The first 200 lines.
REPÚBLICA DOMINICANA
Revoltante, recusa Chega, não aceites
Não suportes mais Ninguém te apoia
Mais dinheiro e aceita
Mais dinheiro e levanta-te
Volta a atacar Como quando sonhaste
Ir mais longe, como uma estrela A descontrair
Ganhas o teu aqui e ali És bom, mas não chega
UM DOCUMENTÁRIO NETFLIX
Avançamos com…
… a candidatura a presidente e tudo o que for necessário,
o mais depressa possível.
E há um cavalheiro, o Coodie,
com quem trabalhei a vida toda.
Ele tem um documentário de 7 horas e meia.
Gostava que falasses com ele sobre o contrato dele.
Ele está comigo. São as duas coisas que quero assegurar.
Não partilho?
De certeza que vão entender.
É isso. Só quero…
Às vezes, é…
Precisamos dessa tradução. Preciso de um tradutor urgentemente.
Às vezes.
Ali.
Um, dois, três, agora!
Um, dois. Aqui.
Taylor, vou deixar-te acabar.
Sou o próprio Shakespeare.
"O ego é exagerado."
Eu disse-vos quem achava que era. Um deus.
Foi realmente emotivo…
Odeio o novo Kanye O Kanye que é sempre rude
Um ato de desespero…
Ele sabe que não está errado.
Não é isso.
Há muita coisa sobre o Kanye e sobre a vida dele que desconhecem.
Este é o Coodie. Foi ele que filmou tudo.
Coodie!
Eu não estaria aqui se não fosse por ele.
Kanye.
As grandes histórias começam com uma visão.
ATO I VISÃO
ANIVERSÁRIO DE JERMAINE DUPRI
O crédito é do JD. O programa é o Channel Zero.
Podem perder a cabeça e dizer o que vos apetecer.
Também podem relaxar.
É assim que fazemos, entendem?
Sim.
Que tal? É o Channel Zero. Como disse, estamos de volta.
O JD faz anos.
Temos connosco o Murda Mase. O que contas?
É bom estar aqui e poder fazer parte disto.
Ainda estar vivo depois dos 20, entendes?
Sem dúvida. Vejo que ainda não perdeste a ousadia.
O que se segue?
Os discos todos, a discográfica.
Os Harlem World, a banda.
Harlem World a dar cartas. Tudo bem?
Apresentem-se.
Sou o Cardan. Harlem World a dar tudo!
Suga J a dar tudo! Harlem World, The Movement.
Blinky Blink. Harlem World a dar tudo!
D.Gritty a dar tudo! Com The Teamsters.
E este é o meu amigo Kanye.
Este sacana… As músicas, meu.
Esperem. Ele é de Chicago.
Está com os Harlem World. Fazem a cena deles.
- Tudo bem, amigo? - Que tal?
Um abraço aos meus amigos da Rua 87,
ao John-John, lá em casa,
ao Leonard, ao Aaron e ao Timmy.
Podem dizer que têm saudades do velho Kanye.
Fui o primeiro a filmá-lo, em 1998,
quando era ainda um produtor promissor.
Mal sabia eu que esta curta entrevista seria o início de uma amizade
que duraria mais de 20 anos.
Chicago está presente. Chicago está aqui.
Este menino chegou aqui.
É isso.
Quando servirem as bebidas, vamos poder brincar…
Devem estar a perguntar-se quem sou e o que tenho que ver com esta história.
Deixem-me levar-vos aonde tudo começou.
Palmas para o meu amigo Coodie.
Estávamos em 1995.
Tinha começado a fazer stand-up na zona sul de Chicago
quando o Danny Sorge, um jovem cineasta,
me propôs apresentar um programa de acesso público
chamado Channel Zero.
O Channel Zero a todo o vapor com o meu amigo
Kris Parker, KRS-One.
Ponham a mão no ecrã.
O Channel Zero com os Run-DMC,
a banda lendária.
O que vês?
O Channel Zero.
Coodie.
Apresentar um programa de televisão
seria bom para mostrar a minha comédia.
Channel Zero com Lil' Bow Wow. Tudo bem?
Olhem para ela, é tão gira.
Miúda, és tão…
É um rapaz, meu!
A sério? Ele é…
Em direto no Channel Zero.
Não o seria sem a comédia.
Não seria nada.
Ao filmar mais episódios, percebi que éramos os únicos
a documentar o hip-hop em Chicago.
Channel Zero, amigos.
Crucial Conflict, estes tipos arrasaram no segundo álbum.
Channel Zero a trazer o hip-hop às ruas de Chicago.
A banda está aqui. Eles também arrasam.
É difícil vingar em Chicago,
não há discográficas.
Há muito talento em Chicago e é lixado
que só eu, os Crucial Conflict, os Do or Die,
o Tung Twista e o Common Sense façamos rap sobre as costas Este e Oeste.
É também uma cena de Chicago.
À medida que promovíamos os artistas na cidade,
um nome continuava a surgir.
O meu amigo Kanye, só com 19 anos,
produziu boa parte do álbum.
O Kanye, sim. Estamos a trabalhar nas cenas dos Syndicate.
O que se passa com os Go Getters?
É do Kanye West.
Kanye West, o produtor multiplatina.
Já tinha visto o Kanye a atuar com a banda de rap,
os Go Getters.
Mas depois de produzir para artistas como JD,
Foxy Brown e Harlem World, foi a música dele
que começou a transpor barreiras a nível nacional.
Certo dia, estávamos a filmar um episódio com rappers locais,
o Payroll e o Don Ho.
O Payroll representa o entretenimento por conta própria.
Foi uma das primeiras vezes que fui para trás da câmara.
O meu amigo Coodie na câmara.
O Coodie na câmara.
Enquanto filmávamos,
levaram-nos a casa do Kanye.
VENDAS DE PLATINA
Eis o homem por trás da música.
Sou eu, Kanye, produtor de platina.
A Kon-Man Produc está a chegar.
Vamos começar a trabalhar num projeto.
Entendem? Finalmente gravámos…
A minha família Krazy Kat e o Deric Angelettie, o Mad Rapper,
vão ter seis canções e as deles com o Eminem,
o Mase e o Raekwon, já ouviram falar deles.
Alguns… Entendem?
- Também tenho… - O Flex.
Vá lá, leva as câmaras para ali.
Pronto.
O sacana é egoísta. É um produtor egoísta!
"As minhas canções, a minha trotinete." A comemorar a carreira dele.
Fumamos erva.
O Kanye só partilha a música. Mais nada.
- O que tem no frigorífico? - Vejamos.
Não.
- Raios! - Ervilhas.
- Vejam bem. - Tem ali ervilhas.
Está de dieta.
A maioria só o via como um jovem produtor
que os podia juntar com canções baratas.
Mas ele disse-me que só as criava
para poder fazer rap sobre elas.
Filmámos muitos artistas,
mas havia algo no Kanye que era diferente.
Ouvir as rimas dele…
Ver a confiança dele…
Podem querer estar vestidos à altura.
Não tinha dúvida nenhuma de que ele ia ser uma estrela.
Inspirado no filme Sonhos de Sucesso,
tive a ideia de fazer um documentário sobre o Kanye
para ver até onde os sonhos dele o levariam.
Mas antes que pudesse começar, o Kanye mudou-se para Nova Iorque
na esperança de gravar um disco.
Passou um ano…
Certa noite, estava a ver os BET Awards.
A família Roc-A-Fella subiu ao palco.
E como o destino quis,
o Jay-Z cantou pela primeira vez uma canção chamada "H to The Izz-O".
Assim que a ouvi,
reconheci-a, foi a primeira canção que ele me mostrou.
Logo ali soube que o meu instinto estava certo.
Mas se queria fazer este documentário, era agora ou nunca.
E quando o Kanye disse que alinhava,
abandonei a minha carreira…
Sou o Coodie. Fui. Obrigado.
… e resolvi arriscar,
mudei-me para Nova Iorque.
NOVA IORQUE
- Concordo. - Aqui mesmo.
Sem dúvida, vamos a isto.
Arranjas-me isto?
Sim.
Só falta a letra.
É mesmo isto.
FAIXA 1
Temos feito isto para o projeto Black Star.
RAPPER
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