Bang My Box: The Robin Byrd Story

Bang My Box: The Robin Byrd Story

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Bang My Box The Robin Byrd Story 2026 WEB-DL HMAX
A Commentary by tedi
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Published on: 2026-07-01
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The first 200 lines.

Certo, pra quem não sabe do que se trata tudo isso…

Ótimo, vamos manter o suspense.

Oi, eu sou a Robin Byrd, e este é The Robin Byrd Show.

E o que quero que façam é que fiquem confortáveis.

Provavelmente está com alguém que ama, então, chegue bem pertinho dessa pessoa.

E, pra quem não tem uma pessoa amada,

bom, vocês sempre têm a mim, Robin Byrd.

AVISO

Por favor, recebam um dos segredos mais bem guardados de Nova York,

Robin Byrd.

Todo mundo conhece Robin Byrd!

Ela provavelmente é a recordista de aparições em programas da TV a cabo.

É isso que acontece quando você produz, dirige, escreve e…

Sei lá mais o quê.

Ela é um ícone cultural,

e acho que adorava a ideia

de ser a anfitriã da maior festa underground de todas.

Robin teve um papel importante

no feminismo pró-sexo

e no ativismo pelo prazer.

E, quanto mais lubrificada ela fica,

mais fácil é introduzir o pênis.

As pessoas a descartavam como algo meramente camp,

mas a verdade é que Robin lutou com unhas e dentes pela comunidade gay.

SALVE A BYRD ROBIN É NOSSA ESCOLHA

Vão pegar a camisinha enquanto eu faço isso.

Hoje, Meese anunciou uma ação federal contra materiais obscenos.

Com licença, mas, Robin,

acabou?

É o fim?

Eu vou partir pra briga. Meus fãs estão 100% do meu lado.

Daqui a pouco, estaremos censurando tudo nos EUA.

Censurando livros e o que aprendemos na escola.

Quando você se posiciona…

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

…eles vêm atrás de você.

-Vergonha! -Ser ativista é uma coisa…

LIBERTEM A BYRD

…mas quando você ensina deliberadamente, passa a ativar outras pessoas.

Era isso que a Robin era.

LIBERTEM A BYRD

Não é indecente?

O corpo humano não é indecente.

O que é indecente?

A HISTÓRIA DE ROBIN BYRD

NOVA YORK

FITAS

Nossa, não recebo ninguém neste apartamento há mais de 20 anos.

PARA ROBIN, VOCÊ É UM AMOR! BOA SORTE, JOAN, 1991

É difícil encontrar coisas aqui.

Achei meu figurino.

É um biquíni de crochê que eu usava no programa.

É, está bem alargado.

Não, não está fedendo.

É isto.

Isto deveria ir pra um museu.

Como podem ver, tenho os decks aqui

e a câmera DV.

Estou transferindo tudo,

e minha mesa de áudio está embaixo de tudo isso…

Senta com o papai. Vá sentar com o papai. Querido, está me ouvindo?

Sim, estou te ouvindo, mas não vou falar nada.

Esse é o Shelly. Ele nunca foi embora…

MARIDO DA ROBIN

…por mais louca que eu seja.

E esses são todos os nossos filhos.

Temos mais de 600 fitas.

Dia 27 de dezembro de 1989.

Outro século.

Estão numerados. Todos os meus programas são numerados.

Estes são os mais antigos.

Este aqui é um com Heather Hunter.

É sempre divertido quando a Heather participa.

Julie Bond foi a primeira transexual a participar.

Ela era linda.

Sempre achei que seria uma boa ideia

conhecer o Jeff Stryker de perto.

Então, fizemos uma entrevista na minha cama de hotel em Las Vegas,

depois transamos, e o Shelly filmou tudo.

E o pinto dele era grande, era bem grosso.

Esse é o primeiro programa The Hot Legs .

Vamos botar na caixa.

Esse é um clássico.

Foi um dos primeiros programas que fiz.

Em 1976, havia um produtor de filmes pornôs, o Bobby Hollander,

e ele tinha um programa de TV chamado Hot Legs,

apresentado por duas estrelas pornôs.

Bobby me implorou, não havia ninguém na cidade pra apresentar o programa.

Era um programa de meia hora nas quintas à noite.

Eles me ligaram e disseram: "Precisamos de um favor."

Perguntei: "O quê?"

"Pode apresentar o programa?"

ENTREVISTA DE 2006

Ele implorou.

Falei: "Tá, Bobby, farei isso por você."

O formato era de filme, tipo um curta-metragem,

em 8mm, de 15 minutos.

E, nos 15 minutos seguintes,

você abria as linhas telefônicas para o público.

HOT LEGS APRESENTANDO ROBIN BYRD

Essa foi a primeira vez que a TV foi interativa.

E todo mundo descarregava suas hostilidades

nesse humilde programa de meia hora para falar com a TV.

Mas, primeiro, algumas ligações.

HOT LEGS LIGUE PARA 475-1550 SOMENTE!

Hesitei muito antes de colocar a primeira ligação no ar,

pois não eram selecionadas.

-Alô? -Hot Legs.

Aqui é do Hot Legs.

Eu deixava transparecer: "Por favor, gostem de mim. Por favor, não me odeiem.

Eu só quero que todos se amem."

Quero saber o que te torna tão sexy.

São todas essas luzes.

E eles disseram: "Você é ótima.

Nós te amamos. Você é linda."

Tem um ótimo programa, um sucesso.

Então eu falava: "Obrigada. Eu sou linda. Ótimo."

Nada melhor que um elogio,

ainda mais na TV.

Olá. Suas belas pernas são realmente encantadoras.

Eu disse: "Obrigada.

E quer dizer algo sobre o filme?"

"Não, só queremos ver mais você."

Eu não era paga.

O meu pagamento eram todos aqueles elogios.

Eram os anos 1970, não fazíamos coisas pelo dinheiro.

E continuei voltando toda quinta como substituta.

E o estúdio onde gravávamos disse:

"Hoje não tem programa." Perguntei por quê.

Ele disse: "Bom, Bobby Hollander me deve muito dinheiro.

E, até ele me pagar, não tem programa."

E eu disse: "Bom, eu quero fazer um programa."

Eles disseram: "Não pode chamar de Hot Legs ."

Perguntei: "Do que vou chamar?"

E eu disse:

"Bom, Johnny Carson tinha The Johnny Carson Show .

Tom Snyder tinha The Tom Snyder Show .

Eu vou chamar de The Robin Byrd Show ."

Fui a primeira mulher a colocar programação adulta na TV.

Bom, era um público majoritariamente masculino

quando começou como Hot Legs ,

porque era comandado por um homem.

Era mais voltado para os homens.

E aqui estou eu.

Tenho um ponto de vista feminino,

que é bem mais suave.

LIGUE PRA ROBIN

-Alô. -Oi, como vai?

Só quero saber por que o programa deixou de ser o programa do Bobby Hollander

e agora, claro, tem o seu nome.

-Bom, porque agora eu que produzo. -Muito bem.

No início, eles disseram: "Você terá que produzir sozinha."

E eu disse que produziria, mas não sabia o que um produtor fazia.

Claro, mais de 30 anos depois,

eu sei que um produtor faz tudo, tudo.

PATRULHA DA MODA

-Alô? -Sim, Robin.

Sim?

Queria saber o que faz quando não está apresentando o programa.

Estou sempre pensando no programa.

Sempre me disseram que não se usa branco, preto ou vermelho na TV.

E eu pensei: "Bom, eu vou mudar isso."

Coloquei um fundo vermelho. Tinha um tapete preto no chão.

Eu usava um biquíni de crochê preto.

E quer saber?

Todas as cores e visual psicodélico que eu trouxe pro programa,

bom, fui eu quem ensinou o estúdio a fazer feedback de vídeo.

E é isso que vê no programa.

Vamos fazer alguns exercícios agora, e isso faz parte da vida cotidiana.

Naquela época,

não era comum as mulheres praticarem fisiculturismo.

Agora, respire…

usando o diafragma.

Então eu mostrava: "É isso que eu faço pro meu corpo.

Faço agachamentos, faço afundos. É isso que eu gosto de fazer.

Você pode fazer o mesmo."

Faça círculos com as pernas.

"É por isso que tenho essa bunda."

CONTOS DA BYRD

E tinha uma história de cinco minutos

que eu escrevia.

"Os Contos de Ninar da Byrd".

Minha música de ninar, talvez?

Eram contos de fadas pra maiores de idade.

Então, eu te deixava excitado e te colocava pra dormir.

"Ele a levou pra jantar fora

e depois a levou a uma discoteca."

Comecei a ter convidados no programa

depois de Os Contos de Ninar da Byrd,

porque as pessoas não entendiam a indústria adulta.

Eles achavam que todo mundo andava por aí

com consolos na boca, nas orelhas

e enfiados na bunda.

E eu só queria mostrar que eram seres humanos

de muito talento.

ARTISTA ERÓTICA

Me misture com vodca E me chame de Bloody Mary

Me misture com molho picante E eu fico bem assustadora

-Foi ótimo! -Obrigada.

-Foi ótimo. Adorei. -Obrigada.

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