200 บรรทัดแรก
Bom dia.
Para você também.
Certo, isto tem que parar.
Só falar comigo quando falo com você.
Irritou-se porque falei com seu amigo, Alistair,
e ele contou-me que conhecia uma Irene.
Acha que passei dos limites.
-Não pensei muito no assunto. -Sabemos que não é verdade.
Sabe, sou sua acompanhante de sobriedade.
Passar dos limites faz parte do meu trabalho.
Parte da recuperação envolve falar de coisas dolorosas.
Se ignorá-las, tornam-nas tentações.
Pode dizer-me tudo isso por e-mail?
Eu processo melhor coisas escritas.
Vou insistir no assunto porque sei o quão é importante.
Mas se não quer falar comigo, não posso fazer nada.
HOMICÍDIO DUPLO, R. WEST 73ª, 872, PODERIA USAR SUA AJUDA
O que é?
Está certa.
Eu tenho a evitado,
e fico mais reservado,
uma relação entre adultos não deve ser conduzida assim.
Não concordo com o que fez, mas acho que tenho que...
Respeitar o seu direito de o fazer.
Que bom.
Eu proporia um brinde ao nosso novo espírito de colaboração,
esqueci de me servir uma xícara de café.
-Importa-se de esperar? -Claro que não.
Sherlock?
Cadê a Watson?
Tirou a manhã de folga, algo sobre um primo doente.
-Vamos? -Sim.
Jay e Amy Myrose.
A empregada chegou nesta manhã e os achou assim.
O tempo de morte preliminar indica que o suspeito
invadiu depois de meia-noite,
tirou os Myrose de suas camas,
forçou-os a dar a senha do cofre da parede,
e então...
Preciso dizer-lhe,
vir aqui nesta manhã foi como acordar no meio de um pesadelo,
o que pensei que parei de ter há muito tempo.
É por causa das semelhanças estranhas
aos homicídios de Wade Crewes em 1999?
Sabe sobre isso?
Peguei os detalhes destas mortes no meu scanner a caminho daqui.
Os braços da vítima foram amarrados com nó de engate.
travesseiros presos à cabeça por cintos,
logo antes de serem mortos.
Tenho que admitir, as semelhanças são admiráveis.
É... Eu sei.
Só não achei que saberia sobre o Wade Crewes.
Há 13 anos, ele invadiu três casas distintas
em um período de três meses.
Em cada caso, um casal rico assassinado de madrugada,
e com seus cofres vazios.
Eventualmente a justiça foi feita por...
Você.
É o tipo de caso que marca a carreira.
É claro que estou familiarizado com isso.
Aqui, é sempre bom quando um psicopata
mantém a aparência para o papel, não acha?
A questão é:
Por que imitar um invasor de casas?
Acha que é o trabalho de um imitador?
É isso ou...
Algum tipo de coincidência muito esquisita.
Há uma outra possibilidade,
mas dependerá do que acharmos no armário de sapatos.
Notei algo nos arquivos dos casos antigos.
Dois dos cofres que Crewes saqueou,
ficavam em um armário no quarto.
O outro ficava no escritório, mas ele também saqueou o quarto.
Em cada caso, a mulher da casa colecionava sapatos de grife,
e, em todos os casos, um sapato sumia após o homicídio.
Veja você mesmo.
-Por que roubariam um sapato? -Bem, é uma pergunta justa.
Meu palpite é que o invasor
queria algo para relembrar a ocasião.
Algo como, talvez...
um salto alto de Jimmy Choo.
Wade Crewes disse que trabalhava sozinho em sua confissão, em 99.
Acho que ele mentiu.
Não creio que procuramos um imitador de seu trabalho,
creio que procuramos alguém que ajudava-o a fazê-lo.
Revoltz Team apresenta...
Elementar, Caros Revoltados.
Tradução: Lory | Têmis SilneiS | Nano | daewolz
Revisão: daewolz
Elementary "One Way To Get Off"
O detetive chefe formou uma força-tarefa
para o homicídio dos Myrose.
Desculpa.
CHAMADA DE WATSON -Garrity, Ramberg, convoco vocês.
Especificarei outros detetives
ATENDA -de outras unidades. Perguntas?
Certo, então.
Capitão, se posso arriscar uma sugestão,
Vamos a Sing Sing falar com o Wade Crewes.
Sabemos que há uma conexão entre os homicídios,
e Crewes pode nos dizer o que é.
Perda de tempo. Ele diria que era parceiro do Talibã
se isso diminuísse sua sentença. E não sabemos se há uma conexão.
O sapato faltando...
-As pessoas não perdem sapatos? -Não que custam mil dólares.
Parece estranhamente relutante em seguir uma pista promissora.
Porque ainda não é um pista, ainda não é nada.
Você pode estar certo, mas falar com Crewes não ajudará.
Eu prometo.
Watson, admiro sua persistência,
-mas o sinal... Onde... Estou... -Mesmo?
Porque meu sinal está ótimo, com quatro barras cheias.
Deixe-me adivinhar, quer que eu espere aqui
-enquanto "pega outro café". -Ou você poderia ir embora.
Não acho que me dispensar seja a melhor abordagem.
Resolveu o problema, não?
É bem simples, Watson.
Pare de tentar me entender ou voltamos
-a ser como éramos. -Não farei isso.
Então, bem-vinda ao novo acordo.
Igual ao antigo, sem a boa vontade que ganhou.
Obedecerei o acordo ao pé da letra.
Comunicarei-me com você a cada 2h,
quando poderá fazer o teste que quiser.
Meus fluidos estão a seu dispor.
-Não é assim... -Não terminei!
-Não terminou. -O que não está
são detalhes da minha vida pessoal, que são só meus,
e que não rebaixarei, tornando-os
munição para seu tedioso moinho de recuperação.
Tudo bem, então. É isso.
Falarei com você a cada duas horas.
Holmes. Bell tem alguma coisa.
O setor técnico investigou os laptops dos Myrose.
Todos têm vários e-mails com ameaças da mesma conta anônima.
Rastreamos o IP até um cara chamado Julian Walsh.
Ele é empreiteiro. Os Myrose o contrataram
para reformar a cozinha, demitiram-no 6 semanas depois.
Prestaram queixa sobre seu trabalho
e retiveram o pagamento.
E Walsh respondeu com ameaças anônimas.
Checamos ele no banco de dados.
Cumpriu pena por porte de armas e agressão sexual.
Vamos falar com ele agora.
Isso é uma pista.
"Quando menos esperarem, estarei aí
para dar o que é de vocês.
2 alicates e pregos enferrujados são só o que preciso."
Soa familiar, Sr. Walsh?
Certo, sim, eu mandei aqueles e-mails.
Mas não quer dizer que matei ninguém.
Falou em matar pessoas,
eles aparecem mortos. Pode me acompanhar.
Não sei o que quer que eu diga.
Estaremos mais inclinados a acreditar em você
se nos dissesse onde estava
entre 18h e meia-noite de ontem.
Eu assistia à TV, fui para a cama às 23h.
Moro sozinho, mas não quer dizer que fiz algo.
Entende por que estamos aqui, Julian.
As pessoas que ameaçou estão mortas.
Sim, bem, sinto muito...
-Está com a gente aqui? -Sim.
Só quero ver se a casa tem um porão.
Walsh olhou para o chão 3 vezes desde o começo da conversa.
Ele está claramente nervoso.
O que ele está escondendo está aqui.
Certo, vou parar isso e conseguir um mandado.
E dar tempo para ele livrar-se de evidências?
Sr. Walsh, posso usar o lavatório?
-Banheiro. -Sim, lá em cima.
Identifique-se.
Que diabos está fazendo?
Ele mentiu.
Quando disse que morava sozinho.
Somos da polícia. Somos da polícia.
-Polícia. -Prenda ele!
-Prenda ele! -Para a parede agora.
Você tem que entender,
esta é minha última opção.
Nunca precisei ir à reabilitação de um cliente antes.
Sim, mas o Sr. Holmes não é um cliente típico.
Ele não me deixa ajudá-lo.
Ele é tão inflexível sobre ter superado tudo.
Ele dificulta manter a tranquilidade, não é?
-Por favor. -Obrigada.
Eu sei pelos registros dele
que ele passava 2h ao dia em terapia com você.
Alguma vez ele mencionou uma mulher chamada Irene?
Sherlock Holmes esteve aqui por 6 meses
e, nesse tempo, não mencionou mulheres, nem homens,
nem nomes, nem datas.
Não acredito que aprendi
nada de significante sobre ele.
O nome dela é Katya.
Ela veio aos EUA para trabalhar como prostituta.
Seus traficantes a venderam para Julian há algumas semanas.
Ela me disse que ele a vê toda noite
desde que a comprou. Podem preencher as lacunas.
Quase sempre ele dormia no quarto dela.
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