Colors of Evil: Black

Colors of Evil: Black (Kolory zła: Czerń)

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Colors Of Evil Black 2026 POLISH NF WEB H264-EDITH
A Commentary by tedi
Retail NF | 1:50:22

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Published on: 2026-06-10
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The first 200 lines.

PRETO

Olá, Poupas. Como estás?

Está tudo bem. São todos simpáticos.

Sim.

O que queres saber?

Estamos atrasados.

Sim. Desculpe.

Desculpe.

Já se adaptou à cidade?

Para lá caminho.

Baniram-no para aqui, mas não é o fim do mundo.

Se se mantiver discreto durante uns anos,

vão esquecer-se.

Não podem punir procuradores por apanharem assassinos.

Quem sabe? Até pode gostar disto.

- Olá. - Olá.

Como foi a noite?

Ótima. Andei a explorar a cidade.

- A sério? - Não.

Devias. A história de Trulocz remonta ao Neolítico.

O que é isto?

O teu novo caso.

- Furto numa loja de bebidas? - O lado negro da cidade.

Lembras-te do rapaz que desapareceu há dois anos?

Adam Poznański?

Sim. A mãe denunciou o desaparecimento.

Helicópteros, cães,

buscas na floresta.

Depois lembrou-se de que ele estava com parentes.

Como se esqueceu disso?

Porquê?

O meu amigo tem um problema com as estatísticas.

Dá-lhe erro ao arquivar o caso.

Típico. Fala com o chefe Adamczyk para resolverem isso no sistema.

O rapaz cantava bem. Lembro-me dele na igreja.

És religioso?

Sou supersticioso.

E tu?

- Ruchanki. - Obrigado.

Ruchanki?

Não perguntes.

- Quando chega a sua filha? - Amanhã.

Ótimo. Vai aproveitar o Dożynki. Será uma grande festa.

É a escritora de policiais que comprou uma casa junto ao lago?

- Julia Sarman. Bom dia. - Bom dia.

Este é o meu filho, Piotruś.

Elżbieta Pakosz. Desculpe, é uma vila. Toda a gente sabe tudo.

Tem ali dois colegas seus.

- Escritores? - Quase. Procuradores.

Que menino tão giro.

Tal como o meu Michaś.

Tem de o conhecer. É tímido.

- Mãe. - O que foi?

Trabalho de parto de 24 horas.

Ele não encontrava a saída. E continua assim.

O meu durou quatro horas.

Ele estava no saco amniótico. Pensei: "A cara dele?"

Ele nasceu coberto!

Quem vai pagar a conta?

Pago em géneros.

É o meu marido.

Chefe.

- Bom dia. - Bom dia, Leopold.

Lembra-se do rapaz que desapareceu há dois anos? Adam Poznański?

Sim.

Um amigo da polícia está a fazer as estatísticas

e disse que não há nenhum relatório no sistema.

Diga ao seu amigo para verificar outra vez.

Está tudo em ordem aqui.

Não estamos em Sopot.

Eu digo-lhe. Obrigado.

- Mas o rapaz foi encontrado, certo? - Sim.

Com a família?

Estás a interrogar-me, jovem?

Só estou a perguntar.

Ele estava com parentes. A mãe é um pouco lenta.

Entendido. Obrigado.

De nada.

Imbecil de Varsóvia.

O caso do Poznański não está no arquivo.

Tem de estar lá.

E se não estiver?

- Deve estar. - Mas não está.

- Então está na polícia. Pede ao Adamczyk. - Ele mandou-me pastar.

A sério?

Sabes onde vivem os pais do rapaz?

Porquê? Estás aborrecido?

A Ewelina acha-o um santo. Sei que isto só vai causar problemas.

Têm uma casa bonita.

Obrigada. Não está acabada. Construímo-la recentemente.

Deve ser difícil com três filhos.

Que três? Tenho quatro para sustentar.

Mas ainda bem que há o abono.

Espero que não o cancelem. O meu marido faz biscates, mas…

Pelo menos dá para as contas.

Dá para as contas?

Expressei-me mal. Porque está aqui?

- É sobre o seu filho Adaś. - O que tem?

Comunicou o desaparecimento dele há dois anos e depois retirou a queixa.

E então?

- Encontraram o seu filho, certo? - Sim.

Ele está aqui agora?

- Não, vive com familiares. - Em Trulocz?

Não em Trulocz, não.

Então, onde?

Do outro lado da Polónia. Perdi a morada.

Como se chamam eles?

Não me lembro.

Dos nomes dos seus familiares?

Não somos próximos. É prima da minha mãe. Ela quis ajudar.

Eu digo-lhe se encontrar.

Posso ter feito cara de parva, mas gosto dele.

A Ewelina é jovem. Leva tudo a sério.

É engraçado…

Não tem contacto com o seu filho?

Com tantos filhos, acabamos por não ter tempo.

Tem filhos?

Tenho, sim.

Então sabe como é.

Como é que ela morreu, mãe?

Mãe?

Mãe!

Mãe!

Fizeste aquilo outra vez.

Desculpa.

Julia?

Não me reconheces? Patryk Deczer, do liceu.

Olá.

Caramba. Porque não disseste que voltaste?

Os nossos ex-colegas iam gostar. Podíamos fazer um churrasco.

Como estás?

Não sei se te lembras, mas eu pintava no liceu.

Ainda pinto.

Tive uma exposição em Copenhaga.

É o teu filho?

Sim. O Piotruś.

Olá, Piotrek.

A avó deve estar feliz por ter um neto.

Ainda não tivemos tempo de a ver.

Ouve, vamos manter o contacto, organizar um encontro com amigos.

- Está bem. - Está bem?

Temos de ir. Até à próxima, Patryk.

Adeus. Adeus, Piotrek!

Porque não vamos ver a avó?

Ela não quer saber de mim.

O que aconteceu na altura?

Não sei ao certo.

Mas foi algo mau.

Em que estás a pensar?

No pai.

Às vezes, não me lembro da cara dele.

Olha, acena!

Barril!

Olha os castelos saltitantes!

Castelo!

- Acho que este é o maior, não é? - Sim!

Vai lá.

Sr. Procurador?

Olá. Leopold.

- Julia. - Muito gosto.

- É a tua filha? - Monika.

- É linda. - Obrigado.

Vai começar a escola?

Para o ano, em Varsóvia. Ela vive com a mãe.

- Estás em Trulocz há muito? - Não, há pouco.

E estás a gostar?

Não é mau.

Pois, nem eu.

Porque estás aqui?

As pessoas ficam tensas quando descobrem que és procurador?

- Sim, ficam. - Não te incomoda?

- Sim. - Porque te tornaste procurador?

Nem eu sei.

Porquê Trulocz?

Estou a fazer pesquisa para um livro.

O passado negro da Cassúbia e coisas assim.

- A Monika está de férias com o pai? - Sim.

Mãe, vamos ao tiro ao alvo!

Se estiverem aborrecidos, visitem-nos. Moramos junto ao lago.

Eu digo-lhe. Obrigado!

Segura. Olha só.

Promoção especial!

Acerta no alvo, miúdo,

e a tua linda mãe ganha um ursinho de peluche para abraçar.

Sim, ouvi dizer que estavas aqui.

O que foi? Não me reconheces?

- Espera, é teu filho? - Vamos.

- Voltamos mais tarde. - Miúdo!

Vê o que a tua mãe me fez!

Olha!

Sejam muito bem-vindos. Há muita gente aqui hoje.

- Lembro-me… - Estás bem?

… do meu primeiro mandato como presidente da câmara, há 20 anos.

Deram-me um conselho.

"Ouve o povo, Fabiola."

Tento fazer isso todos os dias e espero que vejam isso no meu trabalho.

Obrigada.

Mas esta vila está a crescer graças a vocês.

Graças aos residentes, aos empresários,

à nossa cooperação.

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