da casa.
Não vai haver nenhuma cobrança.
Não é o preço que me preocupa, é mais o conceito.
Eu entendo.
De certeza? Podemos ir…
Doutor, os meus dentes estão a entortar outra vez.
Se abrir bem a boca…
- Ezzy. - O que foi?
Quero que fiques calmo,
mas a Kim Glassman está ali e está a galar-te.
Neste momento, está bem?
Acabou o doutoramento em Harvard
e é boa como o milho.
Ali. Estás a vê-la?
Sim, e ela viu-te a apontar para ela.
- Não viu nada. - Sim, de certeza absoluta.
Ela tem isto, isto, o pacote todo.
Sim, gostas do corpo e da mente dela.
- Gosto. - Está bem.
Sim, acho que o meu antigo ortodontista
fez umas merdas sexuais estranhas comigo ainda agora?
Quem? O Dr. Green?
- Sim, o Dr. Green. - Pois, está numa grande alhada.
Numa alhada?
Sim, numa grande alhada.
Então, isso é tipo uma cena?
Bem, ele não foi condenado.
Mesmo. E nos quatro segundos em que falei com ele,
tentou levar-me para a casa de banho para me ver a pila,
por isso, vou dizer que apoio os acusadores.
Eu diria que há um sistema legal e que temos de respeitar o sistema legal.
- Está bem. - Sim.
Estás a apoiá-lo nisto.
Bem, sabes…
Inocente até prova em contrário. Acredito nisso. E tu também.
Correto. E acho que vou bazar. Isto foi muito para um Yom Kippur.
- Querido. Adoro o meu menino. - Adoro-te, estás linda.
A tua mãe diz que trabalhas na área financeira?
Sim, sou corretor.
Deve ser tão empolgante trabalhar sempre com tanto dinheiro.
Pois, não é o meu emprego de sonho.
Qual é?
Vais rir-te se te disser.
Céus, não vais dizer "instrutor de Reiki", pois não?
Não. Não, eu e a minha amiga temos um podcast.
A sério?
Sim.
Sobre o quê?
A cultura.
Que cultura?
Tu sabes, a cultura.
Música, moda, desporto.
És um judeu de Los Angeles. O que sabes sobre a cultura?
Talvez cultura de charcutaria, mas…
Essa foi boa.
Sinceramente, começo a pensar
que nunca vou conhecer uma mulher que me compreenda.
Mano, tens de parar com esse desespero.
É nojento!
Acho que nunca ouvi falar de um homem
que quisesse tanto ter uma relação além do Drake.
E falo do Drake do Views.
Eu sinto-me esse Drake. Sozinho num prédio em Toronto,
a pensar em como é ter companhia.
É isso que estou a sentir.
Preciso que vás bem fundo nesse corpinho de judeu
e tires o Drake do CLB, está bem?
Aqui é só Drake do Certified Lover Boy.
Não tenho nada do Drake do Certified Lover Boy .
Não tenho.
Sou literalmente o Drake do Take Care .
Estou num restaurante italiano sozinho
com um monte de correntes, a beber Manischewitz numa taça,
a pensar quando será a minha vez de sentir felicidade e ligação profundas?
E, para ser franco, quanto à nossa amizade,
sinto que és um pouco Pusha T comigo agora.
Preciso que sejas mais Future comigo. Preciso de colaboração em vez de insultos.
Talvez precises de um rufia agora, mano.
Alguém para te provocar.
Nem me dás o Drake do Take Care, mas sim o Drake da "Houstatlantavegas".
Falo em chorar por causa de strippers , sem barba,
lábio superior carnudo. Recompõe-te, chavalo.
Tens razão, eu…
Tenho de ser mais o Drake do CLB .
Vais ficar bem.
Só tens de encontrar essa pessoa, entendes?
Precisas de uma baixinha que surfe, mas que também saiba dançar.
- Posso ajudar-te com isso? - Meu Deus. Não, não é preciso.
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