Metropolitan

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Metropolitan 1990 DivX moviesbyrizzo
A Commentary by michaelrizzo
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Published on: 2011-08-11
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The first 200 lines.

Não ouça o que seu irmão mais novo diz.

Não conheço pior autoridade a respeito do corpo feminino.

Ele consegue ver. Está enorme.

- Não está não. - Está horrível.

Por que não me mostra o vestido de novo?

Está um pouco grande aqui. Deixe-me ver.

Obrigada, mãe.

Tsk.

Manhattan Férias de Natal Não muito tempo atrás

- Taxi! - Taxi. Taxi!

- Esse taxi é seu? - Não é meu.

- Esse taxi é seu? - De verdade, não é meu táxi

- Nós dividimos. - Mas eu não o quero.

Vamos dividir. Eu insisto. Deste forma não teremos rancor.

- Você vai à casa da Sally também? - Não.

Bom, então está resolvido. Venha conosco. Desta forma, iremos todos na mesma direção.

Venha, caso contrário vamos todos congelar aqui fora.

Vamos!

- Oi, eu sou Nick. - Oi Nick. Sou o Tom.

- Prazer em conhecer. - Eu sou Jane. Esta é Audrey.

- Oi Jane. - Você vai até a Sally, não vai?

Claro que existe um Deus. "Basicamente" sabemos que existe.

- Eu não sei. - Claro que sabe.

Quando pensa para si mesma, e boa parte de nossa vida é gasta pensando para nós mesmos,

deve ter aquela sensação de que seus pensamentos não são desperdiçados...

que, de alguma forma, estão sendo ouvidos.

Acho ser esta sensação de ser secretamente ouvido...

e com total compreensão...

- Oi, Sally. - Chegou rápido aqui.

- Olá! - ..que representa nossa crença inata num ser superior.

- Prazer em te conhecer. - Roubamos o táxi dele.

- Qual o nome dele mesmo? - Tom Townsend.

Não, acho que era outro.

Não, é Tom Townsend, tenho certeza.

Não me é estranho.

Ele é o cara que estava na mesa atrás da nossa sem falar com ninguém a noite toda.

Então, na saída, ele ia pegar o táxi que chamamos.

Mas ele insistiu que pegássemos, então Nick insistiu que ele viesse junto..

para não ficar nenhum rancor.

Isso prova que alguma forma de crença é inata para todos nós

Em algum momento, a maioria de nós perde ela...

e essa crença só pode ser recuperada através de um ato consciente de fé.

Você experienciou isto?

Uh, não, não.

Eu espero algum dia.

Na verdade, não era meu táxi, eu só estava esperando o sinal abrir quando ela parou ali

- Eu nunca pego táxis. - Você nunca pega táxis?

Não, eu ando ou uso transporte público.

- Por que? - Várias razões.

Você é um daqueles esnobes de transporte público então.

- Você despreza aqueles que pegam táxis. - Não, de forma alguma.

É assim que Nova Iorque é vista, pelo menos no imaginário popular.

Eu não acho que exista um imaginário popular.

- O quer dizer? - Exatamente o que disse.

Eu não acho que exista um imaginário popular.

- Pomfret. E você, onde estudou? - Farmington.

Nós duas estudamos lá.

Conheciam Serena Slocum de lá?

- A pergunta inevitável. - Como assim?

Todos os caras perguntam isso. Serena tinha muitos namorados. Pelo menos 20.

Conseguia isso porque eram todos de escolas diferentes...

e escrevia cartas incrivelmente rápido.

Três de uma vez só. Ela ficou bem famosa.

É incrível como os homens são ingênuos. Como você conhece Serena?

Na verdade, isso pode dar uma impressão errônea.

Ela escrevia para muitos caras, mas tenho certeza que gostava mais de uns.

Você acha? Nunca reparei nisso. Como você conhece a Serena?

Eu era um de seus namorados.

Oh. Você deve ser "Pomfret".

- Suas cartas era muito boas. - Sim.

- Como assim? - Elas eram interessantes.

Serena deixava vocês lerem as minhas cartas?

Não. Elas as lia em voz alta.

Não consigo acreditar.

Ela só lia aquelas que achavam serem muito boas.

Ou muito ruins. Mas as suas eram muito boas.

Ela não as ridicularizava, se é o que te preocupa.

Me lembro de uma longa carta que escreveu à ela sobre socialismo agrário.

Acho que foi uma das primeiras coisas que a fez se interessar por marxismo.

Desde então ela se afiliou ao "exército vermelho".

Se ela se matar é culpa sua.

É até surpreendente te ver numa festa como essa.

Nas suas cartas você expressava uma oposição veemente contra festas debutantes.

e para a sociedade convencional como um todo.

- Presumo então que mudou de idéia. - Não.

- Continuo sendo contra. - Então por que decidiu vir hoje?

Ele recebeu um convite.

Tem razão. Recebei um convite e não tinha nada de especial para fazer.

Acho que é o caso como quase todo mundo.

Não. O Nick vai sendo convidado ou não.

Diferente de Tom, sou a favor dessas festas e apóio sempre que posso.

É meio ridículo alguém dizer que é moralmente contra festas de debutantes...

e daí ir numa do mesmo jeito.

É insustentável.

- Todos nós vamos. - Mas aí não há contradição.

Não estava tentando....

Eu acho justificável ir uma vez para ver diretamente ao que se opõe.

Eu já li Veblen, mas é incrível ver como essas coisas ainda existem.

- Você é um marxista? - Não, sou um socialista comprometido, mas não marxista.

Eu apóio o modelo socialista desenvolvido pelo pensador social francês do XIX, Fourier.

Você é um fourierista?

Sim.

Fourierismo foi testado no séc. XIX e falhou.

Quer dizer, a fazenda Brook não era fourierista?

- Ela falhou. - Isso é discutível.

- Se a fazenda Brook falhou? - Ela deixou de existir, isso sim.

Mas se ela foi um fracasso não pode ser dito com certeza.

Bom, para mim, deixar de existir é falhar.

Quero dizer, isso é bem definitivo.

Bom, todas as pessoas deixam de existir. Isso não significa que todos falham.

- Você realmente acredita nisso? - Sim, acredito.

- Mesmo? - Sim, mesmo!

Tom Townsend.

Tom Townsend.

É um bom nome.

O que acha de Tommy? Tommy Townsend?

Parece mais U.C.

Mesmo? O que é isso?

Bom, a gente vem aqui o tempo todo, por isso o S.F.R.P. -

- Sally Fowler Rat Pack. - Oh.

A minha e do Charlie's também são.

Mas isso é uma ex-exceção.

Quero dizer, divórcio é algo relativamente raro para o nova iorquino típico.

contrário ao que as pessoas pensam.

Bom, mas geralmente algum problema tem.

Pais mortos é um problema comum.

O pai da Jane morreu. Subitamente, ano passado.

- Deve ter sido terrível para ela. - sim.

Foi ruim para ele também.

Mas isso é diferente. Isso não implica um lar desfeito.

Bom, mas implica na sua mãe saindo com outros caras.

Meu argumento era que a visão geral de divórcio e comportamento decadente...

sendo predominante entre os nova iorquinos...

não é muito precisa.

Isso tá mais para Southampton.

Ok, Cynthia, vamos cha-cha-cha.

É ridículo.

Que nada. Não mais ridículo que a vida.

- Eu não sei como. - Não aprendeu na escola de dança?

- Cynthia largou a escola de dança. - Entendi.

Cha-cha-cha

Ah, o cha-cha.

Não acho ser possível esquecer o cha-cha. Você o bloqueou.

Tom! Audrey! Cha-cha-cha

Tom! Audrey! Cha-cha-cha

Eu amo isso.

Cha-cha-cha

- Oi. - Oi.

- O que está fazendo aqui no escuro? - Pegando um copo d'água.

Oh.

- Foi até bem tarde. - Está.

Que horas o "fim de festa" termina?

Não tem hora fixa.

Elas geralmente acabam quando as pessoas vão embora...

ou quando os pais acordam.

Mas a última vez que estive aqui, no Ação da Graças...

os pais da Sally nos convidaram para o café.

Impressionante.

- Ninguém ficou exceto Nick. - Mesmo?

Ele adora os pais de todos.

Acho que nunca conheci os pais de ninguém, exceto da Serena.

Uma vez tive uma longa conversa com o pai dela.

Qual a situação entre você e Serena agora?

Não há nenhuma.

- Quando pararam de se ver? - Semana de Jogos de Yale.

Amanhecer na cidade grande.

Existem 8 milhões de histórias lá fora.

- Peça desculpas para eles. - Ah, não é necessário.

Eu acho que é sim. Boa noite.

- Boa noite. - Boa noite, querida.

- Boa noite. - Obrigado.

- Ah, de nada. - Muito obrigado.

- De nada. Te veremos hoje a noite? - Não.

- Você deveria vir. Hope é uma amiga sua. - Não virá nas danças mais?

- Não. - Bem, que pena.

- Prazer te conhecer. - Obrigado. Foi um prazer te conhecer também..

- Ciao, Sally. Ciao! - Ciao!

- Boa sorte com seu fourierismo. - Obrigado.

Se não conseguirmos um Checker, teremos que pegar dois táxis.

- Não se preocupem comigo. Vou caminhar. - Mesmo? Mas está absurdamente frio.

- Prefiro caminhar. - Vai congelar vestido assim.

Na verdade é bem quente. Ele tem um forro.

- Adeus. Ciao, Tom. - Tchau, Tom.

- Boa noite. - Tchau.

Onde vamos?

Ele vai congelar vestido assim, num clima desses.

Motorista, siga aquele pedestre.

- Hey, amigo! - Temos um Checker. Aceita uma carona?

- Não, obrigado. - Tem certeza?

Sim. Obrigado mesmo assim.

Ele vai pegar um ônibus metropolitano.

Isso explica tudo.

Um garoto do oeste está entre nós.

Oeste de Manhattan. Não muito tempo atrás.

Existe uma séria falta de acompanhamento.

Não é piada.

- Qual foi sua impressão dele? - Parecia agradável. Não conversei muito com ele.

Mão, não quero ser rude. Eu sei que acordei muito tarde.

Mas estou comendo, o que considero, café da manhã...

e não quero pensar sobre devolver meu terno agora.

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