Summer Pockets

Summer Pockets

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Season 1

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Summer Pockets S01E26 CR WEB-DL Brazilian Portuguese BR PT
[Crunchyroll] Summer Pockets - 26
A Commentary by Abu3safeer
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webdl
anime
Published on: 2025-09-29
Downloads: 8
Hearing Impaired: No
FPS: 23.976

Brazillian Portuguese subtitle preview

The first 178 lines.

Umizinha...

Chegou a hora.

Estou certa de que finalmente se foi tudo o que eu tinha que fazer.

Eu consegui ajudar você, mãe.

Consegui vê-la novamente e dizer o que eu queria falar.

E eu consegui ouvir você falando meu nome de novo...

Eu estou muito feliz... De verdade. Mesmo.

Ué?

Está... batendo um cansaço...

Umizinha!

Estou no colo da minha mãe...

Que nostálgico...

Umizinha, a única coisa que eu queria... era que você fosse feliz...

Era... só isso, e mesmo assim...

Apesar de tudo... eu ainda sou sua mãe...

Sim.

É porque você é a minha mãe.

E porque eu sou a sua filha.

É por isso que eu consegui me esforçar tanto, sabia?

Tem razão.

Umizinha, você se esforçou muito.

Apesar de tudo... Apesar de ter se esforçado tanto...

Mesmo você tendo se esforçado tanto por mim... Eu não consigo elogiá-la por isso.

Apesar de tudo... Eu quero continuar sendo sua mãe.

Apesar de tudo, eu quero que você continue sendo a minha Umizinha.

Mãe...

Eu não quero isso!

Não vá embora!

Quero que você fique comigo para sempre!

Afinal, tem muitas coisas que eu quero fazer com você!

Coisas como cozinhar juntas, fazer compras,

viajar para vários lugares e tirar fotos,

criar um monte de memórias,

olhar para elas e conversar sobre o passado,

passar inúmeros verões juntas...

Eu não quero um verão que você não esteja nele.

E não é só no verão.

Quero ficar com você o ano inteiro!

Mãe, você está parecendo mais com uma criança do que eu...

Isso não é justo...

Eu queria... segurar o que sinto...

Também quero ficar com você, mãe!

Eu quero chamar você de "mãe" e "mamãe" mais vezes!

Quero que você me ensine a cozinhar.

Quero brincar com você!

Eu também quero... ficar com você para sempre...

Mãe... Mãe... Mãe...

Eu amo você.

Umizinha!

Umizinha...

Mãe, eu tenho um... pedido. Um pedido só.

O que foi?

Pode me pedir qualquer coisa.

Quero uma música... Quero que cante pra mim.

Porque eu ainda me lembro da sua voz...

Antes mesmo daquele verão, bem antes, eu ouvia você cantando...

Eu estive ouvindo você o tempo todo.

Eu era tão amada...

Era bem quentinho e me deixava feliz.

Eu quero voltar para aquela época mais uma vez.

Quero dormir do seu lado.

Não...

Por favor, eu não quero isso.

Por favor, não fale isso!

Você vai sumir se você cair no sono!

Eu acho que não aguento mais...

Umizinha...

Mãe.

Mãe...

Está tudo bem.

Eu estou bem aqui.

O canário canta a canção do berço

O canário canta a canção do berço

Eu queria dormir abraçada desse jeito.

Quando eu ainda não conhecia minha mãe, nas noites que meu pai trabalhava...

Nana, nana, nana neném

Enquanto dormia sozinha, eu me lembrava vagamente...

De memórias de quando eu era nova demais para entender qualquer coisa...

A nêspera balança em cima do berço

De quando eu dormia nos braços gentis de alguém...

Nana, nana, nana neném

Eu via, com meus olhos que mal conseguiam abrir...

Uma figura embaçada de alguém olhando para mim.

Eu me lembro dessa sensação... Desse calor.

O esquilo balança o berço pela corda

Aquela época em que eu tinha um soninho gostoso, embaixo do céu radiante...

Nana, nana, nana neném

Ainda me lembro, mesmo vagamente.

Dentro daquela luz radiante, essa pessoa me abraçava, sorrindo.

E depois, ela cantava para mim.

A lua amarela brilha nos sonhos dentro do berço

Eu viajei por diversos verões e, eventualmente, finalmente encontrei.

Nana, nana, nana neném

Finalmente entendi.

Que isso... significa perder algo.

Eu vou perder meu passado.

Isso significa que vou perder minha existência.

Vai ser como se tudo nunca tivesse acontecido.

Eu não vou nascer.

Eu nunca mais vou ver eles.

Nem meu pai... Nem minha mãe.

Mas... está tudo bem.

Mesmo assim, eu fiz o que queria fazer.

Consegui me encontrar com a minha mãe e passar vários verões divertidos com ela.

E ficamos juntas, no fim.

Mãe...

Tchauzinho.

Umizinha...

Você viveu vários verões divertidos, né?

Você se divertiu com verões que equivalem a uma vida inteira.

E você me contou... sobre todos eles.

Você me contou sobre como essas memórias de verão... eram tão radiantes.

Nunca mais vou poder recuperar aquelas férias de verão, né?

Mas eu não posso querer recuperar elas também, né?

Eu sei disso.

Eu não posso ficar amarrada ao passado, né?

Mas... mesmo assim... Eu me lembro delas...

Aquelas férias de verão foram... as mais divertidas que eu tive.

Umizinha... Você me fez virar uma mãe.

Eu me lembro... de tudo.

Eu não quero esquecer.

Umizinha!

Muito tempo atrás, o mundo não tinha cores...

E num mundo sem cor como este, havia uma borboleta com belas asas.

Em suas asas, havia todos os tipos de cores...

A borboleta viajou por diversos lugares.

Em cada local de sua jornada, a borboleta dava uma

das cores das suas belas asas para as pessoas que ela conhecia.

Eventualmente, a borboleta percebeu que suas asas ficaram brancas.

Mesmo assim, ela continuou sua jornada...

Mesmo com suas asas se despedaçando, ela continuou voando...

Ninguém mais reconhecia que ela era aquela bela borboleta,

mas o mundo estava cheio de cores.

Agora, o mundo estava lindo.

Quando a borboleta finalmente voltou para sua terra natal,

ela descansou em cima de uma flor.

A borboleta se sentiu satisfeita de ter conhecido tantas pessoas.

E, então, ela caiu no sono, silenciosamente...

E a tristeza que todos sentiram virou uma chuva.

Ué? Tem uma continuação...

Esse era o fim da história, baseado nas palavras-chave que a Umi nos deu.

Mas como o final era um tanto triste e solitário, eu tentei adicionar coisas nele.

Entendi.

É... Eu achei que ficou bom.

Depois que a chuva passou, a borboleta virou um grande arco-íris.

Uma bela e gigante ponte que parecia cobrir o mundo inteiro.

Todos olharam para cima e agradeceram.

Já estamos chegando no porto de pesca Torishirojima da Ilha Torishirojima.

Pode ser que ocorra um forte impacto ao entrarmos na doca.

"Não quer vir para a Ilha Torishirojima?"

Esta carta que recebi da tia Kyouko foi um pouco antes das férias de verão...

Esta carta era da minha tia, irmã mais nova da minha mãe, que eu não conhecia...

Quando eu olhei para a foto que estava no envelope...

Senti uma estranha nostalgia.

Foi por isso que eu acabei vindo para este lugar.

Vai vender os pertences da vó?

Isso mesmo.

Aqui tem diversas coisas, de várias pessoas, que ela estava guardando.

Ela estava guardando tudo isso?

E não precisamos devolver?

A maioria dos donos já faleceu... Ou nem responde.

Me pergunto por que essas pessoas deixaram essas coisas com ela...

Hairi, você nunca passou por algo assim?

Quando criança, enquanto brincava fora de casa, você encontrava coisas, não?

E você colocava no seu bolso com cuidado. Nunca passou por isso?

Ah, sim, passei. Há um bom tempo.

Não é?

Você fecha o zíper para garantir que não vai cair,

guardando com bastante cuidado...

E, mesmo assim, quando você vai ver, essa coisa desapareceu.

Mas aí um dia, você se lembra...

E quando vai procurar no seu bolso,

percebe que ainda tinha um fragmento disso dentro dele.

Um fragmento?

Sim.

Um fragmento bem pequeno.

Mas, a esse ponto, você não consegue lembrar o que tinha guardado.

Eu acho que este lugar é algo parecido com isso.

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